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Estudo clínico e genético do Papilomavírus humano sorotipo 16/ Monique Ferraz de Sá Beltrão

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Ferraz de Sá Beltrão, Monique
Orientador(a): Luiz de Lima Filho, José
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1738
Resumo: O câncer cervical é o segundo tipo de neoplasia que mais acomete as mulheres no Brasil, com alta prevalência em Pernambuco. A associação desta patologia como o papilomavírus humano (HPV) já está bem estabelecida e atualmente, sabe-se que o HPV pode ser encontrado em vários outros locais de infecção, além da região genital. Com o intuito de apontar a distribuição corpórea do HPV pelo corpo humano foi realizada uma revisão da literatura buscando por sítios corpóreos em que o DNA viral já tinha sido identificado. Dentre os tipos virais de alto risco que mais acometem a população brasileira, sabe-se que o HPV16 aparece associado a mais de 50% dos achados. Baseado nisso, uma busca pela presença do DNA do HPV e pelos variantes virais do HPV16 foi realizada em mulheres de Pernambuco que apresentavam lesões genitais. Complementarmente, sabe-se que sistemas de expressão são amplamente utilizados para produção de diversas moléculas biológicas, sendo o bacteriano o mais rápido e fácil de ser utilizado. Visando melhor utilização do sistema de expressão em bactéria, desenvolvemos um método para detectar a produção de -galactosidase em cepas heterólogas de Escherichia coli. Esse sistemas bacterianos vem sendo utilizados para produção de diversas moléculas virais, como oncoproteínas virais. Baseado no levantamento bibliográfico realizado foi possível identificar DNA viral nos mais diferentes sítios corpóreos, inclusive com ausência de lesões clínicas, apontando para a possibilidade do HPV agir como um oportunista. Da população estudada, mais de 50% foram positivas para o HPV, com achados de múltiplas infecções com tipos virais distintos, onde o variante Europeu foi o mais frequente nos casos de HPV16 positivo. A linhagem Origami (DE3) de E.coli demonstrou-se eficiente no ensaio colorimétrico expressando o gene da -galactosidase com baixa produção de proteínas bacterianas. Baseado nisso, esse modelo bacteriano foi utilizado no processo de sub-clonagem do gene E7 do HPV16 permitindo após indução do promotor visualizar uma banda de 15 KDa na eletroforese de proteínas totais, banda provavelmente referente a oncoproteína viral. No entanto, faz-se necessário emprego de testes imunológicos com anticorpos específicos para confirmar sua produção e posterior purificação. A tipagem da população a respeito do variante do HPV mais predominante e produção da proteína E7 permitem o aumento nos conhecimentos dos diferentes mecanismos de interação do vírus com o hospedeiro e favorecem ao desenvolvimento de métodos diagnósticos e terapêuticos mais eficientes e específicos para as diferentes regiões do mundo
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Dentre os tipos virais de alto risco que mais acometem a população brasileira, sabe-se que o HPV16 aparece associado a mais de 50% dos achados. Baseado nisso, uma busca pela presença do DNA do HPV e pelos variantes virais do HPV16 foi realizada em mulheres de Pernambuco que apresentavam lesões genitais. Complementarmente, sabe-se que sistemas de expressão são amplamente utilizados para produção de diversas moléculas biológicas, sendo o bacteriano o mais rápido e fácil de ser utilizado. Visando melhor utilização do sistema de expressão em bactéria, desenvolvemos um método para detectar a produção de -galactosidase em cepas heterólogas de Escherichia coli. Esse sistemas bacterianos vem sendo utilizados para produção de diversas moléculas virais, como oncoproteínas virais. Baseado no levantamento bibliográfico realizado foi possível identificar DNA viral nos mais diferentes sítios corpóreos, inclusive com ausência de lesões clínicas, apontando para a possibilidade do HPV agir como um oportunista. Da população estudada, mais de 50% foram positivas para o HPV, com achados de múltiplas infecções com tipos virais distintos, onde o variante Europeu foi o mais frequente nos casos de HPV16 positivo. A linhagem Origami (DE3) de E.coli demonstrou-se eficiente no ensaio colorimétrico expressando o gene da -galactosidase com baixa produção de proteínas bacterianas. Baseado nisso, esse modelo bacteriano foi utilizado no processo de sub-clonagem do gene E7 do HPV16 permitindo após indução do promotor visualizar uma banda de 15 KDa na eletroforese de proteínas totais, banda provavelmente referente a oncoproteína viral. No entanto, faz-se necessário emprego de testes imunológicos com anticorpos específicos para confirmar sua produção e posterior purificação. 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