Acão de Metarhizium anisopliae var. anisopliae, Metarhisium anisopliae var. acridum, Beauveria bassiana e pâmetros biológicos após passagem em Rhipicephalus sanguineus
| Ano de defesa: | 2003 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/659 |
Resumo: | Os carrapatos são importantes vetores de doenças nas regiões tropicais e subtropicais. Rhipicephalus sanguineus é um ixodídeo causador de severa espoliação nos canídeos e vetor de doenças como as hematozooses (Babesia canis; Ehrlichia canis). Este trabalho avaliou a ação de Metarhizium anisopliae var. anisopliae, Metarhizium anisopliae var. acridum e Beauveria bassiana sobre R. sanguineus, inoculados sob a forma de contato conidial seco e mantidos à temperatura ambiente de ±28°C. Foi avaliado, também, o comportamento fúngico pós-infecção. A ação dos fungos estudados sobre R. sanguineus interferiu na média do peso da massa de ovos, ressaltando-se o tratamento com M. anisopliae var. anisopliae (0,054gtratado e 0,108gcontrole). A maior média do peso residual ocorreu no tratamento com M. anisopliae var. anisopliae (0,053gtratado e 0,022gcontrole). Para o período de pré-postura a menor média foi observada no tratamento com M. anisopliae var. acridum (4,50diatratado e 5,20diacontrole). O período de postura no grupo tratado com M. anisopliae var. anisopliae alcançou a menor média (9,14diatratado e 11,80diacontrole). O menor índice de produção médio de ovos foi observado no tratamento com M. anisopliae var. anisopliae (28,34%tratado e 58,31%controle) e que a menor eficiência reprodutiva média alcançada foi para o grupo tratado com M. anisopliae var. anisopliae (348,62% e 11512,53%controle). Beauveria bassiana apresentou menor média de incubação de ovos (12,50diatratado e 11,90diacontrole). O menor percentual de eclosão médio de larvas foi obtido no tratamento com M. anisopliae var. anisopliae (32,06%tratado e 99,59%controle), com período médio de eclosão de 10,71diatratado e11,00diacontrole. No estudo do comportamento dos fungos pós-infecção observou-se que o percentual de germinação médio de conídios de B. bassiana foi o mais alto (46,39% tratado e 30,66 %controle). B. basssiana esporulou melhor durante os 12 dias de observação. O número da colônia de M. anisopliae var. acridum foi maior nos 12 dias observados e no diâmetro da colônia de B. basssiana obteve melhor resultado nos 12 dias de observação. Na análise morfológica não foi identificada diferença nas estruturas reisoladas. (P > 0,05) |
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Este trabalho avaliou a ação de Metarhizium anisopliae var. anisopliae, Metarhizium anisopliae var. acridum e Beauveria bassiana sobre R. sanguineus, inoculados sob a forma de contato conidial seco e mantidos à temperatura ambiente de ±28°C. Foi avaliado, também, o comportamento fúngico pós-infecção. A ação dos fungos estudados sobre R. sanguineus interferiu na média do peso da massa de ovos, ressaltando-se o tratamento com M. anisopliae var. anisopliae (0,054gtratado e 0,108gcontrole). A maior média do peso residual ocorreu no tratamento com M. anisopliae var. anisopliae (0,053gtratado e 0,022gcontrole). Para o período de pré-postura a menor média foi observada no tratamento com M. anisopliae var. acridum (4,50diatratado e 5,20diacontrole). O período de postura no grupo tratado com M. anisopliae var. anisopliae alcançou a menor média (9,14diatratado e 11,80diacontrole). O menor índice de produção médio de ovos foi observado no tratamento com M. anisopliae var. anisopliae (28,34%tratado e 58,31%controle) e que a menor eficiência reprodutiva média alcançada foi para o grupo tratado com M. anisopliae var. anisopliae (348,62% e 11512,53%controle). Beauveria bassiana apresentou menor média de incubação de ovos (12,50diatratado e 11,90diacontrole). O menor percentual de eclosão médio de larvas foi obtido no tratamento com M. anisopliae var. anisopliae (32,06%tratado e 99,59%controle), com período médio de eclosão de 10,71diatratado e11,00diacontrole. No estudo do comportamento dos fungos pós-infecção observou-se que o percentual de germinação médio de conídios de B. bassiana foi o mais alto (46,39% tratado e 30,66 %controle). B. basssiana esporulou melhor durante os 12 dias de observação. O número da colônia de M. anisopliae var. acridum foi maior nos 12 dias observados e no diâmetro da colônia de B. basssiana obteve melhor resultado nos 12 dias de observação. Na análise morfológica não foi identificada diferença nas estruturas reisoladas. (P > 0,05)porUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessHematozoosesRhipicephalus sanguineusM. anisopliae var. anisopliaeAcão de Metarhizium anisopliae var. anisopliae, Metarhisium anisopliae var. acridum, Beauveria bassiana e pâmetros biológicos após passagem em Rhipicephalus sanguineusinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo4457_1.pdf.jpgarquivo4457_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1215https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/659/4/arquivo4457_1.pdf.jpga8cf7e2ef4f66ddf0b6be7b1084157e1MD54ORIGINALarquivo4457_1.pdfapplication/pdf709167https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/659/1/arquivo4457_1.pdf707d288c9f1344376a950479e85de8a5MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/659/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo4457_1.pdf.txtarquivo4457_1.pdf.txtExtracted texttext/plain108591https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/659/3/arquivo4457_1.pdf.txt000e57b2bd09a669baf91e2fe3d977d0MD53123456789/6592019-10-25 03:12:30.149oai:repositorio.ufpe.br:123456789/659Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T06:12:30Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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