Avaliação da N-acetilcisteína na imunopatologia da esquistossomose mansoni experimental

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: de Lima Aires, Andre
Orientador(a): Malagueno de Santana, Elizabeth
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7122
Resumo: As principais alterações na esquistossomose mansoni (EM) ocorrem no fígado em decorrência da deposição de ovos do parasito neste órgão. O Praziquantel (PZQ) é eficaz sobre o S.mansoni, porém, não altera as lesões histopatológicas já instaladas, as quais podem deixar sequelas irreversíveis. A N-acetilcisteína (NAC) tem atenuado danos em hepatopatias crônicas, efeitos atribuídos as suas propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e desintoxicante hepático. Assim, investigamos a ação da NAC e/ou PZQ na modulação imunopatologica na EM experimental em diferentes fases da infecção (aguda, intermediária e crônica). Na fase aguda, a intervenção com NAC (200mg/Kg/dia) se deu do dia subseqüente à infecção até o 60º dia, nas fases intermediária e crônica a partir do 45º ao 90º dia e do 45º ao 120º dia respectivamente. O PZQ (100mg/Kg/dia) foi administrado do 45° ao 49º dia após a infecção. Cada grupo foi formado por 4 subgrupos (n=9) de acordo com a terapia: Controle, NAC, PZQ e NAC+PZQ. Após tratamento foram determinados: a carga parasitológica, padrão de ovoposição, análise histomorfométrica de tecido hepático e os níveis de citocinas (IL-4, IL-10 e INF-γ) e óxido nítrico (NO) das culturas de esplenócitos. De acordo com a terapia e o tempo decorrido de infecção, os subgrupos PZQ ou NAC+PZQ alcançaram 100% de eficácia e com alteração do oograma. Entretanto, os subgrupos NAC apresentaram oograma padrão e sem alteração na carga parasitária. A análise histopatológica sugere que os granulomas esquistossomóticos variaram em composição e organização celular de acordo com o tempo. Os subgrupos PZQ ou NAC+PZQ apresentaram número reduzido de granulomas. Apesar da modulação natural no diâmetro do granuloma, a terapia com NAC e/ou PZQ incrementam de forma significativa essa modulação. O grau de fibrose sugere menor deposição de colágeno nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Aos 60 dias da infecção os níveis de IL-10 são bem reduzidos. Entretanto aos 90 dias é observado aumento significativo da IL-10 nos subgrupos NAC e NAC+PZQ, já aos 120 dias ocorre diminuição desta citocina nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Foi evidenciada modulação negativa da NAC nos níveis de INF e NO nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Os níveis de IL-4 nos subgrupos NAC foram semelhantes ao controle, mostrando que o NAC neste modelo experimental não exerce influência sobre esta citocina. Neste estudo, a NAC através da modulação imunopatologica atenuou o dano ao tecido hepático de camundongos esquistossomóticos
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Assim, investigamos a ação da NAC e/ou PZQ na modulação imunopatologica na EM experimental em diferentes fases da infecção (aguda, intermediária e crônica). Na fase aguda, a intervenção com NAC (200mg/Kg/dia) se deu do dia subseqüente à infecção até o 60º dia, nas fases intermediária e crônica a partir do 45º ao 90º dia e do 45º ao 120º dia respectivamente. O PZQ (100mg/Kg/dia) foi administrado do 45° ao 49º dia após a infecção. Cada grupo foi formado por 4 subgrupos (n=9) de acordo com a terapia: Controle, NAC, PZQ e NAC+PZQ. Após tratamento foram determinados: a carga parasitológica, padrão de ovoposição, análise histomorfométrica de tecido hepático e os níveis de citocinas (IL-4, IL-10 e INF-γ) e óxido nítrico (NO) das culturas de esplenócitos. De acordo com a terapia e o tempo decorrido de infecção, os subgrupos PZQ ou NAC+PZQ alcançaram 100% de eficácia e com alteração do oograma. Entretanto, os subgrupos NAC apresentaram oograma padrão e sem alteração na carga parasitária. A análise histopatológica sugere que os granulomas esquistossomóticos variaram em composição e organização celular de acordo com o tempo. Os subgrupos PZQ ou NAC+PZQ apresentaram número reduzido de granulomas. Apesar da modulação natural no diâmetro do granuloma, a terapia com NAC e/ou PZQ incrementam de forma significativa essa modulação. O grau de fibrose sugere menor deposição de colágeno nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Aos 60 dias da infecção os níveis de IL-10 são bem reduzidos. Entretanto aos 90 dias é observado aumento significativo da IL-10 nos subgrupos NAC e NAC+PZQ, já aos 120 dias ocorre diminuição desta citocina nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Foi evidenciada modulação negativa da NAC nos níveis de INF e NO nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Os níveis de IL-4 nos subgrupos NAC foram semelhantes ao controle, mostrando que o NAC neste modelo experimental não exerce influência sobre esta citocina. Neste estudo, a NAC através da modulação imunopatologica atenuou o dano ao tecido hepático de camundongos esquistossomóticosCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessEsquistossomose mansoniImunomodulação granulomatosaN-acetilcisteínaPraziquantelAvaliação da N-acetilcisteína na imunopatologia da esquistossomose mansoni experimentalinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo1373_1.pdf.jpgarquivo1373_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1578https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/7122/4/arquivo1373_1.pdf.jpgedac2d4b48ee9bea05410188249f1abaMD54ORIGINALarquivo1373_1.pdfapplication/pdf3252847https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/7122/1/arquivo1373_1.pdf33c6d18ffd27760e8758eb3dae44d722MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/7122/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo1373_1.pdf.txtarquivo1373_1.pdf.txtExtracted texttext/plain164991https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/7122/3/arquivo1373_1.pdf.txt2c1a9c166aad608597b0a3a675a900f6MD53123456789/71222019-10-25 03:45:00.09oai:repositorio.ufpe.br:123456789/7122Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T06:45Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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