Estudo da capacidade de carga de estacas escavadas com bulbos, executadas em solo não saturado da Formação Barreiras da cidade de Maceió AL
| Ano de defesa: | 2006 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5561 |
Resumo: | Esta dissertação apresenta um estudo sobre a capacidade de carga de estacas escavadas com bulbos, executadas em solo não saturado da Formação Barreiras da cidade de Maceió/AL. A pesquisa teve como base dois locais de estudo: primeiro, foi realizada uma extensa campanha de investigação de campo e laboratório em um perfil de solo no campus da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), que é bem representativo da Formação Berreiras da cidade. A finalidade destes trabalhos foi conhecer propriedades e parâmetros de resistência ao cisalhamento, deformabilidade e sucção mátrica deste tipo de solo, até então desconhecidos. No segundo local estudado, localizado no bairro Gruta de Lurdes, foram realizadas quatro provas de carga estática em estacas escavadas com bulbos, as quais serviram como base para a aplicação de métodos de previsão da carga de ruptura destas estacas a partir das curvas carga-recalque. Com o objetivo de avaliar a aplicabilidade da metodologia de cálculo proposta por MARQUES (2004) para previsão da capacidade de carga dessas estacas para o tipo de solo da Formação Barreiras, extraiu-se uma estaca semelhante às ensaiadas para estudo da geometria real do fuste, bulbos e da ponta da estaca. De posse dessas informações, aplicou-se a metodologia de previsão utilizando os diâmetros dos bulbos de projeto e comparando com as previsões utilizando os bulbos reais. Os resultados da pesquisa revelaram a necessidade de ajustes na metodologia proposta por MARQUES (2004) para o caso dessas estacas executadas neste tipo de formação geológica, principalmente no que diz respeito às parcelas de resistência lateral e aos valores do diâmetro dos bulbos a serem considerados em projeto |
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