O Quaternário do Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil: morfoestratigrafia, sedimentologia, geocronologia e paleoambientes
| Ano de defesa: | 2007 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6387 |
Resumo: | O Parque Nacional Serra da Capivara é, internacionalmente, conhecido por conter a maior concentração de pinturas rupestres e sítios arqueológicos do continente americano. Vestígios de ocupação humana distribuem-se por mais de 1000 sítios, muitas vezes, localizados em sedimentos quaternários, com poucas pesquisas realizadas até o momento. Este trabalho tem como objetivo o estudo morfoestratigráfico, sedimentológico e geocronológico dos depósitos sedimentares do Parque Nacional e dos municípios vizinhos de Brejo do Piauí, João Costa, Coronel José Dias e São Raimundo Nonato, sudeste do Piauí, para a compreensão de eventos paleoambientais e paleoclimáticos da região durante o Quaternário. A área estudada situa-se na fronteira dos domínios geológicos da Bacia Sedimentar do Parnaíba, e da Província Estrutural da Borborema (Faixa Riacho do Pontal). Elaborou-se mapa morfoestrutural do Parque Nacional, na escala de 1.60.000, sendo identificadas três unidades, denominadas de Vale da Serra Branca, Reverso da cuesta e Patamares Estruturais. No Vale da Serra Branca, o topo atinge 520 m de altitude e o vale 400 m, suas encostas apresentam geralmente na porção mediana, leques coluviais, constituídos por areias finas com intercalações de depósitos de fluxo de detritos e de queda de blocos do Grupo Serra Grande. O Reverso da cuesta tem por substrato as formações Itaim e Pimenteira, com morfologia plana e altitudes variando entre 520m e 600m, é freqüentemente recoberto por areias elúvio-coluviais holocênicas, datadas por luminescência oticamente estimulada. Os Patamares Estruturais têm como substrato as formações Itaim e Pimenteira e o Grupo Serra Grande, apresentam quatro desnivelamentos na sua porção sul, têm como sedimentação quaternária colúvios que capeiam o terço inferior da encosta, formados por fluxos arenosos ou cascalhosos. Ao sul do Parque, recobrindo a baixa encosta dos serrotes, ou os lapiás e as cavernas em mármores da Faixa Riacho do Pontal, encontram-se depósitos quaternários coluviais, lamosos ou cascalhos. Também na Faixa Riacho do Pontal estão presentes os depósitos aluviais do rio Piauí e afluentes constituídos por areias e cascalhos, sendo o mais antigo, argiloso com idade de 436.000 ± 51.500 mil anos. Representam barras arenosas e cascalhosas, e planícies de inundação do rio localizadas no município de São Raimundo Nonato. A sedimentação quaternária mais importante na área de estudo é formada por leques coluviais e depósitos aluviais de rios entrelaçados, sugestivos de clima semi-árido. Baseando-se em 17 datações, foi possível inferir quatro eventos de coluviação, provavelmente associados a condições de clima semi-árido e com chuvas torrenciais: o evento um, mais antigo, entre 135.000 ± 16.400 e 117.000 ± 14.500 anos; o segundo, entre 84.700 ± 13.400 e 76.200 ± 9.350 anos; o terceiro, entre 36.100 ±4.900 e 21.770 ±3.610 e, o último evento, entre 15.800 ±1.900 e 11.150 anos ±1.730. Baseando-se em 14 datações de aluviões, sugere-se pelo menos três eventos fluviais: o mais antigo, entre 133.000 ±16.500 e 92.050 ±11.200 anos; o segundo, entre 54.000 ±6.300 e 22.250 ±3.590 anos e o último, entre 15.600 ±1.900 e 7.600 ±940 anos. Quase todos os eventos de coluviação coincidem temporalmente com os aluviais. O registro sedimentar de mudanças ambientais a partir do Holoceno médio vem de testemunho coletado na Lagoa Grande no Brejo do Piauí onde análise palinológica, mostrou que várias oscilações nas concentrações de árvores e arbustos, vêm ocorrendo desde 5.130 anos AP e sugere que a caatinga passou desde o Holoceno Médio até o Presente por momentos mais úmidos e mais secos que o clima atual |
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O Quaternário do Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil: morfoestratigrafia, sedimentologia, geocronologia e paleoambientesMorfoestratigrafia, Sedimentologia, Geocronologia, Quaternário, Serra da Capivara, Piauí.O Parque Nacional Serra da Capivara é, internacionalmente, conhecido por conter a maior concentração de pinturas rupestres e sítios arqueológicos do continente americano. Vestígios de ocupação humana distribuem-se por mais de 1000 sítios, muitas vezes, localizados em sedimentos quaternários, com poucas pesquisas realizadas até o momento. Este trabalho tem como objetivo o estudo morfoestratigráfico, sedimentológico e geocronológico dos depósitos sedimentares do Parque Nacional e dos municípios vizinhos de Brejo do Piauí, João Costa, Coronel José Dias e São Raimundo Nonato, sudeste do Piauí, para a compreensão de eventos paleoambientais e paleoclimáticos da região durante o Quaternário. A área estudada situa-se na fronteira dos domínios geológicos da Bacia Sedimentar do Parnaíba, e da Província Estrutural da Borborema (Faixa Riacho do Pontal). Elaborou-se mapa morfoestrutural do Parque Nacional, na escala de 1.60.000, sendo identificadas três unidades, denominadas de Vale da Serra Branca, Reverso da cuesta e Patamares Estruturais. No Vale da Serra Branca, o topo atinge 520 m de altitude e o vale 400 m, suas encostas apresentam geralmente na porção mediana, leques coluviais, constituídos por areias finas com intercalações de depósitos de fluxo de detritos e de queda de blocos do Grupo Serra Grande. O Reverso da cuesta tem por substrato as formações Itaim e Pimenteira, com morfologia plana e altitudes variando entre 520m e 600m, é freqüentemente recoberto por areias elúvio-coluviais holocênicas, datadas por luminescência oticamente estimulada. Os Patamares Estruturais têm como substrato as formações Itaim e Pimenteira e o Grupo Serra Grande, apresentam quatro desnivelamentos na sua porção sul, têm como sedimentação quaternária colúvios que capeiam o terço inferior da encosta, formados por fluxos arenosos ou cascalhosos. Ao sul do Parque, recobrindo a baixa encosta dos serrotes, ou os lapiás e as cavernas em mármores da Faixa Riacho do Pontal, encontram-se depósitos quaternários coluviais, lamosos ou cascalhos. Também na Faixa Riacho do Pontal estão presentes os depósitos aluviais do rio Piauí e afluentes constituídos por areias e cascalhos, sendo o mais antigo, argiloso com idade de 436.000 ± 51.500 mil anos. Representam barras arenosas e cascalhosas, e planícies de inundação do rio localizadas no município de São Raimundo Nonato. A sedimentação quaternária mais importante na área de estudo é formada por leques coluviais e depósitos aluviais de rios entrelaçados, sugestivos de clima semi-árido. Baseando-se em 17 datações, foi possível inferir quatro eventos de coluviação, provavelmente associados a condições de clima semi-árido e com chuvas torrenciais: o evento um, mais antigo, entre 135.000 ± 16.400 e 117.000 ± 14.500 anos; o segundo, entre 84.700 ± 13.400 e 76.200 ± 9.350 anos; o terceiro, entre 36.100 ±4.900 e 21.770 ±3.610 e, o último evento, entre 15.800 ±1.900 e 11.150 anos ±1.730. Baseando-se em 14 datações de aluviões, sugere-se pelo menos três eventos fluviais: o mais antigo, entre 133.000 ±16.500 e 92.050 ±11.200 anos; o segundo, entre 54.000 ±6.300 e 22.250 ±3.590 anos e o último, entre 15.600 ±1.900 e 7.600 ±940 anos. Quase todos os eventos de coluviação coincidem temporalmente com os aluviais. O registro sedimentar de mudanças ambientais a partir do Holoceno médio vem de testemunho coletado na Lagoa Grande no Brejo do Piauí onde análise palinológica, mostrou que várias oscilações nas concentrações de árvores e arbustos, vêm ocorrendo desde 5.130 anos AP e sugere que a caatinga passou desde o Holoceno Médio até o Presente por momentos mais úmidos e mais secos que o clima atualFaculdade de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de PernambucoUniversidade Federal de PernambucoBARRETO, Alcina Magnólia FrancaSANTOS, Janaina Carla dos2014-06-12T18:04:40Z2014-06-12T18:04:40Z2007info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfCarla dos Santos, Janaina; Magnólia Franca Barreto, Alcina. O Quaternário do Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil: morfoestratigrafia, sedimentologia, geocronologia e paleoambientes. 2007. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Geociências, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2007.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6387porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T08:46:27Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/6387Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T08:46:27Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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O Parque Nacional Serra da Capivara é, internacionalmente, conhecido por conter a maior concentração de pinturas rupestres e sítios arqueológicos do continente americano. Vestígios de ocupação humana distribuem-se por mais de 1000 sítios, muitas vezes, localizados em sedimentos quaternários, com poucas pesquisas realizadas até o momento. Este trabalho tem como objetivo o estudo morfoestratigráfico, sedimentológico e geocronológico dos depósitos sedimentares do Parque Nacional e dos municípios vizinhos de Brejo do Piauí, João Costa, Coronel José Dias e São Raimundo Nonato, sudeste do Piauí, para a compreensão de eventos paleoambientais e paleoclimáticos da região durante o Quaternário. A área estudada situa-se na fronteira dos domínios geológicos da Bacia Sedimentar do Parnaíba, e da Província Estrutural da Borborema (Faixa Riacho do Pontal). Elaborou-se mapa morfoestrutural do Parque Nacional, na escala de 1.60.000, sendo identificadas três unidades, denominadas de Vale da Serra Branca, Reverso da cuesta e Patamares Estruturais. No Vale da Serra Branca, o topo atinge 520 m de altitude e o vale 400 m, suas encostas apresentam geralmente na porção mediana, leques coluviais, constituídos por areias finas com intercalações de depósitos de fluxo de detritos e de queda de blocos do Grupo Serra Grande. O Reverso da cuesta tem por substrato as formações Itaim e Pimenteira, com morfologia plana e altitudes variando entre 520m e 600m, é freqüentemente recoberto por areias elúvio-coluviais holocênicas, datadas por luminescência oticamente estimulada. Os Patamares Estruturais têm como substrato as formações Itaim e Pimenteira e o Grupo Serra Grande, apresentam quatro desnivelamentos na sua porção sul, têm como sedimentação quaternária colúvios que capeiam o terço inferior da encosta, formados por fluxos arenosos ou cascalhosos. Ao sul do Parque, recobrindo a baixa encosta dos serrotes, ou os lapiás e as cavernas em mármores da Faixa Riacho do Pontal, encontram-se depósitos quaternários coluviais, lamosos ou cascalhos. Também na Faixa Riacho do Pontal estão presentes os depósitos aluviais do rio Piauí e afluentes constituídos por areias e cascalhos, sendo o mais antigo, argiloso com idade de 436.000 ± 51.500 mil anos. Representam barras arenosas e cascalhosas, e planícies de inundação do rio localizadas no município de São Raimundo Nonato. A sedimentação quaternária mais importante na área de estudo é formada por leques coluviais e depósitos aluviais de rios entrelaçados, sugestivos de clima semi-árido. Baseando-se em 17 datações, foi possível inferir quatro eventos de coluviação, provavelmente associados a condições de clima semi-árido e com chuvas torrenciais: o evento um, mais antigo, entre 135.000 ± 16.400 e 117.000 ± 14.500 anos; o segundo, entre 84.700 ± 13.400 e 76.200 ± 9.350 anos; o terceiro, entre 36.100 ±4.900 e 21.770 ±3.610 e, o último evento, entre 15.800 ±1.900 e 11.150 anos ±1.730. Baseando-se em 14 datações de aluviões, sugere-se pelo menos três eventos fluviais: o mais antigo, entre 133.000 ±16.500 e 92.050 ±11.200 anos; o segundo, entre 54.000 ±6.300 e 22.250 ±3.590 anos e o último, entre 15.600 ±1.900 e 7.600 ±940 anos. Quase todos os eventos de coluviação coincidem temporalmente com os aluviais. O registro sedimentar de mudanças ambientais a partir do Holoceno médio vem de testemunho coletado na Lagoa Grande no Brejo do Piauí onde análise palinológica, mostrou que várias oscilações nas concentrações de árvores e arbustos, vêm ocorrendo desde 5.130 anos AP e sugere que a caatinga passou desde o Holoceno Médio até o Presente por momentos mais úmidos e mais secos que o clima atual |
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