Isolamento de micro-organismos endofíticos do Ipê Roxo (Tabebuia avellanedae) e avaliação da atividade antimicrobiana
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12243 |
Resumo: | A ocorrência e o potencial farmacológico de metabólitos secundários de micro-organismos endofíticos de plantas, têm sido amplamente investigados. Tabebuia avellanedae, (ipê-roxo) é utilizada como analgésico, antiinflamatório, antibióticos e anti-mutagênico. Diante do potencial biotecnológico desta planta, o presente trabalho teve como objetivo isolar endofíticos de folhas de T. avellanedae e avaliar a atividade antimicrobiana. Foram isolados 166 endofíticos dos quais aproximadamente 74% (123) são fungos, 22% (36) bactérias e 4% (7) actinobactérias. Todas as actinobactérias foram identificadas como Streptomyces spp. Utilizou-se como micro-organismos testes bactérias Gram positivas, Gram negativas e leveduras patógenas oportunistas. Na seleção primária, actinobactérias (3) e fungos (9) apresentaram halos de inibição antimicrobiana. Destes endófitos na fermentação, aproximadamente 66,66% das actinobactérias tiveram atividade contra Staphylococcus aureus, Micrococcus luteus e Bacillus subtilis e 11,11% dos fungos contra Candida albicans. Para extração dos compostos biativos os melhores solventes, pHs, meios de cultura e tempo de cultivo foram, respectivamente, para Streptomyces sp. PCA 3: acetato de etila, pH 7, MPE, 96 horas; para Streptomyces sp. PCA 4: clorofórmio, pH 7 (extrato) e acetona, pH 2 (biomassa), MPE, 72 horas; e para o fungo PEF 6: acetato de etila, pH 7, cinco dias. Foram detectados nos extratos da planta e endofíticos bioativos ß-amirina, ß-sitosterol, ácido ursólico, flavonóides e alcalóides sendo constatado que os compostos produzidos pelo isolado Streptomyces sp. PCA 4 são mais semelhantes aos produzidos pela planta. Diante desses resultados, conclui-se que os endofíticos bioativos apresentam potencial farmacológico, porém outros estudos são necessários para comprovar a efetividade dos mesmos. |
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A ocorrência e o potencial farmacológico de metabólitos secundários de micro-organismos endofíticos de plantas, têm sido amplamente investigados. Tabebuia avellanedae, (ipê-roxo) é utilizada como analgésico, antiinflamatório, antibióticos e anti-mutagênico. Diante do potencial biotecnológico desta planta, o presente trabalho teve como objetivo isolar endofíticos de folhas de T. avellanedae e avaliar a atividade antimicrobiana. Foram isolados 166 endofíticos dos quais aproximadamente 74% (123) são fungos, 22% (36) bactérias e 4% (7) actinobactérias. Todas as actinobactérias foram identificadas como Streptomyces spp. Utilizou-se como micro-organismos testes bactérias Gram positivas, Gram negativas e leveduras patógenas oportunistas. Na seleção primária, actinobactérias (3) e fungos (9) apresentaram halos de inibição antimicrobiana. Destes endófitos na fermentação, aproximadamente 66,66% das actinobactérias tiveram atividade contra Staphylococcus aureus, Micrococcus luteus e Bacillus subtilis e 11,11% dos fungos contra Candida albicans. Para extração dos compostos biativos os melhores solventes, pHs, meios de cultura e tempo de cultivo foram, respectivamente, para Streptomyces sp. PCA 3: acetato de etila, pH 7, MPE, 96 horas; para Streptomyces sp. PCA 4: clorofórmio, pH 7 (extrato) e acetona, pH 2 (biomassa), MPE, 72 horas; e para o fungo PEF 6: acetato de etila, pH 7, cinco dias. Foram detectados nos extratos da planta e endofíticos bioativos ß-amirina, ß-sitosterol, ácido ursólico, flavonóides e alcalóides sendo constatado que os compostos produzidos pelo isolado Streptomyces sp. PCA 4 são mais semelhantes aos produzidos pela planta. Diante desses resultados, conclui-se que os endofíticos bioativos apresentam potencial farmacológico, porém outros estudos são necessários para comprovar a efetividade dos mesmos. |
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