Ácido abscísico (ABA) e radiação UV-C na maturação pós-colheita de frutos de morango (Fragaria x ananassa Duch.)
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Agronomia
|
| Departamento: |
Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/8330 |
Resumo: | O morango (Fragaria x ananassa Duch.), pseudofruto da família das Rosaceae, é muito apreciado pelas suas características sensoriais, como a coloração vermelho brilhante e sabor, além da presença de compostos antioxidantes. Por ser um fruto não-climatérico, é colhido na plena maturação, porém neste estádio apresenta textura frágil, o que o torna susceptível a danos mecânicos, desenvolvimento de fungos, acarretando diminuição da qualidade e perdas pós-colheita. Uma das alternativas para tentar evitar esses problemas é colher os frutos antes da plena maturação; porém, neste caso, é necessário promover a indução da maturação na pós-colheita. Estudos tem relatado que o fitormônio ácido abscísico (ABA), pode estar envolvido no processo de maturação de frutos de morango e que a utilização de radiação ultravioleta (UV-C) pode retardar a perda da firmeza e aumentar o teor de compostos antioxidantes. Nesse sentido, objetivou-se avaliar o efeito do tratamento pós-colheita com aplicação de radiação UV-C e ABA no acúmulo de compostos relacionados ao processo de amadurecimento em frutos de morango (Fragaria x ananassa Duch.) colhidos antes da plena maturação. Os frutos foram colhidos com 75% da superfície vermelha. Foram realizados quatro tratamentos (Controle C – sem tratamento; UV-C; ABA; ABA+UVC). Os frutos foram tratados com solução de 1 mmol de ABA e com duas doses de 2 kJ m-2 de radiação UV-C (aplicadas no primeiro e segundo dia) e armazenados por quatro dias, a 20°C e 80% de umidade relativa, e comparados com frutos maturados in vivo (ligados à planta). Todos os tratamentos pós-colheita apresentaram evolução da cor, porém nenhum deles atingiu a coloração ou o teor de sólidos solúveis totais ou de compostos fenólicos dos frutos maturados in vivo. O armazenamento (controle C) não induziu a síntese de ABA, ABA glicosil ester (ABA-GE), ácido faseico (PA) ou ácido dehidrofaseico (DPA) em comparação com o controle C 75%, e resultou na diminuição da firmeza dos frutos em todos os tratamentos. Os frutos tratados com UVC e ABA+UV-C apresentaram menor ângulo a*, caracterizando um atraso no acúmulo de antocianinas, porém não houve diferença no teor e no perfil de antocianinas entre os tratamentos. Diferente do esperado, a firmeza não foi afetada nestes tratamentos com UV-C. Apesar disso, os frutos destes tratamentos mantiveram valores similares aos teores de ácido L-ascórbico dos frutos C e maturados in vivo, sugerindo que a radiação UV-C atuou na preservação deste composto. O tratamento com ABA resultou em acúmulo maior de ABA, ABA-GE e PA, comparado aos demais tratamentos, sugerindo que esse fitormônio afetou o metabolismo dos frutos, a exemplo dos compostos fenólicos; ABA, ABA-GE e PA foram os responsáveis pela separação dos tratamentos ABA e ABA+UV-C dos demais tratamentos na análise de componentes principais (PCA). O tratamento ABA+UV-C apresentou um comportamento intermediário entre os tratamentos ABA e UVC, sendo agrupado mais próximo ao tratamento com ABA na análise de PCA por ter apresentado maiores teores de ABA, ABA-GE, PA e DPA do que os tratamentos sem aplicação de ABA. Concluiu-se que a maturação pós-colheita de frutos de morango é diferente da maturação in vivo; que o acúmulo de ABA e seus derivados nos tratamentos que receberam ABA exógeno 8 alterou o metabolismo dos frutos, mas não resultou na indução esperada de antocianinas; que a aplicação de UV-C pode ser interessante para manter os níveis de ácido L-ascórbico nos frutos e que a ação combinada de ABA+UV-C resultou em efeitos combinados destes dois tratamentos. |
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2022-04-29T19:59:42Z2022-042022-04-29T19:59:42Z2022-04-01COELHO, Miguel Telesca. Ácido abscísico (ABA) e radiação UV-C na maturação pós-colheita de frutos de morango (Fragaria x ananassa Duch.). 2022. 85f. Dissertação (Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos) – Programa de PósGraduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Faculdade de Agronomia “Eliseu Maciel”, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2022.http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/8330O morango (Fragaria x ananassa Duch.), pseudofruto da família das Rosaceae, é muito apreciado pelas suas características sensoriais, como a coloração vermelho brilhante e sabor, além da presença de compostos antioxidantes. Por ser um fruto não-climatérico, é colhido na plena maturação, porém neste estádio apresenta textura frágil, o que o torna susceptível a danos mecânicos, desenvolvimento de fungos, acarretando diminuição da qualidade e perdas pós-colheita. Uma das alternativas para tentar evitar esses problemas é colher os frutos antes da plena maturação; porém, neste caso, é necessário promover a indução da maturação na pós-colheita. Estudos tem relatado que o fitormônio ácido abscísico (ABA), pode estar envolvido no processo de maturação de frutos de morango e que a utilização de radiação ultravioleta (UV-C) pode retardar a perda da firmeza e aumentar o teor de compostos antioxidantes. Nesse sentido, objetivou-se avaliar o efeito do tratamento pós-colheita com aplicação de radiação UV-C e ABA no acúmulo de compostos relacionados ao processo de amadurecimento em frutos de morango (Fragaria x ananassa Duch.) colhidos antes da plena maturação. Os frutos foram colhidos com 75% da superfície vermelha. Foram realizados quatro tratamentos (Controle C – sem tratamento; UV-C; ABA; ABA+UVC). Os frutos foram tratados com solução de 1 mmol de ABA e com duas doses de 2 kJ m-2 de radiação UV-C (aplicadas no primeiro e segundo dia) e armazenados por quatro dias, a 20°C e 80% de umidade relativa, e comparados com frutos maturados in vivo (ligados à planta). Todos os tratamentos pós-colheita apresentaram evolução da cor, porém nenhum deles atingiu a coloração ou o teor de sólidos solúveis totais ou de compostos fenólicos dos frutos maturados in vivo. O armazenamento (controle C) não induziu a síntese de ABA, ABA glicosil ester (ABA-GE), ácido faseico (PA) ou ácido dehidrofaseico (DPA) em comparação com o controle C 75%, e resultou na diminuição da firmeza dos frutos em todos os tratamentos. Os frutos tratados com UVC e ABA+UV-C apresentaram menor ângulo a*, caracterizando um atraso no acúmulo de antocianinas, porém não houve diferença no teor e no perfil de antocianinas entre os tratamentos. Diferente do esperado, a firmeza não foi afetada nestes tratamentos com UV-C. Apesar disso, os frutos destes tratamentos mantiveram valores similares aos teores de ácido L-ascórbico dos frutos C e maturados in vivo, sugerindo que a radiação UV-C atuou na preservação deste composto. O tratamento com ABA resultou em acúmulo maior de ABA, ABA-GE e PA, comparado aos demais tratamentos, sugerindo que esse fitormônio afetou o metabolismo dos frutos, a exemplo dos compostos fenólicos; ABA, ABA-GE e PA foram os responsáveis pela separação dos tratamentos ABA e ABA+UV-C dos demais tratamentos na análise de componentes principais (PCA). O tratamento ABA+UV-C apresentou um comportamento intermediário entre os tratamentos ABA e UVC, sendo agrupado mais próximo ao tratamento com ABA na análise de PCA por ter apresentado maiores teores de ABA, ABA-GE, PA e DPA do que os tratamentos sem aplicação de ABA. Concluiu-se que a maturação pós-colheita de frutos de morango é diferente da maturação in vivo; que o acúmulo de ABA e seus derivados nos tratamentos que receberam ABA exógeno 8 alterou o metabolismo dos frutos, mas não resultou na indução esperada de antocianinas; que a aplicação de UV-C pode ser interessante para manter os níveis de ácido L-ascórbico nos frutos e que a ação combinada de ABA+UV-C resultou em efeitos combinados destes dois tratamentos.Strawberry (Fragaria x ananassa Duch.), a pseudofruit of the Rosaceae family, is highly appreciated for its sensory characteristics, such as its bright red color and flavor, in addition to the presence of antioxidant compounds. As it is a non-climacteric fruit, it is harvested at full maturity, but at this stage it has a fragile texture, which makes it susceptible to mechanical damage, fungal development, resulting in decreased quality and post-harvest losses. One of the alternatives to avoid these problems is to harvest the fruits before being fully ripe; however, in this case, it is necessary to promote the induction of post-harvest ripening. Studies have reported that the phytohormone abscisic acid (ABA) may be involved in the ripening process of strawberry fruits and that the use of ultraviolet radiation (UV-C) can delay the loss of firmness and increase the content of antioxidant compounds. Therefore, the objective of this study was to evaluate the effect of post-harvest treatment of UV-C and ABA on the accumulation of compounds related to the ripening process in strawberry fruits (Fragaria x ananassa Duch.) harvested before full maturation. The fruits were harvested with 75% red surface. Four treatments were performed (Control C – no treatment; UV-C; ABA; ABA+UV-C). The fruits were treated with 1 mmol ABA solution and two doses of 2 kJ m-2 of UV-C radiation (applied on the first and second days) and stored for four days at 20°C and 80% relative humidity; and compared with in vivo ripen (plant-attached) fruits. All post-harvest treatments showed color evolution, but none of them reached the color or the total soluble solids or phenolic compounds content of the fruits ripened in vivo. Storage (control C) did not induce the synthesis of ABA, ABA glycosyl ester (ABA-GE), phaseic acid (PA) or dehydrophaseic acid (DPA) compared to control C 75%, and resulted in reduced fruit firmness in all treatments. The fruits treated with UV-C and ABA+UV-C had a lower a* angle, characterizing a delay in the accumulation of anthocyanins, but there was no difference in the content and profile of anthocyanins between treatments. Unlike expected, firmness was not affected in these UV-C treatments. Despite this, the fruits of these treatments showed values similar to the Lascorbic acid contents of the C 75% and C 100% fruits, suggesting that UV-C radiation toward the preservation of this compound. The treatment with ABA resulted in greater accumulation of ABA, ABA-GE and PA, compared to the other treatments, suggesting that this phytohormone affected the metabolism of the fruits, such as phenolic compounds; ABA, ABA-GE and PA were responsible for separating the ABA and ABA+UV-C treatments from the other treatments in the principal component analysis (PCA). The ABA+UV-C treatment showed an intermediate behavior between the ABA and UVC treatments, being grouped closer to the ABA treatment in the PCA analysis because it presented higher levels of ABA, ABA-GE, PA and DPA than the treatments without ABA application. In conclusion, the postharvest maturation of strawberry fruits is different from the in vivo maturation; the accumulation of ABA and its derivatives in treatments that received exogenous ABA altered fruit metabolism, but did not result in the expected induction of anthocyanins; the application of UV-C may be interesting to maintain the levels of L-ascorbic acid in the fruits; and the combined action of ABA+UVC resulted in combined effects of these two treatments.porUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em AgronomiaUFPelBrasilFaculdade de Agronomia Eliseu MacielCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::CIENCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOSPós-colheitaEstresse abióticoAmadurecimentoNão-climatéricoFitormônioFragaria x ananassa Duch.Post-harvestAbiotic stressMaturationNon-climactericÁcido abscísico (ABA) e radiação UV-C na maturação pós-colheita de frutos de morango (Fragaria x ananassa Duch.)Abscisic acid (ABA) and UV-C radiation on postharvest ripening of strawberry fruits (Fragaria x ananassa Duch.).info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttp://lattes.cnpq.br/4180746338083881http://lattes.cnpq.br/0681826427201399Galli, VanessaCoelho, Miguel Telescainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELTEXTDISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdf.txtDISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdf.txtExtracted texttext/plain157552http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/8330/6/DISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdf.txtb1f5aa7a13d88bd908e13e8552644087MD56open accessTHUMBNAILDISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdf.jpgDISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1251http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/8330/7/DISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdf.jpgba56fd9c1c9acdb5f44d347219322900MD57open accessORIGINALDISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdfDISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdfapplication/pdf2432363http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/8330/1/DISSERTACAO_Miguel_Coelho.pdf4e8a960a8f5602f583d39fe830ef90e2MD51open accessCC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; 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