A avaliação das aprendizagens na prática docente de professores de história de 5ª à 8ª séries do sistema estadual de ensino: concepções e práticas
| Ano de defesa: | 2008 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4303 |
Resumo: | O objetivo da pesquisa consiste em analisar as concepções de avaliação das aprendizagens e a prática avaliativa de professores de História de 5ª à 8ª séries do Sistema Estadual de Ensino de Pernambuco. O trabalho traz como aporte teórico as discussões sobre prática pedagógica, prática docente e avaliação das aprendizagens na perspectiva formativa-reguladora. O referencial teórico fundamenta a análise das informações coletadas a partir da análise documental, da observação da prática docente, enquanto procedimentos, e a entrevista e o memorial como instrumentos de coleta. Utilizou-se como abordagem metodológica a pesquisa qualitativa que teve como campo empírico, três escolas da Gerência Regional de Ensino Sul (GRE Sul). A pesquisa contou com a participação de três sujeitos que atenderam aos nossos critérios de seleção: ser professor/a das séries finais do Ensino Fundamental, independente do vínculo empregatício, graduado/a em História e que estivessem exercendo o magistério dessa disciplina. A análise e apresentação dos dados fundamentaram-se na perspectiva de análise de conteúdo de Bardin. Os resultados foram categorizados por temas. Primeiramente, tratou-se das informações obtidas por meio do memorial. Essas informações foram compreendidas como hipóteses explicativas da prática avaliativa dos sujeitos da pesquisa. Diante disso, foram construídas as seguintes categorias: Críticas à vivência na Educação Básica; Relação teoria-prática; e Discurso dos docentes participantes sobre a sua prática avaliativa. As informações oriundas da entrevista e da observação foram categorizadas de acordo com os seguintes temas: Avaliação processual e somativa; avaliação como relação de poder; Instrumentos avaliativos e Análise do erro. Diante disso, percebeu-se que a prática avaliativa dos professores esteve fundamentada na concepção de que a avaliação das aprendizagens não é terminal e, nesse processo, o professor lançava mão de instrumentos avaliativos variados. Tal prática sofria forte influência do marco regulatório da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (Instrução nº 02/2002). O documento afirmava que a avaliação do desempenho escolar deveria estar centrada no processo de ensino-aprendizagem e seria implementada como um processo de natureza cumlativa, contínua, sistemática e flexível. Observou-se, também, que no caso da disciplina de História, a ressignificação do seu ensino avançava em ritmo mais acelerado e notável do que a ressignificação da prática avaliativa. Em muitas circunstâncias a avaliação era concebida, pelos docentes, como instrumento de controle, barganha e manutenção de hierarquias na relação professor-aluno. Esse contexto contribui, sobretudo, para reforças a idéia levantada pelos próprios docentes de que os avanços no marco teórico sobre avaliação não acompanham a realidade da sala de aula, podendo haver um hiato entre a teoria e a prática avaliativa |
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A avaliação das aprendizagens na prática docente de professores de história de 5ª à 8ª séries do sistema estadual de ensino: concepções e práticasAvaliação das aprendizagensPrática DocentePrática PedagógicaO objetivo da pesquisa consiste em analisar as concepções de avaliação das aprendizagens e a prática avaliativa de professores de História de 5ª à 8ª séries do Sistema Estadual de Ensino de Pernambuco. O trabalho traz como aporte teórico as discussões sobre prática pedagógica, prática docente e avaliação das aprendizagens na perspectiva formativa-reguladora. O referencial teórico fundamenta a análise das informações coletadas a partir da análise documental, da observação da prática docente, enquanto procedimentos, e a entrevista e o memorial como instrumentos de coleta. Utilizou-se como abordagem metodológica a pesquisa qualitativa que teve como campo empírico, três escolas da Gerência Regional de Ensino Sul (GRE Sul). A pesquisa contou com a participação de três sujeitos que atenderam aos nossos critérios de seleção: ser professor/a das séries finais do Ensino Fundamental, independente do vínculo empregatício, graduado/a em História e que estivessem exercendo o magistério dessa disciplina. A análise e apresentação dos dados fundamentaram-se na perspectiva de análise de conteúdo de Bardin. Os resultados foram categorizados por temas. Primeiramente, tratou-se das informações obtidas por meio do memorial. Essas informações foram compreendidas como hipóteses explicativas da prática avaliativa dos sujeitos da pesquisa. Diante disso, foram construídas as seguintes categorias: Críticas à vivência na Educação Básica; Relação teoria-prática; e Discurso dos docentes participantes sobre a sua prática avaliativa. As informações oriundas da entrevista e da observação foram categorizadas de acordo com os seguintes temas: Avaliação processual e somativa; avaliação como relação de poder; Instrumentos avaliativos e Análise do erro. Diante disso, percebeu-se que a prática avaliativa dos professores esteve fundamentada na concepção de que a avaliação das aprendizagens não é terminal e, nesse processo, o professor lançava mão de instrumentos avaliativos variados. Tal prática sofria forte influência do marco regulatório da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (Instrução nº 02/2002). O documento afirmava que a avaliação do desempenho escolar deveria estar centrada no processo de ensino-aprendizagem e seria implementada como um processo de natureza cumlativa, contínua, sistemática e flexível. Observou-se, também, que no caso da disciplina de História, a ressignificação do seu ensino avançava em ritmo mais acelerado e notável do que a ressignificação da prática avaliativa. Em muitas circunstâncias a avaliação era concebida, pelos docentes, como instrumento de controle, barganha e manutenção de hierarquias na relação professor-aluno. Esse contexto contribui, sobretudo, para reforças a idéia levantada pelos próprios docentes de que os avanços no marco teórico sobre avaliação não acompanham a realidade da sala de aula, podendo haver um hiato entre a teoria e a prática avaliativaColégio São Bento de OlindaUniversidade Federal de PernambucoBATISTA NETO, JoséFARIAS, Danielle Cristine Camelo2014-06-12T17:20:47Z2014-06-12T17:20:47Z2008-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfCristine Camelo Farias, Danielle; Batista Neto, José. A avaliação das aprendizagens na prática docente de professores de história de 5ª à 8ª séries do sistema estadual de ensino: concepções e práticas. 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4303porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T16:32:21Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/4303Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T16:32:21Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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