Educação em saúde e IST na adolescência: percepções e ações de enfermeiros e médicos de equipes de saúde da família
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso embargado |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Saude da Crianca e do Adolescente
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/64212 |
Resumo: | Embora haja uma heterogeneidade no perfil epidemiológico do público acometido pelas IST, ainda há uma incidência e prevalência significativa entre adolescentes, principalmente na faixa etária de 15 a 19 anos. Entre 2007 e 2017, houve um aumento expressivo nas notificações de novos casos de HIV entre adolescentes de 15 a 24 anos. Essa situação epidemiológica pode estar relacionada a diversos fatores, como o desconhecimento dos adolescentes sobre as IST, as concepções dos profissionais da APS sobre os aspectos biopsicossociais relacionados à adolescência, assim como a ambiência das UBS, métodos e recursos aplicados durante as práticas educativas. Diante desse cenário, o objetivo do estudo foi compreender as práticas educativas adotadas por enfermeiros e médicos das eSF, com ênfase nas ações preventivas e educativas em relação às IST no contexto da adolescência. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório com abordagem qualitativa, realizado com médicos e enfermeiros atuantes nas eSF das UBS de um município do interior de Pernambuco. Os participantes foram selecionados de forma intencional, totalizando 16 profissionais. Para a coleta de dados, utilizou-se a técnica de entrevista, com dois instrumentos: um questionário estruturado sociodemográfico e um roteiro de entrevista individual semiestruturada. Os dados foram transcritos, organizados em um único corpus e analisados com base na análise de conteúdo de Bardin, que ocorreu em três etapas, possibilitando a formulação de três grandes categorias. Na discussão, buscou-se articular os dados empíricos com a literatura científica da área e os referenciais de Ricardo Ayres na perspectiva da vulnerabilidade, e de Paulo Freire com base nos constructos do diálogo e da problematização. Os resultados evidenciaram que os profissionais de saúde APS possuem especializações em áreas essenciais, como saúde da família e saúde pública. Além de significativas experiências em ações educativas com adolescentes. Essas formações facilitaram a compreensão das particularidades e características do período da adolescência, bem como da influência dos fatores biopsicossociais e da educação em saúde nessa fase da vida. Esse perfil profissional reforça a capacidade desses trabalhadores em contribuir para a promoção da educação em saúde sobre IST no contexto da adolescência, promovida por meio de métodos interativos, como rodas de conversa, dinâmicas e linguagem acessível, complementados por recursos como panfletos e insumos físicos. Dessa forma, o estudo retratou a visão local dos profissionais de saúde da APS sobre os principais fatores sociodemográficos e culturais que influenciam no processo de vulnerabilidade dos adolescentes às IST, assim como no desenvolvimento de educação em saúde nessa área. Ademais, contribuiu para o entendimento sobre os principais recursos, métodos utilizadas por esses profissionais para o desenvolvimento de práticas educativas com foco na prevenção de IST na adolescência. |
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ROCHA, Manoel Felipe Nunes dahttp://lattes.cnpq.br/1027002263983612http://lattes.cnpq.br/0171195237052575BELIAN, Rosalie Barreto2025-07-08T19:24:32Z2025-07-08T19:24:32Z2024-12-16ROCHA, Manoel Felipe Nunes da. Educação em saúde e IST na adolescência: percepções e ações de enfermeiros e médicos de equipes de saúde da família. 2024. Dissertação (Mestrado em Saúde da Criança e do Adolescente) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2024.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/64212Embora haja uma heterogeneidade no perfil epidemiológico do público acometido pelas IST, ainda há uma incidência e prevalência significativa entre adolescentes, principalmente na faixa etária de 15 a 19 anos. Entre 2007 e 2017, houve um aumento expressivo nas notificações de novos casos de HIV entre adolescentes de 15 a 24 anos. Essa situação epidemiológica pode estar relacionada a diversos fatores, como o desconhecimento dos adolescentes sobre as IST, as concepções dos profissionais da APS sobre os aspectos biopsicossociais relacionados à adolescência, assim como a ambiência das UBS, métodos e recursos aplicados durante as práticas educativas. Diante desse cenário, o objetivo do estudo foi compreender as práticas educativas adotadas por enfermeiros e médicos das eSF, com ênfase nas ações preventivas e educativas em relação às IST no contexto da adolescência. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório com abordagem qualitativa, realizado com médicos e enfermeiros atuantes nas eSF das UBS de um município do interior de Pernambuco. Os participantes foram selecionados de forma intencional, totalizando 16 profissionais. Para a coleta de dados, utilizou-se a técnica de entrevista, com dois instrumentos: um questionário estruturado sociodemográfico e um roteiro de entrevista individual semiestruturada. Os dados foram transcritos, organizados em um único corpus e analisados com base na análise de conteúdo de Bardin, que ocorreu em três etapas, possibilitando a formulação de três grandes categorias. Na discussão, buscou-se articular os dados empíricos com a literatura científica da área e os referenciais de Ricardo Ayres na perspectiva da vulnerabilidade, e de Paulo Freire com base nos constructos do diálogo e da problematização. Os resultados evidenciaram que os profissionais de saúde APS possuem especializações em áreas essenciais, como saúde da família e saúde pública. Além de significativas experiências em ações educativas com adolescentes. Essas formações facilitaram a compreensão das particularidades e características do período da adolescência, bem como da influência dos fatores biopsicossociais e da educação em saúde nessa fase da vida. Esse perfil profissional reforça a capacidade desses trabalhadores em contribuir para a promoção da educação em saúde sobre IST no contexto da adolescência, promovida por meio de métodos interativos, como rodas de conversa, dinâmicas e linguagem acessível, complementados por recursos como panfletos e insumos físicos. Dessa forma, o estudo retratou a visão local dos profissionais de saúde da APS sobre os principais fatores sociodemográficos e culturais que influenciam no processo de vulnerabilidade dos adolescentes às IST, assim como no desenvolvimento de educação em saúde nessa área. Ademais, contribuiu para o entendimento sobre os principais recursos, métodos utilizadas por esses profissionais para o desenvolvimento de práticas educativas com foco na prevenção de IST na adolescência.Although there is a heterogeneity in the epidemiological profile of the public affected by STIs, there is still a significant incidence and prevalence among adolescents, especially in the 15 to 19 age group. Between 2007 and 2017, there was a significant increase in notifications of new HIV cases among adolescents aged 15 to 24. This epidemiological situation may be related to several factors, such as adolescents' lack of knowledge about STIs, the conceptions of FHC professionals about the biopsychosocial aspects related to adolescence, as well as the ambience of the UBS, methods and resources applied during educational practices. Given this scenario, the objective of the study was to understand the educational practices adopted by FHS nurses and doctors, with an emphasis on preventive and educational actions, in relation to STIs in the context of adolescence. This is a descriptive and exploratory study with a qualitative approach, carried out with doctors and nurses working in the eSF of UBS in a city in the interior of Pernambuco. Participants were selected intentionally, totaling 16 professionals. For data collection, the interview technique was used, with two instruments: a structured sociodemographic questionnaire and a semi-structured individual interview script. The data were transcribed, organized into a single corpus and analyzed based on Bardin's content analysis, which occurred in three stages, enabling the formulation of three broad categories. In the discussion, we sought to articulate the empirical data with the scientific literature in the area and the references of Ricardo Ayres, from the perspective of vulnerability, and Paulo Freire, based on the constructs of dialogue and problematization. The results showed that PHC health professionals have specializations in essential areas, such as family health and public health, in addition to significant experience in educational activities with adolescents. This training facilitated the understanding of the particularities and characteristics of the adolescence period, as well as the influence of biopsychosocial factors and health education at this stage of life. This professional profile reinforces the ability of these workers to contribute to the promotion of health education about STIs in the context of adolescence. Which is promoted through interactive methods, such as conversation circles, dynamics and accessible language, complemented by resources such as pamphlets and physical supplies. Thus, the study portrayed the local view of PHC health professionals on the main sociodemographic and cultural factors that influence the process of making adolescents vulnerable to STIs, as well as the development of health education in this area. Furthermore, it contributed to the understanding of the main resources, methods used by these professionals to develop educational practices focused on preventing STIs in adolescence.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Saude da Crianca e do AdolescenteUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/embargoedAccessEducação em saúdeAdolescenteInfecções sexualmente transmissiveisAtenção primária à saúdeProfissionais de saúdeEducação em saúde e IST na adolescência: percepções e ações de enfermeiros e médicos de equipes de saúde da famíliainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Manoel Felipe Nunes da Rocha.PDFDISSERTAÇÃO Manoel Felipe Nunes da Rocha.PDFapplication/pdf2903169https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/64212/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Manoel%20Felipe%20Nunes%20da%20Rocha.PDF93669b175f0b84e32cb0fde455077031MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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Embora haja uma heterogeneidade no perfil epidemiológico do público acometido pelas IST, ainda há uma incidência e prevalência significativa entre adolescentes, principalmente na faixa etária de 15 a 19 anos. Entre 2007 e 2017, houve um aumento expressivo nas notificações de novos casos de HIV entre adolescentes de 15 a 24 anos. Essa situação epidemiológica pode estar relacionada a diversos fatores, como o desconhecimento dos adolescentes sobre as IST, as concepções dos profissionais da APS sobre os aspectos biopsicossociais relacionados à adolescência, assim como a ambiência das UBS, métodos e recursos aplicados durante as práticas educativas. Diante desse cenário, o objetivo do estudo foi compreender as práticas educativas adotadas por enfermeiros e médicos das eSF, com ênfase nas ações preventivas e educativas em relação às IST no contexto da adolescência. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório com abordagem qualitativa, realizado com médicos e enfermeiros atuantes nas eSF das UBS de um município do interior de Pernambuco. Os participantes foram selecionados de forma intencional, totalizando 16 profissionais. Para a coleta de dados, utilizou-se a técnica de entrevista, com dois instrumentos: um questionário estruturado sociodemográfico e um roteiro de entrevista individual semiestruturada. Os dados foram transcritos, organizados em um único corpus e analisados com base na análise de conteúdo de Bardin, que ocorreu em três etapas, possibilitando a formulação de três grandes categorias. Na discussão, buscou-se articular os dados empíricos com a literatura científica da área e os referenciais de Ricardo Ayres na perspectiva da vulnerabilidade, e de Paulo Freire com base nos constructos do diálogo e da problematização. Os resultados evidenciaram que os profissionais de saúde APS possuem especializações em áreas essenciais, como saúde da família e saúde pública. Além de significativas experiências em ações educativas com adolescentes. Essas formações facilitaram a compreensão das particularidades e características do período da adolescência, bem como da influência dos fatores biopsicossociais e da educação em saúde nessa fase da vida. Esse perfil profissional reforça a capacidade desses trabalhadores em contribuir para a promoção da educação em saúde sobre IST no contexto da adolescência, promovida por meio de métodos interativos, como rodas de conversa, dinâmicas e linguagem acessível, complementados por recursos como panfletos e insumos físicos. Dessa forma, o estudo retratou a visão local dos profissionais de saúde da APS sobre os principais fatores sociodemográficos e culturais que influenciam no processo de vulnerabilidade dos adolescentes às IST, assim como no desenvolvimento de educação em saúde nessa área. Ademais, contribuiu para o entendimento sobre os principais recursos, métodos utilizadas por esses profissionais para o desenvolvimento de práticas educativas com foco na prevenção de IST na adolescência. |
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