Somos fortes, somos CUT? : precarização e discurso na CUT PE (1989-1999)
| Ano de defesa: | 2007 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9639 |
Resumo: | A questão principal desta pesquisa é: o discurso da Central Única dos Trabalhadores (CUT PE) no período entre 1989 e 1999, estando inserida no contexto da reestruturação capitalista, basicamente no que tange a precarização do trabalho, imposta a classe trabalhadora no período mencionado. Entendemos que o contexto da reestruturação capitalista, no que diz respeito a precarização do trabalho, é fator fundamental para a estruturação política da CUT- PE, e a sua nova forma de se inserir na sociedade. Sendo assim é importante fazer uma análise sobre organização sindical, pois esta é um instrumento dos trabalhadores que expressa as relações sociais existentes. Para tal pesquisa utilizamos a análise de discurso. Construímos o nosso corpus e realizamos a nossa análise e interpretação a partir de textos que melhor retratassem o discurso da CUT PE diante do contexto exposto. Para a análise e interpretação elencamos quatro eixos temáticos, que são: 1) Precarização; 2) Fragmentação; 3) Políticas de intervenção; 4) Instrumentos de intervenção. A partir da análise verificamos transformações discursivas da CUT PE ao longo da década de 1990. Observamos que a CUT PE no final da década de 1989 era contestatória do sistema capitalista e acreditava na mobilização social como principal fator da transformação da realidade estabelecida. Porém, no decorrer da década de 1990, durante a implementação do neoliberalismo no Brasil, a CUT PE mudou seu discurso para, de certa forma, conformar-se diante das transformações que o mundo do trabalho estava sofrendo. Sendo assim, a CUT PE assumiu a postura da negociação com governos neoliberais e patrões, não estimulando a mobilização social e a organização das novas categorias de trabalhadores que ficaram à parte das políticas sindicais |
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