Chuvas intensas em localidades do Estado de Pernambuco
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5222 |
Resumo: | Para dimensionamento da estrutura dos sistemas de microdrenagem e macrodrenagem, deve-se saber qual a quantidade de precipitação na área a ser drenada, associada a um período de retorno. As equações de chuvas intensas são essenciais no processo de drenagem urbana e rural de águas pluviais, apresentando grande importância para os projetos de hidráulica dos centros urbanos e sistemas de drenagem agrícola que necessitam definir a chuva de projeto para estimar a vazão de projeto dos mesmos. Além disso, as relações IDF contribuem para a diminuição da margem de erros, minimizando-se o risco de enchentes causado por chuvas de alta intensidade, como também são indispensáveis para elaboração e controle dos sistemas de drenagem e irrigação. Em função da pouca disponibilidade de informações no estado de Pernambuco quanto às equações de chuvas intensas, este trabalho tem como objetivo principal a determinação da relação IDF para algumas localidades do território pernambucano. Para isso, foram utilizados os dados de 12 estações pluviográficas e 11 estações pluviométricas, com séries históricas de 8 a 14 anos de observações (pluviógrafos) e séries de 10 a 34 anos de registros (pluviômetros). Além disso, foram realizadas comparações entre as equações geradas por dados pluviográficos e pluviométricos, objetivando avaliar a qualidade das curvas IDF oriundas de dados pluviométricos. O critério adotado para o estabelecimento das séries históricas foi o de séries anuais. Tais séries históricas foram obtidas através de análise de pluviogramas digitalizados, no caso das estações pluviográficas, e por meio da metodologia de desagregação de chuvas de um dia em tempos menores, para os pluviômetros. Na análise de freqüência das séries anuais foram aplicados o modelo de distribuição de Gumbel e o de Weibull, sendo que a segunda distribuição, na maioria dos casos estudados, apresentou os melhores ajustes com o teste de Kolmogorov-Smirnov ao nível de significância de 5% e com R² variando de 0,9199 a 0,9907. Para determinação dos parâmetros da equação de chuvas intensas foram usadas as metodologias de Regressão Linear e a Regressão não-linear, onde o segundo método apresentou melhor ajuste dos parâmetros em todas as equações desenvolvidas. Por fim, as equações geradas por meio de registros pluviométricos apresentaram bons ajustes em comparação com as relações IDF obtidas com dados de pluviogramas, com R² variando de 97% a 99,9% |
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Marcionilo Silva, BrunoMaria Gico Lima Montenegro, Suzana 2014-06-12T17:37:10Z2014-06-12T17:37:10Z2009-01-31Marcionilo Silva, Bruno; Maria Gico Lima Montenegro, Suzana. Chuvas intensas em localidades do Estado de Pernambuco. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/5222Para dimensionamento da estrutura dos sistemas de microdrenagem e macrodrenagem, deve-se saber qual a quantidade de precipitação na área a ser drenada, associada a um período de retorno. As equações de chuvas intensas são essenciais no processo de drenagem urbana e rural de águas pluviais, apresentando grande importância para os projetos de hidráulica dos centros urbanos e sistemas de drenagem agrícola que necessitam definir a chuva de projeto para estimar a vazão de projeto dos mesmos. Além disso, as relações IDF contribuem para a diminuição da margem de erros, minimizando-se o risco de enchentes causado por chuvas de alta intensidade, como também são indispensáveis para elaboração e controle dos sistemas de drenagem e irrigação. Em função da pouca disponibilidade de informações no estado de Pernambuco quanto às equações de chuvas intensas, este trabalho tem como objetivo principal a determinação da relação IDF para algumas localidades do território pernambucano. Para isso, foram utilizados os dados de 12 estações pluviográficas e 11 estações pluviométricas, com séries históricas de 8 a 14 anos de observações (pluviógrafos) e séries de 10 a 34 anos de registros (pluviômetros). Além disso, foram realizadas comparações entre as equações geradas por dados pluviográficos e pluviométricos, objetivando avaliar a qualidade das curvas IDF oriundas de dados pluviométricos. O critério adotado para o estabelecimento das séries históricas foi o de séries anuais. Tais séries históricas foram obtidas através de análise de pluviogramas digitalizados, no caso das estações pluviográficas, e por meio da metodologia de desagregação de chuvas de um dia em tempos menores, para os pluviômetros. Na análise de freqüência das séries anuais foram aplicados o modelo de distribuição de Gumbel e o de Weibull, sendo que a segunda distribuição, na maioria dos casos estudados, apresentou os melhores ajustes com o teste de Kolmogorov-Smirnov ao nível de significância de 5% e com R² variando de 0,9199 a 0,9907. Para determinação dos parâmetros da equação de chuvas intensas foram usadas as metodologias de Regressão Linear e a Regressão não-linear, onde o segundo método apresentou melhor ajuste dos parâmetros em todas as equações desenvolvidas. Por fim, as equações geradas por meio de registros pluviométricos apresentaram bons ajustes em comparação com as relações IDF obtidas com dados de pluviogramas, com R² variando de 97% a 99,9%Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessHidrologia estatísticaPrecipitações máximasRelações IDFChuvas intensas em localidades do Estado de Pernambucoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo2398_1.pdf.jpgarquivo2398_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1313https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5222/4/arquivo2398_1.pdf.jpgc608f82ff50c67975d002256fefc77f5MD54ORIGINALarquivo2398_1.pdfapplication/pdf2577610https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5222/1/arquivo2398_1.pdf42437f0a584393092b0393e11fcd3d48MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5222/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo2398_1.pdf.txtarquivo2398_1.pdf.txtExtracted texttext/plain208666https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/5222/3/arquivo2398_1.pdf.txt94610d071c820549a72dd0209ea23059MD53123456789/52222019-10-25 03:16:45.895oai:repositorio.ufpe.br:123456789/5222Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T06:16:45Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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