Memória e afetos como resistência à desinformação de gênero : um estudo do período eleitoral brasileiro em 2022
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Ciencia da Informacao
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/62966 |
Resumo: | Promovido pelo capitalismo digital atual, a velocidade e facilidade de disseminação da informação, torna rentável a produção e compartilhamento de narrativas falsas que atraem cliques. A desinformação de gênero abrange informações incompletas, distorcidas, falsas, manipuladas, desatualizadas com intencionalidade de minar a ocupação das mulheres na política. Assim, o objetivo geral da pesquisa é compreender como a desinformação de gênero é enfrentada por meio da (re)construção da memória nas redes sociais digitais. Para alcançar esse propósito, o estudo estabelece três objetivos específicos. O primeiro é identificar os mecanismos e estratégias empregados na disseminação da desinformação de gênero. O segundo busca analisar as ações informacionais de (re)construção da memória nas redes sociais digitais conduzidas por mulheres na política brasileira. Por fim, o terceiro objetivo é investigar a relação entre a memória nas redes sociais digitais e as estratégias de desarticulação da desinformação de gênero, apontando possíveis caminhos para seu enfrentamento. Quanto à metodologia, esta tese se enquadra em uma pesquisa social aplicada, cujo campo empírico foi o Twitter/X. Quanto aos objetivos, classificam-se como uma pesquisa correlacional. Nessa investigação, relacionam-se o fenômeno da memória nas redes sociais digitais e a desinformação de gênero. Quanto à forma de abordagem, se constitui enquanto qualitativa. Para coleta de dados, utilizam-se a pesquisa documental e etnografía virtual, com dados coletados no o Twitter/X. Os dados coletados foram analisados, a partir da análise temática de conteúdo. Conclui-se que a desinformação de gênero utiliza conteúdo emotivo para assediar mulheres, minando sua participação pública. A sororidade se destaca como uma força de resistência fundamental, conectando mulheres e fortalecendo redes de solidariedade. Além da necessidade de promover a co-criação, colaboração comunitária e competência crítica em informação para o fortalecimento da luta contra a desinformação, explorando novos formatos como áudio, memes, e jogos para prebunking. |
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VIANA, Anna Raquel de Lemoshttp://lattes.cnpq.br/2376546049878643http://lattes.cnpq.br/5938270183811260MIRANDA, Májory Karoline Fernandes de Oliveira2025-05-09T19:43:30Z2025-05-09T19:43:30Z2025-02-25VIANA, Anna Raquel de Lemos. Memória e afetos como resistência à desinformação de gênero: um estudo do período eleitoral brasileiro em 2022. 2025. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/62966Promovido pelo capitalismo digital atual, a velocidade e facilidade de disseminação da informação, torna rentável a produção e compartilhamento de narrativas falsas que atraem cliques. A desinformação de gênero abrange informações incompletas, distorcidas, falsas, manipuladas, desatualizadas com intencionalidade de minar a ocupação das mulheres na política. Assim, o objetivo geral da pesquisa é compreender como a desinformação de gênero é enfrentada por meio da (re)construção da memória nas redes sociais digitais. Para alcançar esse propósito, o estudo estabelece três objetivos específicos. O primeiro é identificar os mecanismos e estratégias empregados na disseminação da desinformação de gênero. O segundo busca analisar as ações informacionais de (re)construção da memória nas redes sociais digitais conduzidas por mulheres na política brasileira. Por fim, o terceiro objetivo é investigar a relação entre a memória nas redes sociais digitais e as estratégias de desarticulação da desinformação de gênero, apontando possíveis caminhos para seu enfrentamento. Quanto à metodologia, esta tese se enquadra em uma pesquisa social aplicada, cujo campo empírico foi o Twitter/X. Quanto aos objetivos, classificam-se como uma pesquisa correlacional. 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Além da necessidade de promover a co-criação, colaboração comunitária e competência crítica em informação para o fortalecimento da luta contra a desinformação, explorando novos formatos como áudio, memes, e jogos para prebunking.Driven by the dynamics of digital capitalism, the rapid and effortless dissemination of information has made the production and sharing of false narratives a profitable endeavor, as they attract clicks and engagement. Gender disinformation encompasses incomplete, distorted, false, manipulated, or outdated information intentionally designed to undermine women's participation in politics. This study aims to understand how gender disinformation is countered through the (re)construction of memory in digital social networks. To achieve this goal, the research outlines three specific objectives: (1) identifying the mechanisms and strategies employed in the dissemination of gender disinformation; (2) analyzing the informational actions of memory (re)construction in digital social networks carried out by women in Brazilian politics; and (3) investigating the relationship between digital memory and the strategies used to dismantle gender disinformation, highlighting possible avenues for its mitigation. Methodologically, this study falls within the scope of applied social research, with Twitter/X serving as its empirical field. It is classified as a correlational study, examining the relationship between digital memory and gender disinformation. The approach is qualitative, employing document analysis and virtual ethnography for data collection, while thematic content analysis is used to interpret the findings. The study concludes that gender disinformation leverages emotionally charged content to harass women, hindering their public participation. Sorority emerges as a key resistance force, fostering solidarity networks among women. Additionally, it highlights the importance of promoting co- creation, community collaboration, and critical information literacy to strengthen the fight against disinformation, exploring innovative formats such as audio, memes, and games for prebunking strategies.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Ciencia da InformacaoUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessDesinformação de gêneroMemóriaAfetosPeríodo eleitoralX/TwitterMemória e afetos como resistência à desinformação de gênero : um estudo do período eleitoral brasileiro em 2022info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALTESE Anna Raquel de Lemos Viana.pdfTESE Anna Raquel de Lemos Viana.pdfapplication/pdf5163808https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/62966/1/TESE%20Anna%20Raquel%20de%20Lemos%20Viana.pdf4f80425ea365da3760d81b2eb6ed0fb1MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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