Reprodução, Idade e Crescimento de três espécies da família Epinephelidae no litoral de Pernambuco

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Marques, Simone
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8394
Resumo: A família Epinephelidae é constituída de várias espécies de peixes recifais exploradas pela pesca nas regiões tropicais e subtropicais. Os estoques das espécies dessa família são bastante vulneráveis à sobrepesca e conseqüentemente suas estruturas populacionais têm sido fortemente afetadas devido à maturação tardia e crescimento lento da maioria de suas espécies. No Brasil, os grandes epinephelídeos são os principais grupos-alvo da pesca de Norte a Sul. Já espécies de epinephelídeos de médio a pequeno porte não são alvo principais das pescarias, sendo no entanto amplamente exploradas tanto como fauna acompanhante de várias modalidades da pesca comercial, como em pescarias artesanais multiespecíficas. No nordeste brasileiro as espécies sapé Alphestes afer, piraúna Cephalopholis fulva e gato Epinephelus adscencionis são as pequenas garoupas mais capturadas pela pesca artesanal. Recentemente, com a expansão das pescarias com covos para peixes na região, estas espécies passaram a figurar entre espécies alvo desta pescaria mista, destinadas à exportação para a Europa e EUA. Este trabalho teve como objetivo principal estudar a estrutura populacional dessas três espécies de epinephelídeos a partir de amostras coletadas em desembarques da pesca artesanal no litoral de Pernambuco. Para avaliar a estrutura populacional dessas espécies foram investigados os ciclos reprodutivos, a idade, o crescimento e a mortalidade de cada espécie. A maioria das garoupas apresenta desenvolvimento sexual como hermafroditas protogínicas monândricas, em que os machos são provenientes de fêmeas sexualmente maduras. No entanto, algumas espécies de epinefelídeos têm apresentado um padrão de hermafroditismo protogínico diândrico no qual os machos podem ser originados de fêmeas imaturas (machos primários) ou de fêmeas maduras (machos secundários). O estudo da biologia reprodutiva das três espécies de epinefelídeos indicou dois padrões de desenvolvimento sexual, com C. fulva e E. adscensionis desenvolvendo-se predominantemente como hermafroditas protogínicas monândricas e A. afer desenvolvendo-se predominantemente como hermafrodita protogínica diândrica. O período de desova das três espécies ocorreu entre o final do inverno (julho-agosto) e início da primavera (setembro-outubro) nos dois anos de estudo. Indivíduos desovantes, com altos índices gonadossomáticos, foram capturados em áreas de pesca. Nas populações de C. fulva e E. adscensionis os machos (C. fulva - 26 cm CT/8 anos; E. adscensionis - 32 cm CT/8 anos) foram maiores e mais velhos que as fêmeas (C. fulva 22;24 cm CT/6 anos; E. adscensionis - 26 cm CT/6 anos). Nas populações de A. afer os machos (18 cm CT/6 anos) apresentaram tamanho e idade menores que as fêmeas (22 cm CT/8 anos). Os tamanhos de primeira maturação (L50) observados nas fêmeas das três espécies foram iguais para A. afer e C. fulva (L50=18 cm CT) enquanto que o L50 observado para E. adscensionis foi maior com 20 cm CT. As classes de tamanho observadas em fêmeas maduras na fase de mudança de sexo (indivíduos transicionais) foram diferentes entre as espécies: A. afer 18-21.7 cm CT; C. fulva 20-27.1 cm CT; E. adscensionis 26-33 cm CT. Somente A. afer apresentou uma fêmea imatura (16 cm CT) apresentando criptas espermáticas indicando que os machos menores da população foram primários. O modelo de crescimento de von Bertalanffy aplicado para as três espécies indicou crescimento inicial rápido nos primeiros anos de vida e posteriormente lento. A estrutura populacional de C. fulva e E. adscensionis indicou que os indivíduos mais velhos da população foram machos enquanto que a população de A. afer os indivíduos mais velhos foram fêmeas. A espécie que apresentou maior longevidade foi E. adscensionis atingindo 15 anos seguido de A. afer com 13 anos e C. fulva com 11 anos. A marcação química com tetraciclina das três espécies para validação da idade obteve sucesso nesse trabalho indicando que cada anel de crescimento nos otólitos formou-se uma vez ao ano. As taxas de mortalidade (Z) obtidas para as três espécies estudadas indicaram que as populações de A. afer (Z=0.58. ano-1) e C. fulva (Z=0.46. ano-1) apresentaram maior pressão nos seus estoques principalmente pela pesca de armadilhas. A taxa de mortalidade obtida para as populações de E. adscensionis (Z=0.28. ano-1) mostrou que suas populações encontram-se menos exploradas pela pesca no litoral de Pernambuco. Os resultados obtidos nessa tese foram fundamentais para compreender os padrões de desenvolvimento sexual bem como a estrutura etária das populações de A. afer, C. fulva e E. adscensionis exploradas pela pesca no litoral de Pernambuco. Essas informações podem ser aplicadas em planos de manejo, conservação e ordenamento pesqueiro na costa nordeste do Brasil
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No nordeste brasileiro as espécies sapé Alphestes afer, piraúna Cephalopholis fulva e gato Epinephelus adscencionis são as pequenas garoupas mais capturadas pela pesca artesanal. Recentemente, com a expansão das pescarias com covos para peixes na região, estas espécies passaram a figurar entre espécies alvo desta pescaria mista, destinadas à exportação para a Europa e EUA. Este trabalho teve como objetivo principal estudar a estrutura populacional dessas três espécies de epinephelídeos a partir de amostras coletadas em desembarques da pesca artesanal no litoral de Pernambuco. Para avaliar a estrutura populacional dessas espécies foram investigados os ciclos reprodutivos, a idade, o crescimento e a mortalidade de cada espécie. A maioria das garoupas apresenta desenvolvimento sexual como hermafroditas protogínicas monândricas, em que os machos são provenientes de fêmeas sexualmente maduras. No entanto, algumas espécies de epinefelídeos têm apresentado um padrão de hermafroditismo protogínico diândrico no qual os machos podem ser originados de fêmeas imaturas (machos primários) ou de fêmeas maduras (machos secundários). O estudo da biologia reprodutiva das três espécies de epinefelídeos indicou dois padrões de desenvolvimento sexual, com C. fulva e E. adscensionis desenvolvendo-se predominantemente como hermafroditas protogínicas monândricas e A. afer desenvolvendo-se predominantemente como hermafrodita protogínica diândrica. O período de desova das três espécies ocorreu entre o final do inverno (julho-agosto) e início da primavera (setembro-outubro) nos dois anos de estudo. Indivíduos desovantes, com altos índices gonadossomáticos, foram capturados em áreas de pesca. 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O modelo de crescimento de von Bertalanffy aplicado para as três espécies indicou crescimento inicial rápido nos primeiros anos de vida e posteriormente lento. A estrutura populacional de C. fulva e E. adscensionis indicou que os indivíduos mais velhos da população foram machos enquanto que a população de A. afer os indivíduos mais velhos foram fêmeas. A espécie que apresentou maior longevidade foi E. adscensionis atingindo 15 anos seguido de A. afer com 13 anos e C. fulva com 11 anos. A marcação química com tetraciclina das três espécies para validação da idade obteve sucesso nesse trabalho indicando que cada anel de crescimento nos otólitos formou-se uma vez ao ano. As taxas de mortalidade (Z) obtidas para as três espécies estudadas indicaram que as populações de A. afer (Z=0.58. ano-1) e C. fulva (Z=0.46. ano-1) apresentaram maior pressão nos seus estoques principalmente pela pesca de armadilhas. 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