Reflexões sobre a experiência de pessoas negras nas quadrilhas juninas do Recife-PE

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: SOUZA, Cristiane Inácio de
Orientador(a): MENEZES NETO, Hugo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Antropologia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/63867
Resumo: As quadrilhas juninas de Recife conformam a maior manifestação artística da cultura popular do ciclo festivo junino brasileiro. A partir de entrevistas semiestruturadas e observação partici- pante junto aos componentes da Quadrilha Junina Tradição, Quadrilha Junina Evolução, Qua- drilha Junina Raio de Sol e Quadrilha Junina Nordestina, produzi reflexões sobre as questões raciais que operam o movimento quadrilheiro. Apresento, sobremaneira, as reflexões dos(as) próprios(as) brincantes negros(as) acerca das suas experiências festivas, enfatizando a ausên- cia de pessoas com seus perfis raciais em lugares de destaques dentro do espetáculo e a falta de protagonismo artístico e político. O intuito, como produto das reflexões, é entender as qua- drilhas juninas como espaços de uma educação informal antirracista. Este trabalho também faz parte de minha escrevivência, pois o meu interesse sobre o objeto de estudo vem de mi- nhas experiências enquanto mulher negra e ex-brincante. Durante trinta anos dancei quadrilha junina e participei da sua cadeia produtiva, tive a oportunidade de vivenciar papéis de desta- que, entretanto sob uma ótica da branquitude. A metodologia está dividida em três partes: a primeira foram as visitas ao campo, a segunda foi uma pesquisa realizada pela plataforma On- line Google Forms e a última foram as entrevistas também realizadas on-line. Através das en- trevistas e observações, ficou bem delimitado o lugar que as pessoas negras, como eu, ocupam nas quadrilhas juninas, impactadas pela reprodução do racismo estrutural.
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Apresento, sobremaneira, as reflexões dos(as) próprios(as) brincantes negros(as) acerca das suas experiências festivas, enfatizando a ausên- cia de pessoas com seus perfis raciais em lugares de destaques dentro do espetáculo e a falta de protagonismo artístico e político. O intuito, como produto das reflexões, é entender as qua- drilhas juninas como espaços de uma educação informal antirracista. Este trabalho também faz parte de minha escrevivência, pois o meu interesse sobre o objeto de estudo vem de mi- nhas experiências enquanto mulher negra e ex-brincante. Durante trinta anos dancei quadrilha junina e participei da sua cadeia produtiva, tive a oportunidade de vivenciar papéis de desta- que, entretanto sob uma ótica da branquitude. A metodologia está dividida em três partes: a primeira foram as visitas ao campo, a segunda foi uma pesquisa realizada pela plataforma On- line Google Forms e a última foram as entrevistas também realizadas on-line. Através das en- trevistas e observações, ficou bem delimitado o lugar que as pessoas negras, como eu, ocupam nas quadrilhas juninas, impactadas pela reprodução do racismo estrutural.The quadrilhas juninas (traditional Brazilian folk dance groups) in Recife constitute one of the largest manifestations of popular culture during the June festivities across Brazil. Based on semi-structured interviews and participant observation with members of the Quadrilha Junina Tradição, Quadrilha Junina Evolução, Quadrilha Junina Raio de Sol, and Quadrilha Junina Nordestina, I have reflected on the racial issues that operate within the quadrilha movement. I especially present the reflections of black dancers themselves regarding their experiences, em- phasizing the absence of people with their racial profiles in prominent positions within the performance and the lack of artistic and political protagonism. The goal, as a product of these reflections, is to understand quadrilhas juninas as spaces of informal antiracist education. This work is also part of my own escrevivência (a term meaning “writing rooted in lived experi- ence”), as my interest in the subject stems from my experiences as a black woman and former dancer. For thirty years, I danced in quadrilhas juninas and never had the opportunity to expe- rience a leading role. The methodology is divided into three parts: the first involved field vis- its, the second was a survey conducted via the online platform Google Forms, and the last involved interviews, also conducted online. Through these interviews and observations, it be- came clear the position that black people, like myself, occupy within the quadrilhas juninas, shaped by the reproduction of structural racism.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em AntropologiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessRacismoQuadrilha JuninaEscrevivênciaEducação AntirracistaReflexões sobre a experiência de pessoas negras nas quadrilhas juninas do Recife-PEinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Cristiane Inácio de Souza.pdfDISSERTAÇÃO Cristiane Inácio de Souza.pdfapplication/pdf4216412https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/63867/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Cristiane%20In%c3%a1cio%20de%20Souza.pdf5c431186a5b5fc6be3aeadcd2b360c30MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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