Síntese e Avaliação da Atividade Anti-Trypanosoma cruzi de Inéditas Tiazolil-Hidrazonas
| Ano de defesa: | 2012 |
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Universidade Federal de Pernambuco
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Resumo: | A doença de Chagas é reconhecida pela OMS como uma das 13 doenças tropicais mais negligenciadas do mundo. O atual tratamento da doença é feito basicamente com Benznidazol. No entanto, tal medicamento não é ideal, principalmente por apresentar sérios efeitos colaterais e por não ser ativo na fase crônica da doença. Por esse motivo torna-se necessário o desenvolvimento de novos protótipos a fármacos anti-T. cruzi. Trabalhos desenvolvidos por nosso grupo de pesquisa têm revelado que as tiossemicarbazonas e derivados heterocíclicos do tipo tiazol tem revelado potencial atividade frente ao T. cruzi. Estes trabalhos nos motivaram a síntese de inéditos candidatos a fármacos antichagásicos. Para o planejamento das séries foram escolhidos grupamentos farmacofóricos com conhecida atividade antichagásica. A primeira série PM01-10 utiliza a técnica de hibridação molecular, juntando dois grupos farmacofóricos, o anel ftalimida e a tiazolil-hidrazona (bioisóstero cíclico da tiossemicarbazona). A segunda série PT01.2-14 são bioisósteros da 3’-bromopropilfenona-tiossemicarbazona (1i) contendo o anel tiazol. Dez inéditos derivados da ftalimida (PM01-10 e PA01) e dez inéditos derivados da 1i (PT01.2-14) do tipo tiazolil-hidrazonas foram obtidos e caracterizados estruturalmente. Os compostos (PM01-10 e PA01) foram avaliados quanto as suas atividades tripanocidas “in vitro” frente à forma evolutiva epimastigota e quanto a citotoxicidade frente a células de mamíferos. Os compostos (PT01.2-14) foram avaliados quanto a atividade tripanocida frente à forma tripomastigota e epimastigota e quanto a citotoxicidade em células de mamíferos. Da série PM01-10, foi possível identificar os tiazois PM04, PM05 e PM06 como os mais potentes da série, que apresentam propriedades tripanocidas, para a forma epimastigota, melhores que o BDZ. Da série PT01.2-14, foi possível identificar os tiazóis PT01.2, PT01.4 e PT01.5 como os mais potentes da série, que apresentam propriedades tripanocidas similares ao BDZ. As duas séries de compostos também foram avaliadas quanto as propriedade leishmanicidas. Da série PM01-10, foi possível identificar os tiazois PM02 e PM10 como os mais potentes da série. Já entre os tiazois da série PT01.2-14, foi possível identificar os tiazois PT01.7 e PT01.9 como os mais seletivos da série, sendo o PT01.7 três vezes mais seletivo e o PT01.9 quatro vezes mais seletivo, quando comparado com a tiossemicarbazona PT01. |
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Gomes, Paulo André Teixeira de MoraesLeite, Ana Cristina Lima 2015-03-06T11:33:49Z2015-03-06T11:33:49Z2012-08-02https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10988A doença de Chagas é reconhecida pela OMS como uma das 13 doenças tropicais mais negligenciadas do mundo. O atual tratamento da doença é feito basicamente com Benznidazol. No entanto, tal medicamento não é ideal, principalmente por apresentar sérios efeitos colaterais e por não ser ativo na fase crônica da doença. Por esse motivo torna-se necessário o desenvolvimento de novos protótipos a fármacos anti-T. cruzi. Trabalhos desenvolvidos por nosso grupo de pesquisa têm revelado que as tiossemicarbazonas e derivados heterocíclicos do tipo tiazol tem revelado potencial atividade frente ao T. cruzi. Estes trabalhos nos motivaram a síntese de inéditos candidatos a fármacos antichagásicos. Para o planejamento das séries foram escolhidos grupamentos farmacofóricos com conhecida atividade antichagásica. A primeira série PM01-10 utiliza a técnica de hibridação molecular, juntando dois grupos farmacofóricos, o anel ftalimida e a tiazolil-hidrazona (bioisóstero cíclico da tiossemicarbazona). A segunda série PT01.2-14 são bioisósteros da 3’-bromopropilfenona-tiossemicarbazona (1i) contendo o anel tiazol. Dez inéditos derivados da ftalimida (PM01-10 e PA01) e dez inéditos derivados da 1i (PT01.2-14) do tipo tiazolil-hidrazonas foram obtidos e caracterizados estruturalmente. Os compostos (PM01-10 e PA01) foram avaliados quanto as suas atividades tripanocidas “in vitro” frente à forma evolutiva epimastigota e quanto a citotoxicidade frente a células de mamíferos. Os compostos (PT01.2-14) foram avaliados quanto a atividade tripanocida frente à forma tripomastigota e epimastigota e quanto a citotoxicidade em células de mamíferos. Da série PM01-10, foi possível identificar os tiazois PM04, PM05 e PM06 como os mais potentes da série, que apresentam propriedades tripanocidas, para a forma epimastigota, melhores que o BDZ. Da série PT01.2-14, foi possível identificar os tiazóis PT01.2, PT01.4 e PT01.5 como os mais potentes da série, que apresentam propriedades tripanocidas similares ao BDZ. As duas séries de compostos também foram avaliadas quanto as propriedade leishmanicidas. Da série PM01-10, foi possível identificar os tiazois PM02 e PM10 como os mais potentes da série. Já entre os tiazois da série PT01.2-14, foi possível identificar os tiazois PT01.7 e PT01.9 como os mais seletivos da série, sendo o PT01.7 três vezes mais seletivo e o PT01.9 quatro vezes mais seletivo, quando comparado com a tiossemicarbazona PT01.FACEPEporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessDoença de ChagasCisteínaFtalimidas e tiazolil-hidrazonasSíntese e Avaliação da Atividade Anti-Trypanosoma cruzi de Inéditas Tiazolil-Hidrazonasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILGOMES, Paulo Andre T. M. Dissertacao de Mestrado.pdf.jpgGOMES, Paulo Andre T. M. 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A doença de Chagas é reconhecida pela OMS como uma das 13 doenças tropicais mais negligenciadas do mundo. O atual tratamento da doença é feito basicamente com Benznidazol. No entanto, tal medicamento não é ideal, principalmente por apresentar sérios efeitos colaterais e por não ser ativo na fase crônica da doença. Por esse motivo torna-se necessário o desenvolvimento de novos protótipos a fármacos anti-T. cruzi. Trabalhos desenvolvidos por nosso grupo de pesquisa têm revelado que as tiossemicarbazonas e derivados heterocíclicos do tipo tiazol tem revelado potencial atividade frente ao T. cruzi. Estes trabalhos nos motivaram a síntese de inéditos candidatos a fármacos antichagásicos. Para o planejamento das séries foram escolhidos grupamentos farmacofóricos com conhecida atividade antichagásica. A primeira série PM01-10 utiliza a técnica de hibridação molecular, juntando dois grupos farmacofóricos, o anel ftalimida e a tiazolil-hidrazona (bioisóstero cíclico da tiossemicarbazona). A segunda série PT01.2-14 são bioisósteros da 3’-bromopropilfenona-tiossemicarbazona (1i) contendo o anel tiazol. Dez inéditos derivados da ftalimida (PM01-10 e PA01) e dez inéditos derivados da 1i (PT01.2-14) do tipo tiazolil-hidrazonas foram obtidos e caracterizados estruturalmente. Os compostos (PM01-10 e PA01) foram avaliados quanto as suas atividades tripanocidas “in vitro” frente à forma evolutiva epimastigota e quanto a citotoxicidade frente a células de mamíferos. Os compostos (PT01.2-14) foram avaliados quanto a atividade tripanocida frente à forma tripomastigota e epimastigota e quanto a citotoxicidade em células de mamíferos. Da série PM01-10, foi possível identificar os tiazois PM04, PM05 e PM06 como os mais potentes da série, que apresentam propriedades tripanocidas, para a forma epimastigota, melhores que o BDZ. Da série PT01.2-14, foi possível identificar os tiazóis PT01.2, PT01.4 e PT01.5 como os mais potentes da série, que apresentam propriedades tripanocidas similares ao BDZ. As duas séries de compostos também foram avaliadas quanto as propriedade leishmanicidas. Da série PM01-10, foi possível identificar os tiazois PM02 e PM10 como os mais potentes da série. Já entre os tiazois da série PT01.2-14, foi possível identificar os tiazois PT01.7 e PT01.9 como os mais seletivos da série, sendo o PT01.7 três vezes mais seletivo e o PT01.9 quatro vezes mais seletivo, quando comparado com a tiossemicarbazona PT01. |
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