Fases do ciclo menstrual e sinais de fadiga em atletas de futsal
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Educação Física
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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| Link de acesso: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/16792 |
Resumo: | INTRODUÇÃO: As mulheres têm sido historicamente deixadas de lado em diferentes setores da nossa sociedade, incluindo no âmbito da pesquisa e dos esportes. No futsal esse aspecto fica ainda mais gritante, uma vez que a modalidade, no contexto histórico, foi considerada como um espaço para homens. Essa realidade vem se modificando aos poucos com o passar dos anos e cada vez mais apresenta melhorias para suas praticantes e para os profissionais que envolvem o futsal feminino, mesmo que ainda com dificuldades estruturais e financeiras. Sendo assim, essa pesquisa se dispõe a estudar os fatores referentes à fadiga e fases do ciclo menstrual em atletas de futsal feminino. Buscando aliar a valorização da mulher na sociedade, o debate sobre o ciclo menstrual e também observar ferramentas de baixo custo que auxiliem a melhora do desempenho esportivo. MATERIAIS E MÉTODOS: O estudo foi realizado em uma equipe de futsal feminino na cidade de Pelotas/RS e contou com 15 atletas, com idade entre 18 e 38 anos. Para coletar os dados foram utilizados os seguintes instrumentos: questionário para a caracterização da amostra, questionário de rastreamento de sintomas pré-menstruais, escala de sentimentos subjetivos de fadiga (ESSF), análise de variabilidade de frequência cardíaca (VFC), dinamometria, escala de percepção subjetiva de esforço (PSE) e o teste Running Anaerobic Sprint Test (RAST). RESULTADOS: 80% das atletas apresentaram a Síndrome Pré-Menstrual, com variação de sintomas físicos e emocionais. 93,33% considera que seu rendimento esportivo é prejudicado pelo ciclo menstrual. Os resultados que envolviam variáveis físicas não apresentaram diferenças, enquanto as variáveis relacionadas à percepção de fadiga e esforço apresentaram resultados piores na fase pré-menstrual (PSE: p = 0,007 e ESSF: p = 0,01). A medida da Variabilidade da Frequência Cardíaca mostrou que na fase pré-menstrual as atletas têm menor variabilidade em relação às outras fases (p = 0,01). CONCLUSÃO: As fases do ciclo menstrual, apesar de não apresentarem diferenças no teste de dinamometria e RAST das atletas, podem estar relacionados com alterações nos sinais de fadiga. Sugerimos que a análise da VFC possa ser uma ferramenta objetiva para auxiliar no acompanhamento de carga e fadiga ao longo do ciclo menstrual, uma vez que consegue avaliar como o sistema nervoso autônomo está atuando no organismo. |
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2025-07-31T09:51:14Z2025-07-292025-07-31T09:51:14Z2022-06-03MORALES, Mariane de Sá Britto. Fases do ciclo menstrual e sinais de fadiga em atletas de futsal. 2022. 82f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) - Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Escola Superior de Educação Física, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2022.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/16792INTRODUÇÃO: As mulheres têm sido historicamente deixadas de lado em diferentes setores da nossa sociedade, incluindo no âmbito da pesquisa e dos esportes. No futsal esse aspecto fica ainda mais gritante, uma vez que a modalidade, no contexto histórico, foi considerada como um espaço para homens. Essa realidade vem se modificando aos poucos com o passar dos anos e cada vez mais apresenta melhorias para suas praticantes e para os profissionais que envolvem o futsal feminino, mesmo que ainda com dificuldades estruturais e financeiras. Sendo assim, essa pesquisa se dispõe a estudar os fatores referentes à fadiga e fases do ciclo menstrual em atletas de futsal feminino. Buscando aliar a valorização da mulher na sociedade, o debate sobre o ciclo menstrual e também observar ferramentas de baixo custo que auxiliem a melhora do desempenho esportivo. MATERIAIS E MÉTODOS: O estudo foi realizado em uma equipe de futsal feminino na cidade de Pelotas/RS e contou com 15 atletas, com idade entre 18 e 38 anos. Para coletar os dados foram utilizados os seguintes instrumentos: questionário para a caracterização da amostra, questionário de rastreamento de sintomas pré-menstruais, escala de sentimentos subjetivos de fadiga (ESSF), análise de variabilidade de frequência cardíaca (VFC), dinamometria, escala de percepção subjetiva de esforço (PSE) e o teste Running Anaerobic Sprint Test (RAST). RESULTADOS: 80% das atletas apresentaram a Síndrome Pré-Menstrual, com variação de sintomas físicos e emocionais. 93,33% considera que seu rendimento esportivo é prejudicado pelo ciclo menstrual. Os resultados que envolviam variáveis físicas não apresentaram diferenças, enquanto as variáveis relacionadas à percepção de fadiga e esforço apresentaram resultados piores na fase pré-menstrual (PSE: p = 0,007 e ESSF: p = 0,01). A medida da Variabilidade da Frequência Cardíaca mostrou que na fase pré-menstrual as atletas têm menor variabilidade em relação às outras fases (p = 0,01). CONCLUSÃO: As fases do ciclo menstrual, apesar de não apresentarem diferenças no teste de dinamometria e RAST das atletas, podem estar relacionados com alterações nos sinais de fadiga. Sugerimos que a análise da VFC possa ser uma ferramenta objetiva para auxiliar no acompanhamento de carga e fadiga ao longo do ciclo menstrual, uma vez que consegue avaliar como o sistema nervoso autônomo está atuando no organismo.INTRODUCTION: Females have been historically left aside in different sectors of our society, including research and sports. This aspect is even more striking in futsal since it has been traditionally considered a space for men. Even though this reality has been slowly changing and improvements can be seen for women's futsal practitioners and professionals, various structural and financial difficulties still linger. In this project, we aim to study the relationship between fatigue and the different phases of the menstrual cycle in female futsal athletes. This will allow us to give visibility to women's needs while dismantling the tabu of the menstrual cycle and seek low-cost and good-benefit tools to improve sports performance. MATERIALS AND METHODS: The study was carried out in a female futsal team in the city of Pelotas/RS and included 15 athletes, aged between 18 and 38 years. To collect the data, we used a questionnaire to characterize the sample, the questionnaire for tracking premenstrual symptoms, the scale of subjective feelings of fatigue, the analysis of heart rate variability, dynamometry, the scale of subjective perception of exertion. and the RAST test. RESULTS: 80% of the athletes had PMS, with varying physical and emotional symptoms. 93.33% consider that their sports performance is impaired by the menstrual cycle. The results that involved physical variables did not show differences, while the variables related to the perception of fatigue and effort showed worse results in the premenstrual phase (PSE: p=0.007 and ESSF: p=0.01). The HRV measurement showed that in the premenstrual phase the athletes have less variability in relation to the other phases (p=0.01). CONCLUSION: The phases of the menstrual cycle, despite not showing differences in the strength test of the athletes, may be related to alterations in the signs of fatigue. We suggest that HRV analysis can be an objective tool to assist in monitoring load and fatigue throughout the menstrual cycle.Sem bolsaporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Educação FísicaUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS DA SAUDEEDUCACAO FISICAFutsal femininoCiclo menstrualFadigaVFCFemale Five-a-side FootballMenstrual cycleFatigueHRVFases do ciclo menstrual e sinais de fadiga em atletas de futsalPhases of the menstrual cycle and signs of fatigue in Female Five-a-side Football athletesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/1614808217931612https://orcid.org/0000-0001-5969-7250http://lattes.cnpq.br/3687230954390047Ferreira, Gustavo DiasMorales, Mariane de Sá Brittoreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALDissertação_Mariane de Sá Britto Morales.pdfDissertação_Mariane de Sá Britto Morales.pdfapplication/pdf4172987http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16792/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o_Mariane%20de%20S%c3%a1%20Britto%20Morales.pdfea2e54936549e2c1b0fae811dc12c773MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81960http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16792/2/license.txta963c7f783e32dba7010280c7b5ea154MD52open accessTEXTDissertação_Mariane de Sá Britto Morales.pdf.txtDissertação_Mariane de Sá Britto Morales.pdf.txtExtracted texttext/plain143631http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16792/3/Disserta%c3%a7%c3%a3o_Mariane%20de%20S%c3%a1%20Britto%20Morales.pdf.txt3f62eadad5ac256acfa37d61a79adccbMD53open accessTHUMBNAILDissertação_Mariane de Sá Britto Morales.pdf.jpgDissertação_Mariane de Sá Britto Morales.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1290http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16792/4/Disserta%c3%a7%c3%a3o_Mariane%20de%20S%c3%a1%20Britto%20Morales.pdf.jpg7c1fbb5531046427690f913e1e9a4b5bMD54open accessprefix/167922025-08-01 03:01:17.122open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/16792TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkkgLSBDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8ocykgYXV0b3IoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIChSSSkgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVsb3RhcyAoVUZQZWwpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAKKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIAplIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW87CgpJSSAtIFZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJJIGRhIFVGUGVsIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gCnBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvOwoKSUlJIC0gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSSSBkYSBVRlBlbCBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFja3VwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo287CgpJViAtIFZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gClZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyAKZGUgbmluZ3XDqW07CgpWIC0gQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBSSSBkYSBVRlBlbCBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhOwoKVkkgLSBDQVNPIEEgUFVCTElDQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VCk9VVFJBIE9SR0FOSVpBw4fDg08sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyAKRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETzsKClZJSSAtIE8gUkkgZGEgVUZQZWwgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyAKYXV0b3JhaXMgZGEgcHVibGljYcOnw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2025-08-01T06:01:17Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false |
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