Mecanismos físico-químicos de defesa ao Colletotrichum acutatum em frutos de oliveira produzidos na Região Sul do Uruguai.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Antunes, Eva Juimara Ricardo
Orientador(a): Farias, Paulo Celso de Mello
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Agronomia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/16187
Resumo: A antracnose da oliveira, causada por Colletotrichum spp., é uma doença fúngica importante nas regiões olivícolas que provoca podridão nos frutos, comprometendo a produção e a qualidade dos mesmos. O nível de resistência das cultivares varia de acordo com a genética e a fase de maturação dos frutos. Assim, com este estudo teve-se por objetivo identificar o nível de suscetibilidade de quatro cultivares de oliveira (Arbequina, Picual, Frantoio e Manzanilla de Sevilla) ao Colletotrichum acutatum em dois estádios de maturação dos frutos, verdes e maduros. Além disso, buscou-se investigar o papel da espessura da cutícula e do teor de compostos fenólicos totais como mecanismos defensivos envolvidos na suscetibilidade dos frutos à antracnose em dois estádios de maturação, verdes e maduros. O estudo foi conduzido no Instituto Nacional de Investigação Agropecuária - INIA Las Brujas - Departamento de Canelones, Uruguai nos anos de 2023 e 2024. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro blocos. Os frutos verdes e maduros foram inoculados com solução fúngica de 1x105 esporos/mL-1 e mantidos em incubação durante 15 dias paralelamente com o material controle. Durante este período, o desenvolvimento e a evolução do fungo foram avaliados periodicamente aos 2, 3, 4, 5, 7, 10, 11, 12, 13 e 15 dias após a inoculação, com base na incidência e severidade da doença. Para a análise anatômica da cutícula, os frutos foram seccionados na região equatorial e infiltrados com parafina líquida a 60 ºC com sistema automático de preparação de amostras, tipo carrossel, SLEE MTP. Após a infiltração, os segmentos foram submetidos ao processo de inclusão em parafina utilizando o equipamento modelo YDL-6L da YIDI. Após 24 horas, os segmentos foram cortados em um micrótomo rotativo manual SLEE, Modelo CUT 4062, seguidos pela montagem das lâminas. Posteriormente, as lâminas foram submetidas à coloração com Safranina. As imagens foram obtidas por microscopia óptica e a espessura da cutícula efetuada com o software (livre) Image J. A espessura foi determinada através largura e do comprimento da cutícula dos frutos, tomando-se como base um conjunto de seis células epidérmicas consecutivas. Os compostos fenólicos totais foram quantificados em frutos sadios com espectrofotometria, seguindo a metodologia de FolinCiocalteau. A incidência e a severidade da doença apresentaram variações significativas entre as cultivares no estádio verde. No entanto, em frutos maduros, a severidade da doença foi uniforme entre as cultivares. A suscetibilidade à antracnose variou entre as cultivares nos frutos verdes, enquanto, nos frutos maduros, não foram observadas diferenças significativas. Tanto a espessura da cutícula quanto os compostos fenólicos totais variaram entre as cultivares e os estádios de maturação. Nos frutos verdes, a cultivar Frantoio foi a menos suscetível à antracnose, enquanto Arbequina e Picual apresentaram suscetibilidade moderada, e Manzanilla foi a mais suscetível. Já nos frutos maduros, todas as cultivares foram igualmente suscetíveis. Os mecanismos físico-quimicos não influenciaram na suscetibilidade dos frutos.
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spelling 2024-08-26ANTUNES, Eva Juimara Ricardo. Mecanismos físico-químicos de defesa ao Colletotrichum acutatum em frutos de oliveira produzidos na Região Sul do Uruguai. 2024. 90 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) – Programa de Pós-Graduação em Agronomia. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2024.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/16187A antracnose da oliveira, causada por Colletotrichum spp., é uma doença fúngica importante nas regiões olivícolas que provoca podridão nos frutos, comprometendo a produção e a qualidade dos mesmos. O nível de resistência das cultivares varia de acordo com a genética e a fase de maturação dos frutos. Assim, com este estudo teve-se por objetivo identificar o nível de suscetibilidade de quatro cultivares de oliveira (Arbequina, Picual, Frantoio e Manzanilla de Sevilla) ao Colletotrichum acutatum em dois estádios de maturação dos frutos, verdes e maduros. Além disso, buscou-se investigar o papel da espessura da cutícula e do teor de compostos fenólicos totais como mecanismos defensivos envolvidos na suscetibilidade dos frutos à antracnose em dois estádios de maturação, verdes e maduros. O estudo foi conduzido no Instituto Nacional de Investigação Agropecuária - INIA Las Brujas - Departamento de Canelones, Uruguai nos anos de 2023 e 2024. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com quatro blocos. Os frutos verdes e maduros foram inoculados com solução fúngica de 1x105 esporos/mL-1 e mantidos em incubação durante 15 dias paralelamente com o material controle. Durante este período, o desenvolvimento e a evolução do fungo foram avaliados periodicamente aos 2, 3, 4, 5, 7, 10, 11, 12, 13 e 15 dias após a inoculação, com base na incidência e severidade da doença. Para a análise anatômica da cutícula, os frutos foram seccionados na região equatorial e infiltrados com parafina líquida a 60 ºC com sistema automático de preparação de amostras, tipo carrossel, SLEE MTP. Após a infiltração, os segmentos foram submetidos ao processo de inclusão em parafina utilizando o equipamento modelo YDL-6L da YIDI. Após 24 horas, os segmentos foram cortados em um micrótomo rotativo manual SLEE, Modelo CUT 4062, seguidos pela montagem das lâminas. Posteriormente, as lâminas foram submetidas à coloração com Safranina. As imagens foram obtidas por microscopia óptica e a espessura da cutícula efetuada com o software (livre) Image J. A espessura foi determinada através largura e do comprimento da cutícula dos frutos, tomando-se como base um conjunto de seis células epidérmicas consecutivas. Os compostos fenólicos totais foram quantificados em frutos sadios com espectrofotometria, seguindo a metodologia de FolinCiocalteau. A incidência e a severidade da doença apresentaram variações significativas entre as cultivares no estádio verde. No entanto, em frutos maduros, a severidade da doença foi uniforme entre as cultivares. A suscetibilidade à antracnose variou entre as cultivares nos frutos verdes, enquanto, nos frutos maduros, não foram observadas diferenças significativas. Tanto a espessura da cutícula quanto os compostos fenólicos totais variaram entre as cultivares e os estádios de maturação. Nos frutos verdes, a cultivar Frantoio foi a menos suscetível à antracnose, enquanto Arbequina e Picual apresentaram suscetibilidade moderada, e Manzanilla foi a mais suscetível. Já nos frutos maduros, todas as cultivares foram igualmente suscetíveis. Os mecanismos físico-quimicos não influenciaram na suscetibilidade dos frutos.Olive Anthracnose, caused by Colletotrichum spp., is a significant fungal disease in olive-growing regions that leads to fruit rot, compromising both production and quality. The level of resistance among cultivars varies according to genetic factors and the stage of fruit maturation. This study aimed to identify the susceptibility levels of four olive cultivars (Arbequina, Picual, Frantoio, and Manzanilla de Sevilla) to Colletotrichum acutatum at two stages of fruit maturation: green and mature. Additionally, the study sought to investigate the role of cuticle thickness and total phenolic compound content as defensive mechanisms involved in the susceptibility of fruits to anthracnose at both maturation stages. The research was conducted at the National Institute of Agricultural Research - INIA Las Brujas - Canelones Department, Uruguay, in 2023 and 2024. The experimental design was completely randomized, consisting of four blocks. Green and mature fruits were inoculated with a fungal solution of 1x10^5 spores/mL and incubated for 15 days alongside control material. During this period, the development and progression of the fungus were periodically assessed at 2, 3, 4, 5, 7, 10, 11, 12, 13, and 15 days postinoculation, based on disease incidence and severity. For the anatomical analysis of the cuticle, fruits were sectioned at the equatorial region and infiltrated with liquid paraffin at 60 ºC using an automatic sample preparation system, carousel type, SLEEMTP. After infiltration, the segments were subjected to paraffin embedding using the YDL-6L model equipment from YIDI. After 24 hours, the segments were cut using a manual rotary microtome SLEE, Model CUT 4062, followed by slide mounting.Subsequently, the slides were stained with Safranin. Images were obtained via optical microscopy, and cuticle thickness was measured using the free software ImageJ. The thickness was determined by the width and length of the cuticle of the fruits, based on a set of six consecutive epidermal cells. Total phenolic compounds were quantified in healthy fruits using spectrophotometry, following the Folin-Ciocalteau methodology. Disease incidence and severity showed significant variations among cultivars at the green stage. However, in mature fruits, disease severity was uniform across cultivars. Susceptibility to anthracnose varied among cultivars in green fruits, while no significant differences were observed in mature fruits. Both cuticle thickness and total phenolic compounds varied among cultivars and maturation stages. In green fruits, the Frantoio cultivar was the least susceptible to anthracnose, while Arbequina and Picual showed moderate susceptibility, and Manzanilla was the most susceptible. In mature fruits, all cultivars were equally susceptible. The physical-chemical mechanisms did not influence the susceptibility of the fruits.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em AgronomiaUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/embargoedAccessCIENCIAS AGRARIASAGRONOMIAOlea europaeaOleuropeínaAntracnoseSuscetibilidadeCutículaSusceptibilityCuticleMecanismos físico-químicos de defesa ao Colletotrichum acutatum em frutos de oliveira produzidos na Região Sul do Uruguai.Physicochemical defense mechanisms against Colletotrichum acutatum in olive fruits produced in the Southern Region of Uruguay.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/7295087055761884https://orcid.org/0000-0002-6519-4972http://lattes.cnpq.br/2028783548387719Herter, Flavio Gilbertohttp://lattes.cnpq.br/7773937279598687Farias, Paulo Celso de MelloAntunes, Eva Juimara Ricardoreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALDissertacao_Eva_Antunes.pdfDissertacao_Eva_Antunes.pdfapplication/pdf3337835http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16187/1/Dissertacao_Eva_Antunes.pdf27b1ffa395ec89f22077fe6bb59a6e16MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-867http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16187/2/license.txtfbd6c74465857056e3ca572d7586661bMD52open accessTEXTDissertacao_Eva_Antunes.pdf.txtDissertacao_Eva_Antunes.pdf.txtExtracted texttext/plain153671http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16187/3/Dissertacao_Eva_Antunes.pdf.txt09d974c496df9972c287391b87a658fdMD53open accessTHUMBNAILDissertacao_Eva_Antunes.pdf.jpgDissertacao_Eva_Antunes.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1247http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16187/4/Dissertacao_Eva_Antunes.pdf.jpg07ef8b252fedd2379187023f8509bd6fMD54open accessprefix/161872026-03-10 14:28:08.184metadata only accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/16187VG9kb3Mgb3MgaXRlbnMgZGVzc2EgY29tdW5pZGFkZSBzZWd1ZW0gYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zLg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2026-03-10T17:28:08Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false
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