Avaliação biológica in vitro da lectina BvL e a isoforma recombinante I (rBvL-I) sobre a viabilidade de linhagens celulares epiteliais.
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia
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| Departamento: |
Centro de Desenvolvimento Tecnológico
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Lectinas são um grupo de proteínas com diversas características particulares, sendo uma delas a capacidade de estimular a proliferação celular. São proteínas que reconhecem carboidratos de forma específica e reversível. Neste trabalho testamos a lectina BvL nativa de Bauhinia variegata e a isoforma recombinate BvL-I. A planta Bauhinia variegata pertence à família das Leguminosaes, onde existem mais de 70 lectinas já reportadas. A lectina nativa nBvL é isolada da semente dessa planta e tem aproximadamente 33 kDa devido a glicosilação, enquanto que a isoforma recombinante I, rBvL-I, tem aproximadamente 28 kDa. A capacidade destas proteínas de induzir a proliferação celular foi avaliada em cultivos de células envolvidas no processo de regeneração tecidual, como fibroblastos humanos (HFF-1), queratinócitos humanos (HaCaT) e fibroblastos murinos (NIH/3T3) de camundongo. A lectina também foi testada em células de melanoma cancerígenas de pele humana (A-375), visando verificar uma possível ação sobre estas células. Foram feitos diversos ensaios para avaliar viabilidade e proliferação celular da lectina nessas células, como o ensaio de MTT, citometria de fluxo com os ensaio EdU e ensaio de contagem de células, microscopia confocal e Western blot. Foi possível verificar estímulo da proliferação de fibroblastos humanos e fibroblastos murinos. |
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2022-11-10T11:40:48Z2022-11-092022-11-10T11:40:48Z2020-08-17SOARES, Amanda Sigal. Avaliação biológica in vitro da lectina BvL e a isoforma recombinante I (rBvL-I) sobre a viabilidade de linhagens celulares epiteliais. 2020. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia) - Centro de Desenvolvimento Tecnológico. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2020.http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/8787Lectinas são um grupo de proteínas com diversas características particulares, sendo uma delas a capacidade de estimular a proliferação celular. São proteínas que reconhecem carboidratos de forma específica e reversível. Neste trabalho testamos a lectina BvL nativa de Bauhinia variegata e a isoforma recombinate BvL-I. A planta Bauhinia variegata pertence à família das Leguminosaes, onde existem mais de 70 lectinas já reportadas. A lectina nativa nBvL é isolada da semente dessa planta e tem aproximadamente 33 kDa devido a glicosilação, enquanto que a isoforma recombinante I, rBvL-I, tem aproximadamente 28 kDa. A capacidade destas proteínas de induzir a proliferação celular foi avaliada em cultivos de células envolvidas no processo de regeneração tecidual, como fibroblastos humanos (HFF-1), queratinócitos humanos (HaCaT) e fibroblastos murinos (NIH/3T3) de camundongo. A lectina também foi testada em células de melanoma cancerígenas de pele humana (A-375), visando verificar uma possível ação sobre estas células. Foram feitos diversos ensaios para avaliar viabilidade e proliferação celular da lectina nessas células, como o ensaio de MTT, citometria de fluxo com os ensaio EdU e ensaio de contagem de células, microscopia confocal e Western blot. Foi possível verificar estímulo da proliferação de fibroblastos humanos e fibroblastos murinos.Lectins are a group of proteins with several particular characteristics, one of which is the ability to stimulate cell proliferation. They are proteins that recognize carbohydrates in a specific and reversible way. In this work we tested the BvL native lectin from Bauhinia variegata and a recombinate isoform rBvL-I. The Bauhinia variegata plant belongs to the Leguminosae family, where there are more than 70 lectins already reported. Native nBvL lectin is isolated from the seed of this plant and has approximately 33 kDa due to glycosylation, whereas recombinant isoform I, rBvL-I, has approximately 28 kDa. The ability of these proteins to induce cell proliferation was evaluated in cell cultures involved in the tissue regeneration process, such as human fibroblasts (HFF-1), human keratinocytes (HaCaT) and mouse murine fibroblasts (NIH / 3T3). Lectin has also been tested on human skin cancer melanoma cells (A-375), in order to verify a possible action on these cells. Several tests were carried out to assess cell viability and proliferation of lectin in these cells, such as the MTT assay, flow cytometry with the EdU assay and cell count assay, confocal microscopy and Western blot. It was possible to verify the stimulus of the proliferation of human fibroblasts and murine fibroblasts.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em BiotecnologiaUFPelBrasilCentro de Desenvolvimento TecnológicoCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICA::BOTANICA APLICADALectina BvLBauhinia variegataProteínas recombinantesProliferação celularFibroblastosCicatrização tecidualBvL lectinCell cultureCell proliferationFibroblastsTissue healingAvaliação biológica in vitro da lectina BvL e a isoforma recombinante I (rBvL-I) sobre a viabilidade de linhagens celulares epiteliais.In vitro biological evaluation of BvL lectin and recombinant isoform I (rBvL-I) on the viability of epithelial cell linesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/8976186212840501http://lattes.cnpq.br/3819262588755487Pinto, Luciano da SilvaSoares, Amanda Sigalinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELTEXTDissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdf.txtDissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdf.txtExtracted texttext/plain123709http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/8787/6/Dissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdf.txta2f8db47dc543be79b1731fa53c64c21MD56open accessTHUMBNAILDissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdf.jpgDissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1242http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/8787/7/Dissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdf.jpg6c7f36fb90380492ff49645833be8751MD57open accessORIGINALDissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdfDissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdfapplication/pdf1482369http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/8787/1/Dissertacao_Amanda_Sigal_Soares.pdfdb31106c43cb0f891c08b7c772d2b961MD51open accessCC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; 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