O processo de patrimonialização do complexo Rheingantz: avanços e retrocessos
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Esta dissertação discorre sobre o processo de reconhecimento da Fábrica Rheingantz como um patrimônio industrial do setor têxtil. De origem alemã, ela foi fundada em 1873 na cidade do Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Tem destaque pela sua história e arquitetura, além de ser um dos poucos resquícios industriais do Século XIX. A Fábrica passou a integrar o patrimônio histórico e cultural do Estado em 2012 após o seu reconhecimento como patrimônio pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado do Rio Grande do Sul – IPHAE. O objetivo da dissertação foi analisar esse processo de reconhecimento da Fábrica Rheingantz, examinando as ações e as razões que o motivaram. Nesse esforço foram identificados os interessados envolvidos no tema, os seus avanços e os recuos ao longo dos 17 anos que perdurou o processo. Para isso, a metodologia é baseada na análise de toda a documentação do processo de reconhecimento do patrimônio produzido pelo IPHAE. A partir dessa análise documental foi possível compreender os trâmites burocráticos e jurídicos, incluindo as movimentações e os conflitos em torno do processo de reconhecimento da Rheingantz. Como resultado de um projeto do início da década de 1990, o processo de reconhecimento do patrimônio perpassou por vários interessados, enfrentou alguns obstáculos até culminar na sua efetivação em 2012. A defesa pelo patrimônio, enfim, venceu a especulação e a burocracia do processo, e a Fábrica tornou-se pioneira do início às suas ruínas. |
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O objetivo da dissertação foi analisar esse processo de reconhecimento da Fábrica Rheingantz, examinando as ações e as razões que o motivaram. Nesse esforço foram identificados os interessados envolvidos no tema, os seus avanços e os recuos ao longo dos 17 anos que perdurou o processo. Para isso, a metodologia é baseada na análise de toda a documentação do processo de reconhecimento do patrimônio produzido pelo IPHAE. A partir dessa análise documental foi possível compreender os trâmites burocráticos e jurídicos, incluindo as movimentações e os conflitos em torno do processo de reconhecimento da Rheingantz. Como resultado de um projeto do início da década de 1990, o processo de reconhecimento do patrimônio perpassou por vários interessados, enfrentou alguns obstáculos até culminar na sua efetivação em 2012. A defesa pelo patrimônio, enfim, venceu a especulação e a burocracia do processo, e a Fábrica tornou-se pioneira do início às suas ruínas.This dissertation discusses the recognition process of the Rheingantz Factory as an industrial heritage of the textile sector. Of German origin, it was founded in 1873 in the city of Rio Grande, in Rio Grande do Sul. It stands out for its history and architecture, also is one of the few industrial remnants of the 19th century. The Factory became part of the historical and cultural heritage of the State in 2012 after its recognition as heritage by the Institute of Historical and Artistic Heritage of the State of Rio Grande do Sul –IPHAE. The dissertation aimed to analyze the process of recognition of the Rheingantz, examining the actions and reasons that motivated it. In this effort, the stakeholders involved in the theme were identified, as well as their advances and setbacks over the 17 years that the process lasted. For this, the methodology was based on the analysis of all documentation of the heritage recognition process produced by IPHAE. Based on the document analysis, it was possible to understand the bureaucratic and legal procedures, including the movements and conflicts surrounding the Rheingantz recognition process. As a result of a project from the early 1990s, the heritage recognition process involved several stakeholders, facing some obstacles until it culminated in its implementation in 2012. The heritage defense, in short, overcame the speculation and bureaucracy of the process, and the Factory became a pioneer from its beginnings to its ruins.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio CulturalUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS HUMANASANTROPOLOGIAPatrimônio IndustrialComplexo da RheingantzTombamentoPreservação do PatrimônioO processo de patrimonialização do complexo Rheingantz: avanços e retrocessosThe process of recognizing the heritage of the Rheingantz complex: advances and setbacksinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/4130670084079612http://lattes.cnpq.br/2963479281903760Ferreira, Lucio MenezesBobadilho, Simone Solareponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALSimone Sola Bobadilho.pdfSimone Sola Bobadilho.pdfSimone Sola Bobadilho_Dissertacaoapplication/pdf5392841http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16915/1/Simone%20Sola%20Bobadilho.pdfa5559e67d99e66b9d8ed64cf49953578MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81960http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16915/2/license.txta963c7f783e32dba7010280c7b5ea154MD52open accessTEXTSimone Sola Bobadilho.pdf.txtSimone Sola Bobadilho.pdf.txtExtracted texttext/plain279125http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16915/3/Simone%20Sola%20Bobadilho.pdf.txt482a4d14b09570f9c10d09f9f1e4a949MD53open accessTHUMBNAILSimone Sola Bobadilho.pdf.jpgSimone Sola Bobadilho.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1217http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/16915/4/Simone%20Sola%20Bobadilho.pdf.jpg23348ac715e7b0ab43828da00699591dMD54open accessprefix/169152025-08-08 03:12:23.079open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/16915TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkkgLSBDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8ocykgYXV0b3IoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIChSSSkgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVsb3RhcyAoVUZQZWwpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAKKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIAplIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW87CgpJSSAtIFZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJJIGRhIFVGUGVsIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gCnBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvOwoKSUlJIC0gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSSSBkYSBVRlBlbCBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFja3VwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo287CgpJViAtIFZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gClZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyAKZGUgbmluZ3XDqW07CgpWIC0gQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBSSSBkYSBVRlBlbCBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhOwoKVkkgLSBDQVNPIEEgUFVCTElDQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VCk9VVFJBIE9SR0FOSVpBw4fDg08sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyAKRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETzsKClZJSSAtIE8gUkkgZGEgVUZQZWwgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyAKYXV0b3JhaXMgZGEgcHVibGljYcOnw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2025-08-08T06:12:23Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false |
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