Educação materna e saúde infantil em uma perspectiva regional : uma análise com Propensity Score Matching

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: MOURA, Síria Monique Alves de
Orientador(a): FERREIRA, Monaliza de Oliveira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Economia / Centro Academico do Agreste
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/62752
Resumo: A desigualdade regional representa um desafio significativo na saúde pública brasileira, especialmente no contexto da saúde infantil. Este estudo visa examinar a relação entre a educação materna e a saúde infantil para os anos de 2012 e 2022 em todo o Brasil, com análises regionais detalhadas, utilizando dados da Declaração de Nascidos Vivos do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC – DATASUS). Utilizando a técnica de Propensity Score Matching (PSM), foram criados grupos comparáveis de mães com diferentes níveis de educação para controlar o viés de seleção, analisando o impacto do maior nível de educação materna, neste caso, possuir ensino superior completo, na incidência de baixo peso ao nascer. Em 2012, observaram-se efeitos positivos para todas as regiões do país, com exceção do Centro- Oeste. Por outro lado, em 2022, encontrou-se um resultado significativo apenas na região Sudeste, porém com um efeito negativo. Este padrão pode ser interpretado à luz do paradoxo do baixo peso ao nascer, onde regiões mais desenvolvidas podem apresentar maior incidência de baixo peso, devido às melhores condições para salvar bebês prematuros. Intervenções mais abrangentes, que considerem os diversos determinantes da saúde materna e infantil, são essenciais para reduzir o baixo peso ao nascer de forma eficaz. É crucial implementar políticas públicas e intervenções que incentivem a educação das mães não apenas como estratégia para mitigar o baixo peso ao nascer, mas também como um investimento no desenvolvimento social e econômico das famílias e comunidades.
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Utilizando a técnica de Propensity Score Matching (PSM), foram criados grupos comparáveis de mães com diferentes níveis de educação para controlar o viés de seleção, analisando o impacto do maior nível de educação materna, neste caso, possuir ensino superior completo, na incidência de baixo peso ao nascer. Em 2012, observaram-se efeitos positivos para todas as regiões do país, com exceção do Centro- Oeste. Por outro lado, em 2022, encontrou-se um resultado significativo apenas na região Sudeste, porém com um efeito negativo. Este padrão pode ser interpretado à luz do paradoxo do baixo peso ao nascer, onde regiões mais desenvolvidas podem apresentar maior incidência de baixo peso, devido às melhores condições para salvar bebês prematuros. Intervenções mais abrangentes, que considerem os diversos determinantes da saúde materna e infantil, são essenciais para reduzir o baixo peso ao nascer de forma eficaz. É crucial implementar políticas públicas e intervenções que incentivem a educação das mães não apenas como estratégia para mitigar o baixo peso ao nascer, mas também como um investimento no desenvolvimento social e econômico das famílias e comunidades.Regional inequality represents a significant challenge in Brazilian public health, especially concerning child health. This study aims to examine the relationship between maternal education and child health for the years 2012 and 2022 across Brazil, with detailed regional analyses using data from the Live Births Information System (SINASC – DATASUS). Using the Propensity Score Matching (PSM) technique, comparable groups of mothers with different levels of education were created to control for selection bias, analyzing the impact of higher levels of maternal education, in this case, having completed higher education, on the incidence of low birth weight. In 2012, positive effects were observed for all regions of the country, except for the Midwest. However, in 2022, a significant result was found only in the Southeast region, albeit with a negative effect. This pattern can be interpreted in light of the low birth weight paradox, where more developed regions may have a higher incidence of low birth weight due to better conditions for saving premature babies. Comprehensive interventions that consider various determinants of maternal and child health are essential to effectively reduce low birth weight. It is crucial to implement public policies and interventions that promote maternal education not only as a strategy to mitigate low birth weight but also as an investment in the social and economic development of families and communities.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Economia / Centro Academico do AgresteUFPEBrasilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessEducação maternaPeso baixo ao nascerSaúde infantilPropensity Score MatchingEducação materna e saúde infantil em uma perspectiva regional : uma análise com Propensity Score Matchinginfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Síria Monique Alves de Moura.pdfDISSERTAÇÃO Síria Monique Alves de Moura.pdfapplication/pdf488451https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/62752/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20S%c3%adria%20Monique%20Alves%20de%20Moura.pdf04c311a4d2a1f9a7679f5590112dfb30MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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