Controle biológico da mancha-aquosa do melão causada por Acidovorax avenae subsp. citrulli
| Ano de defesa: | 2004 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1420 |
Resumo: | A mancha-aquosa, causada pela bactéria Acidovorax avenae subsp. citrulli, é hoje um problema para a cultura do melão nas áreas produtoras do Nordeste, principalmente nos Estados do Ceará e Rio Grande do Norte. A doença, sobretudo durante o período chuvoso, chega a dizimar boa parte da produção em algumas lavouras. Microrganismos têm sido usados no controle de doenças de plantas e o gênero Bacillus é citado como um dos mais utilizados, devido, em grande parte, à sua capacidade de produzir substâncias antimicrobianas, entre as quais lipopeptídeos. O objetivo deste trabalho foi investigar o controle da mancha aquosa do melão por espécies de Bacillus. Foram realizados testes in vivo, aplicando-se caldos fermentados de B. subtilis R14, B. megaterium pv. cerealis RAB7, B. megaterium C116 e Bacillus sp. MEN2, com e sem de células, em sementes de melão anteriormente inoculadas com A. avenae subsp. citrulli. As fermentações foram realizadas em mesa agitadora e o plantio das sementes em bandeja. Testes de antagonismo in vitro foram também realizados pelo método de difusão em ágar. A avaliação dos testes in vivo foi realizada através das seguintes variáveis: incidência (INC = porcentagem de plantas com sintomas) e período de incubação (PI = número de dias transcorridos do plantio até o aparecimento dos sintomas). A severidade foi avaliada, de acordo com escala de notas, diariamente, durante cinco dias, calculando-se o índice de doença (IDO) e área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD). Os resultados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey. B. subtilis R14, B. megaterium. pv. cerealis RAB7, B. megaterium C116 e Bacillus sp. MEN2 apresentaram atividade in vitro contra A. avenae subsp. citrulli e controlaram a doença in vivo, sem diferença significativa entre as quatro linhagens de Bacillus. Os tratamentos, com e sem células, também não apresentaram diferença significativa, indicando que a inibição do crescimento do fitopatógeno ocorreu devido à presença de compostos bioativos produzidos durante as fermentações. Estes compostos foram parcialmente caracterizados como lipopeptídeos, através de testes de hemólise e de atividade surfactante |
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Roza dos Santos, ElizamaMaria Souto, Ana 2014-06-12T15:49:51Z2014-06-12T15:49:51Z2004Roza dos Santos, Elizama; Maria Souto, Ana. Controle biológico da mancha-aquosa do melão causada por Acidovorax avenae subsp. citrulli. 2004. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia de Produtos Bioativos, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2004.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1420ark:/64986/0013000008kmfA mancha-aquosa, causada pela bactéria Acidovorax avenae subsp. citrulli, é hoje um problema para a cultura do melão nas áreas produtoras do Nordeste, principalmente nos Estados do Ceará e Rio Grande do Norte. A doença, sobretudo durante o período chuvoso, chega a dizimar boa parte da produção em algumas lavouras. Microrganismos têm sido usados no controle de doenças de plantas e o gênero Bacillus é citado como um dos mais utilizados, devido, em grande parte, à sua capacidade de produzir substâncias antimicrobianas, entre as quais lipopeptídeos. O objetivo deste trabalho foi investigar o controle da mancha aquosa do melão por espécies de Bacillus. Foram realizados testes in vivo, aplicando-se caldos fermentados de B. subtilis R14, B. megaterium pv. cerealis RAB7, B. megaterium C116 e Bacillus sp. MEN2, com e sem de células, em sementes de melão anteriormente inoculadas com A. avenae subsp. citrulli. As fermentações foram realizadas em mesa agitadora e o plantio das sementes em bandeja. Testes de antagonismo in vitro foram também realizados pelo método de difusão em ágar. A avaliação dos testes in vivo foi realizada através das seguintes variáveis: incidência (INC = porcentagem de plantas com sintomas) e período de incubação (PI = número de dias transcorridos do plantio até o aparecimento dos sintomas). A severidade foi avaliada, de acordo com escala de notas, diariamente, durante cinco dias, calculando-se o índice de doença (IDO) e área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD). 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Estes compostos foram parcialmente caracterizados como lipopeptídeos, através de testes de hemólise e de atividade surfactanteporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessMelãoBacterias-gram negativasControle biológico da mancha-aquosa do melão causada por Acidovorax avenae subsp. citrulliinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo4438_1.pdf.jpgarquivo4438_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1175https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/1420/4/arquivo4438_1.pdf.jpg58daf8cdb566bc6a4ba55f73e06daaa0MD54ORIGINALarquivo4438_1.pdfapplication/pdf555928https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/1420/1/arquivo4438_1.pdff7ae357b001b006fb69c9507a2f06dd5MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/1420/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo4438_1.pdf.txtarquivo4438_1.pdf.txtExtracted texttext/plain77059https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/1420/3/arquivo4438_1.pdf.txt10aad1ef556537db9fdae18f7eb7f036MD53123456789/14202019-10-25 16:02:36.271oai:repositorio.ufpe.br:123456789/1420Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T19:02:36Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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