Identificação humana como ferramenta de investigações criminais: estudo de frequências alélicas de marcadores de interesse forense no Estado de Pernambuco
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11894 |
Resumo: | A análise de polimorfismos de DNA como ferramenta de identificação humana é de grande relevância, sendo amplamente utilizada pela Criminalística objetivando a determinação de parentesco biológico e elucidação de crimes. As principais regiões polimórficas do DNA utilizadas na rotina forense são os STRs presentes nos cromossomos autossômicos, todavia, marcadores do cromossomo Y e do cromossomo X devem receber atenção especial por serem muito eficientes quando aplicados em investigações de casos complexos de paternidade, de crimes sexuais e pela capacidade de complementar eficazmente a análise de marcadores autossomos e do DNA mitocondrial. O presente trabalho descreve as frequências alélicas de marcadores de interesse forense presentes em 21 STRs autossômicos (D3S1358, vWA, D16S539, CSF1PO, TPOX, D8S1179, D21S11, D18S51, D2S441, D19S443, TH01, FGA, D22S1045, D5S818, D13S317, D7S820, SE33, D10S1246, D1S1656, D12S391, D2S1338) e as frequências alélicas de 12 X-STRs (DXS7132, DXS7423, DXS8378, DXS10074, DXS10079, DXS10101, DXS10103, DXS10134, DXS10135, DXS10146, DXS10148 e HPRTB), em uma amostragem de 879 indivíduos não relacionados de oito territórios do Estado de Pernambuco, Brasil; além de Fernando de Noronha. Não foram observadas diferenças significativas para quaisquer loci analisados em comparação com outras publicações relativas a diversas regiões do Brasil tanto para as regiões autossômicas quanto para o X-STR. A maioria dos marcadores observados apresentou-se em equilíbrio de Hardy- Weinberg. Os demais parâmetros estatísticos analisados indicam que os marcadores estudados são informativos quando se trata de identificação humana com fins forenses na população pernambucana. |
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A análise de polimorfismos de DNA como ferramenta de identificação humana é de grande relevância, sendo amplamente utilizada pela Criminalística objetivando a determinação de parentesco biológico e elucidação de crimes. As principais regiões polimórficas do DNA utilizadas na rotina forense são os STRs presentes nos cromossomos autossômicos, todavia, marcadores do cromossomo Y e do cromossomo X devem receber atenção especial por serem muito eficientes quando aplicados em investigações de casos complexos de paternidade, de crimes sexuais e pela capacidade de complementar eficazmente a análise de marcadores autossomos e do DNA mitocondrial. O presente trabalho descreve as frequências alélicas de marcadores de interesse forense presentes em 21 STRs autossômicos (D3S1358, vWA, D16S539, CSF1PO, TPOX, D8S1179, D21S11, D18S51, D2S441, D19S443, TH01, FGA, D22S1045, D5S818, D13S317, D7S820, SE33, D10S1246, D1S1656, D12S391, D2S1338) e as frequências alélicas de 12 X-STRs (DXS7132, DXS7423, DXS8378, DXS10074, DXS10079, DXS10101, DXS10103, DXS10134, DXS10135, DXS10146, DXS10148 e HPRTB), em uma amostragem de 879 indivíduos não relacionados de oito territórios do Estado de Pernambuco, Brasil; além de Fernando de Noronha. Não foram observadas diferenças significativas para quaisquer loci analisados em comparação com outras publicações relativas a diversas regiões do Brasil tanto para as regiões autossômicas quanto para o X-STR. A maioria dos marcadores observados apresentou-se em equilíbrio de Hardy- Weinberg. Os demais parâmetros estatísticos analisados indicam que os marcadores estudados são informativos quando se trata de identificação humana com fins forenses na população pernambucana. |
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