Avaliação da N-acetilcisteína na imunopatologia da esquistossomose mansoni experimental
| Ano de defesa: | 2010 |
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Universidade Federal de Pernambuco
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7122 |
Resumo: | As principais alterações na esquistossomose mansoni (EM) ocorrem no fígado em decorrência da deposição de ovos do parasito neste órgão. O Praziquantel (PZQ) é eficaz sobre o S.mansoni, porém, não altera as lesões histopatológicas já instaladas, as quais podem deixar sequelas irreversíveis. A N-acetilcisteína (NAC) tem atenuado danos em hepatopatias crônicas, efeitos atribuídos as suas propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e desintoxicante hepático. Assim, investigamos a ação da NAC e/ou PZQ na modulação imunopatologica na EM experimental em diferentes fases da infecção (aguda, intermediária e crônica). Na fase aguda, a intervenção com NAC (200mg/Kg/dia) se deu do dia subseqüente à infecção até o 60º dia, nas fases intermediária e crônica a partir do 45º ao 90º dia e do 45º ao 120º dia respectivamente. O PZQ (100mg/Kg/dia) foi administrado do 45° ao 49º dia após a infecção. Cada grupo foi formado por 4 subgrupos (n=9) de acordo com a terapia: Controle, NAC, PZQ e NAC+PZQ. Após tratamento foram determinados: a carga parasitológica, padrão de ovoposição, análise histomorfométrica de tecido hepático e os níveis de citocinas (IL-4, IL-10 e INF-γ) e óxido nítrico (NO) das culturas de esplenócitos. De acordo com a terapia e o tempo decorrido de infecção, os subgrupos PZQ ou NAC+PZQ alcançaram 100% de eficácia e com alteração do oograma. Entretanto, os subgrupos NAC apresentaram oograma padrão e sem alteração na carga parasitária. A análise histopatológica sugere que os granulomas esquistossomóticos variaram em composição e organização celular de acordo com o tempo. Os subgrupos PZQ ou NAC+PZQ apresentaram número reduzido de granulomas. Apesar da modulação natural no diâmetro do granuloma, a terapia com NAC e/ou PZQ incrementam de forma significativa essa modulação. O grau de fibrose sugere menor deposição de colágeno nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Aos 60 dias da infecção os níveis de IL-10 são bem reduzidos. Entretanto aos 90 dias é observado aumento significativo da IL-10 nos subgrupos NAC e NAC+PZQ, já aos 120 dias ocorre diminuição desta citocina nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Foi evidenciada modulação negativa da NAC nos níveis de INF e NO nos subgrupos NAC e NAC+PZQ. Os níveis de IL-4 nos subgrupos NAC foram semelhantes ao controle, mostrando que o NAC neste modelo experimental não exerce influência sobre esta citocina. Neste estudo, a NAC através da modulação imunopatologica atenuou o dano ao tecido hepático de camundongos esquistossomóticos |
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de Lima Aires, AndreMalagueno de Santana, Elizabeth 2014-06-12T18:29:08Z2014-06-12T18:29:08Z2010-01-31de Lima Aires, Andre; Malagueno de Santana, Elizabeth. Avaliação da N-acetilcisteína na imunopatologia da esquistossomose mansoni experimental. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7122As principais alterações na esquistossomose mansoni (EM) ocorrem no fígado em decorrência da deposição de ovos do parasito neste órgão. O Praziquantel (PZQ) é eficaz sobre o S.mansoni, porém, não altera as lesões histopatológicas já instaladas, as quais podem deixar sequelas irreversíveis. A N-acetilcisteína (NAC) tem atenuado danos em hepatopatias crônicas, efeitos atribuídos as suas propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e desintoxicante hepático. Assim, investigamos a ação da NAC e/ou PZQ na modulação imunopatologica na EM experimental em diferentes fases da infecção (aguda, intermediária e crônica). Na fase aguda, a intervenção com NAC (200mg/Kg/dia) se deu do dia subseqüente à infecção até o 60º dia, nas fases intermediária e crônica a partir do 45º ao 90º dia e do 45º ao 120º dia respectivamente. O PZQ (100mg/Kg/dia) foi administrado do 45° ao 49º dia após a infecção. Cada grupo foi formado por 4 subgrupos (n=9) de acordo com a terapia: Controle, NAC, PZQ e NAC+PZQ. Após tratamento foram determinados: a carga parasitológica, padrão de ovoposição, análise histomorfométrica de tecido hepático e os níveis de citocinas (IL-4, IL-10 e INF-γ) e óxido nítrico (NO) das culturas de esplenócitos. De acordo com a terapia e o tempo decorrido de infecção, os subgrupos PZQ ou NAC+PZQ alcançaram 100% de eficácia e com alteração do oograma. Entretanto, os subgrupos NAC apresentaram oograma padrão e sem alteração na carga parasitária. 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