Máquina de perfusão pulsátil comparada à preservação estática: impacto na função retardada e sobrevida do enxerto renal
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Ciencias da Saude
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32369 |
Resumo: | Introdução: O transplante renal é considerado o tratamento de escolha para pacientes com doença renal crônica em estágio terminal. Após o transplante, o enxerto pode não funcionar de imediato e o paciente precisar dialisar, caracterizando a função retardada do enxerto (FRE). A FRE aumenta tempo de internamento, custos hospitalares e reduz sobrevida renal. A incidência de FRE é maior em rins de doador critério expandido (DCE), com disfunção renal e tempo de isquemia fria (TIF) prolongado. DCE é definido como doador acima de 60 anos ou entre 50 e 60 anos com duas das três características: hipertensão, creatinina final maior que 1,5 mg/dL ou causa do óbito por doença cerebrovascular. Existem dois métodos de preservação renal: a tradicional, estática (PE) ou com a máquina de perfusão pulsátil (MP). A MP reduz incidência de FRE, porém é uma tecnologia de alto custo e restrita a poucos centros. Objetivos: Avaliar incidência de FRE, TIF e tempo de permanência hospitalar dos pacientes transplantados com rins em PE comparado aos rins em MP após período de isquemia fria estática. Além disso, analisar sobrevida do enxerto e do paciente e função renal estimada pela fórmula do Chronic Kidney Disease Epidemiology Collaboration (CKD-EPI) com 1, 3, 6, 9 e 12 meses. Metodologia: Estudo de coorte retrospectiva em centro único na cidade de Recife. Foram incluídos transplantes de doadores falecidos expandidos e padrão com TIF maior que 24 horas ou parada cardiorrespiratória prévia a doação ou creatinina final maior que 1,8mg/dL nos anos de 2015 a 2016. Resultados: Amostra foi de 92 pacientes, 52 transplantados com rins em MP. A incidência de FRE foi 86,5% no grupo MP e 95% no grupo PE, p=0,29. Não houve diferença significante quanto à duração em FRE entre os grupos. Os pacientes de MP permaneceram em média sete dias a menos internados que os pacientes em PE, p=0,15. O TIF no grupo MP foi 8,19 horas maior comparado a PE, p<0,01. O tempo médio em MP foi de 13,63horas. A sobrevida renal foi 90,4% no grupo MP e 87,5% nos pacientes PE, p=0,69. A sobrevida do paciente foi 94,2% no grupo MP e 95% no grupo PE, p=0,86. Não houve diferença nos clearances de creatinina com 1, 3, 6, 9 e 12 meses. Ao final do primeiro ano 89,6% dos pacientes de MP tinham clearance de creatinina maior que 30mL/min/ 1,73 m² e no grupo PE 66,7%, p=0,01. Conclusões: A incidência de FRE foi alta e sem diferenças estatísticas entre os grupos. Apesar de a MP aumentar o TIF não alterou a incidência de FRE. Os pacientes do grupo em MP ficaram internados sete dias a menos que o grupo PE, apesar de diferença não significativa. A sobrevida do paciente e do enxerto foi alta ao final do primeiro ano, sem diferenças entre os grupos. O grupo da MP mostrou melhor função renal ao final do primeiro ano. |
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ANDRADE, Larissa Guedes da Fontehttp://lattes.cnpq.br/5410093662847500http://lattes.cnpq.br/5438381343904106VALENTE, Lucila MariaCAVALCANTI, Frederico Castelo Branco2019-09-09T17:17:23Z2019-09-09T17:17:23Z2018-03-14https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/32369Introdução: O transplante renal é considerado o tratamento de escolha para pacientes com doença renal crônica em estágio terminal. Após o transplante, o enxerto pode não funcionar de imediato e o paciente precisar dialisar, caracterizando a função retardada do enxerto (FRE). A FRE aumenta tempo de internamento, custos hospitalares e reduz sobrevida renal. A incidência de FRE é maior em rins de doador critério expandido (DCE), com disfunção renal e tempo de isquemia fria (TIF) prolongado. DCE é definido como doador acima de 60 anos ou entre 50 e 60 anos com duas das três características: hipertensão, creatinina final maior que 1,5 mg/dL ou causa do óbito por doença cerebrovascular. Existem dois métodos de preservação renal: a tradicional, estática (PE) ou com a máquina de perfusão pulsátil (MP). A MP reduz incidência de FRE, porém é uma tecnologia de alto custo e restrita a poucos centros. Objetivos: Avaliar incidência de FRE, TIF e tempo de permanência hospitalar dos pacientes transplantados com rins em PE comparado aos rins em MP após período de isquemia fria estática. Além disso, analisar sobrevida do enxerto e do paciente e função renal estimada pela fórmula do Chronic Kidney Disease Epidemiology Collaboration (CKD-EPI) com 1, 3, 6, 9 e 12 meses. Metodologia: Estudo de coorte retrospectiva em centro único na cidade de Recife. Foram incluídos transplantes de doadores falecidos expandidos e padrão com TIF maior que 24 horas ou parada cardiorrespiratória prévia a doação ou creatinina final maior que 1,8mg/dL nos anos de 2015 a 2016. Resultados: Amostra foi de 92 pacientes, 52 transplantados com rins em MP. A incidência de FRE foi 86,5% no grupo MP e 95% no grupo PE, p=0,29. Não houve diferença significante quanto à duração em FRE entre os grupos. Os pacientes de MP permaneceram em média sete dias a menos internados que os pacientes em PE, p=0,15. O TIF no grupo MP foi 8,19 horas maior comparado a PE, p<0,01. O tempo médio em MP foi de 13,63horas. A sobrevida renal foi 90,4% no grupo MP e 87,5% nos pacientes PE, p=0,69. A sobrevida do paciente foi 94,2% no grupo MP e 95% no grupo PE, p=0,86. Não houve diferença nos clearances de creatinina com 1, 3, 6, 9 e 12 meses. Ao final do primeiro ano 89,6% dos pacientes de MP tinham clearance de creatinina maior que 30mL/min/ 1,73 m² e no grupo PE 66,7%, p=0,01. Conclusões: A incidência de FRE foi alta e sem diferenças estatísticas entre os grupos. Apesar de a MP aumentar o TIF não alterou a incidência de FRE. Os pacientes do grupo em MP ficaram internados sete dias a menos que o grupo PE, apesar de diferença não significativa. A sobrevida do paciente e do enxerto foi alta ao final do primeiro ano, sem diferenças entre os grupos. O grupo da MP mostrou melhor função renal ao final do primeiro ano.Introdution: Kidney transplantation is the treatment of choice for patients with end-stage chronic kidney disease. After transplantation, the graft may not function immediately and the patient needs to undergo dialysis, characterizing delayed graft function (DGF). DGF increases length of hospital stay, hospital costs and reduces graft survival. The incidence of DGF is higher in expanded criteria donor kidneys (ECD), prolonged cold ischemia time (CIT) and donors with renal dysfunction. ECD is characterized as donor age ≥60 years or 50-60 years with at least two of the following criteria: history of hypertension, cerebrovascular cause of death and serum creatinine ≥1.5mg/dL prior to retrieval. There are two methods of renal preservation: the traditional, cold storage (CS) and machine perfusion (MP). MP is a high-cost technology, restricted to few hospitals and studies showed that it reduces the incidence of DGF. Objectives: Our objectives were to analyze the incidence of DGF, its duration, CIT, length of hospital stay, graft and patient survival one year after transplantation and renal function estimated by the Chronic Kidney Disease Epidemiology Collaboration formula at 1, 3, 6, 9 and 12 months in patients transplanted with CS kidneys compared to MP after CS. Methods: This study was retrospective cohort, in a single center. We included transplants from DCE or standard deceased donors if CIT ≥ 24 hours, cardiorespiratory arrest before donation or creatinine ≥1.8mg/dL prior to retrieval in the years of 2015 and 2016. Results: Sample was 92 patients, 52 transplanted with kidneys in MP. Demographic characteristics were similar between groups except for age of recipient that was higher in the MP group, p=0.03 and donor creatinine prior to retrieval which was 0.7mg/dL higher in the CS group, p=0.01. The incidence of DGF was 86.5% in the MP group and 95% in the CS group, p=0.29. There was no difference in DGF duration between groups. The MP patients remained 7 days less hospitalized than the patients in CS, p = 0.15. CIT was 8,19 hours higher in the MP group, p<0.01. CIT of kidneys in MP was 13.63 hours. Graft survival was 90.4% in the MP group and 87.5% in the CS patients, p = 0.69. Patient survival was 94.2% in the MP group and 95% in the PE group, p = 0.86. Conclusions: There were no differences in creatinine clearances at 1, 3, 6, 9 and 12 months. One year after transplantation, 89.6% of MP patients and 66.7% of CS group had creatinine clearance higher than 30mL/min/1,73 m², p = 0.01. The incidence of DGF was high and there were no statistical differences between the groups. The increase in CIT in the MP group did not imply differences in the incidence of DGF. Patients in the MP group were hospitalized 7 days less than the CS group, although there was no statistical difference. Patient and graft survival was high one year after transplantation, no differences between groups. MP showed better graft function one year after transplantation.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Ciencias da SaudeUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessFunção retardada do enxertoPerfusãoPreservação de órgãosFluxo pulsátilIsquemia friaMáquina de perfusão pulsátil comparada à preservação estática: impacto na função retardada e sobrevida do enxerto renalinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDISSERTAÇÃO Larissa Guedes da Fonte Andrade.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Larissa Guedes da Fonte Andrade.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1134https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/32369/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Larissa%20Guedes%20da%20Fonte%20Andrade.pdf.jpg51b41b82e98a665e1729fc29716e4472MD55ORIGINALDISSERTAÇÃO Larissa Guedes da Fonte Andrade.pdfDISSERTAÇÃO Larissa Guedes da Fonte Andrade.pdfapplication/pdf3887172https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/32369/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Larissa%20Guedes%20da%20Fonte%20Andrade.pdf8bec127ba4fb8bf7502a2ec68033cd80MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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