Síntese e Avaliação da Atividade Anti-Trypanosoma cruzi de Inéditas Tiazolil-Hidrazonas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Gomes, Paulo André Teixeira de Moraes
Orientador(a): Leite, Ana Cristina Lima
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10988
Resumo: A doença de Chagas é reconhecida pela OMS como uma das 13 doenças tropicais mais negligenciadas do mundo. O atual tratamento da doença é feito basicamente com Benznidazol. No entanto, tal medicamento não é ideal, principalmente por apresentar sérios efeitos colaterais e por não ser ativo na fase crônica da doença. Por esse motivo torna-se necessário o desenvolvimento de novos protótipos a fármacos anti-T. cruzi. Trabalhos desenvolvidos por nosso grupo de pesquisa têm revelado que as tiossemicarbazonas e derivados heterocíclicos do tipo tiazol tem revelado potencial atividade frente ao T. cruzi. Estes trabalhos nos motivaram a síntese de inéditos candidatos a fármacos antichagásicos. Para o planejamento das séries foram escolhidos grupamentos farmacofóricos com conhecida atividade antichagásica. A primeira série PM01-10 utiliza a técnica de hibridação molecular, juntando dois grupos farmacofóricos, o anel ftalimida e a tiazolil-hidrazona (bioisóstero cíclico da tiossemicarbazona). A segunda série PT01.2-14 são bioisósteros da 3’-bromopropilfenona-tiossemicarbazona (1i) contendo o anel tiazol. Dez inéditos derivados da ftalimida (PM01-10 e PA01) e dez inéditos derivados da 1i (PT01.2-14) do tipo tiazolil-hidrazonas foram obtidos e caracterizados estruturalmente. Os compostos (PM01-10 e PA01) foram avaliados quanto as suas atividades tripanocidas “in vitro” frente à forma evolutiva epimastigota e quanto a citotoxicidade frente a células de mamíferos. Os compostos (PT01.2-14) foram avaliados quanto a atividade tripanocida frente à forma tripomastigota e epimastigota e quanto a citotoxicidade em células de mamíferos. Da série PM01-10, foi possível identificar os tiazois PM04, PM05 e PM06 como os mais potentes da série, que apresentam propriedades tripanocidas, para a forma epimastigota, melhores que o BDZ. Da série PT01.2-14, foi possível identificar os tiazóis PT01.2, PT01.4 e PT01.5 como os mais potentes da série, que apresentam propriedades tripanocidas similares ao BDZ. As duas séries de compostos também foram avaliadas quanto as propriedade leishmanicidas. Da série PM01-10, foi possível identificar os tiazois PM02 e PM10 como os mais potentes da série. Já entre os tiazois da série PT01.2-14, foi possível identificar os tiazois PT01.7 e PT01.9 como os mais seletivos da série, sendo o PT01.7 três vezes mais seletivo e o PT01.9 quatro vezes mais seletivo, quando comparado com a tiossemicarbazona PT01.
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