Estudo do comportamento corrosivo de uma liga soldada de alumínio 7003
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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| Link de acesso: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/12808 |
Resumo: | Um dos principais contratempos para aplicações do alumínio consiste no processo de soldagem, maiormente no caso de ligas endurecidas por precipitação, como as da série 7xxx. O processo de soldagem é desfavorável para as propriedades mecânicas, devido a modificação da microestrutura e da composição química, influenciadas tanto pelo material de adição como pelo gradiente de temperatura. Nesse tipo de liga, registra-se também a propensão a corrosão sob tensão (CST) e corrosão intercristalina (CI), provocada pela sinergia de tensão mecânica, associada a exposição em ambientes agressivos. O objetivo deste trabalho foi de analisar o comportamento corrosivo da liga de alumínio 7003-T4 soldada por processo gas metal arc weld (GMAW). Para tanto, analisou-se a micro-dureza superficial e sua correlação com os efeitos térmicos do processo de soldagem, assim como sua suscetibilidade a CI. Ainda investigou-se os efeitos da CST em corpos-de-prova submetidos a diferentes tensões, através da análise em microscopia eletrônica de varredura (MEV), espectroscopia por dispersão de energia de raios X (EDS) e cálculo das taxas de corrosão. Por fim, aplicou-se técnica eletroquímica, para análise do potencial de corrosão nas diferentes regiões da liga soldada. Na análise de micro-dureza a liga apresentou amaciamento na região da zona afetada pelo calor (ZAC), revelando nesta, grãos mais alongados e de maior área. O teste de suscetibilidade a CI, demonstrou que a liga soldada, sofreu difusão de elementos para formação de precipitados de MgZn2 no contorno dos grãos. Verificou-se que a velocidade de corrosão correlaciona-se com a tensão mecânica aplicada ao material. Para tensões na faixa de 300 e 400 MPa, registrou-se os maiores valores de taxa de corrosão, tendendo a uma estabilização. Através das micrografias observou-se que, para a região da ZAC, quanto maior a tensão, maior a área de formação de precipitações, já na região do metal base (MB) verificou-se uma estabilização da área de precipitações independente da tensão. Para ambas regiões houve uma redução do tamanho médio das partículas de precipitados associada a elevação da tensão. Na polarização potenciodinâmica verificou-se que o ramo anódico das curvas exibiram comportamento de dissolução de metal ativo, devido ao aumento da densidade de corrente em conjunto com o potencial anódico. Verificou-se que a região da ZAC possuiu uma velocidade de corrosão na ordem de 4 vezes maior em comparação ao MB. O maior valor de corrente de passivação verificado na ZAC, sugere que nesta região, ocorreu uma maior degradação da capacidade de passivação. |
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2024-04-22T12:02:21Z2024-04-222024-04-22T12:02:21Z2017-11-27FURTADO, Vinícius Perret. Estudo do comportamento corrosivo de uma liga soldada de alumínio 7003. 2017. 106 f. Dissertação (Mestrado em Ciência e Engenharia de Materiais) - Programa de Pós-Graduação em Ciências e Engenharia de Materiais, Centro de Desenvolvimento Tecnológico, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2017.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/12808Um dos principais contratempos para aplicações do alumínio consiste no processo de soldagem, maiormente no caso de ligas endurecidas por precipitação, como as da série 7xxx. O processo de soldagem é desfavorável para as propriedades mecânicas, devido a modificação da microestrutura e da composição química, influenciadas tanto pelo material de adição como pelo gradiente de temperatura. Nesse tipo de liga, registra-se também a propensão a corrosão sob tensão (CST) e corrosão intercristalina (CI), provocada pela sinergia de tensão mecânica, associada a exposição em ambientes agressivos. O objetivo deste trabalho foi de analisar o comportamento corrosivo da liga de alumínio 7003-T4 soldada por processo gas metal arc weld (GMAW). Para tanto, analisou-se a micro-dureza superficial e sua correlação com os efeitos térmicos do processo de soldagem, assim como sua suscetibilidade a CI. Ainda investigou-se os efeitos da CST em corpos-de-prova submetidos a diferentes tensões, através da análise em microscopia eletrônica de varredura (MEV), espectroscopia por dispersão de energia de raios X (EDS) e cálculo das taxas de corrosão. Por fim, aplicou-se técnica eletroquímica, para análise do potencial de corrosão nas diferentes regiões da liga soldada. Na análise de micro-dureza a liga apresentou amaciamento na região da zona afetada pelo calor (ZAC), revelando nesta, grãos mais alongados e de maior área. O teste de suscetibilidade a CI, demonstrou que a liga soldada, sofreu difusão de elementos para formação de precipitados de MgZn2 no contorno dos grãos. Verificou-se que a velocidade de corrosão correlaciona-se com a tensão mecânica aplicada ao material. Para tensões na faixa de 300 e 400 MPa, registrou-se os maiores valores de taxa de corrosão, tendendo a uma estabilização. Através das micrografias observou-se que, para a região da ZAC, quanto maior a tensão, maior a área de formação de precipitações, já na região do metal base (MB) verificou-se uma estabilização da área de precipitações independente da tensão. Para ambas regiões houve uma redução do tamanho médio das partículas de precipitados associada a elevação da tensão. Na polarização potenciodinâmica verificou-se que o ramo anódico das curvas exibiram comportamento de dissolução de metal ativo, devido ao aumento da densidade de corrente em conjunto com o potencial anódico. Verificou-se que a região da ZAC possuiu uma velocidade de corrosão na ordem de 4 vezes maior em comparação ao MB. O maior valor de corrente de passivação verificado na ZAC, sugere que nesta região, ocorreu uma maior degradação da capacidade de passivação.One of the greatest adversities for aluminum applications is the welding process, especially in the case of precipitation hardened alloys such as 7xxx series. The welding process is unfavorable for the mechanical properties, due to modification of the microstructure and the chemical composition, influenced by both the addition material and the temperature gradient. In this type of alloy, there is also the propensity for stress corrosion cracking (SCC) and intercrystalline corrosion (IC), caused by the synergy of mechanical stress, associated with exposure in aggressive environments. The objective of this study was to analyze the corrosive behavior of 7003-T4 aluminum alloy welded by gas metal arc weld (GMAW) process. The surface microhardness and its correlation with the thermal effects of the welding process, as well as its susceptibility to IC, were analyzed. The effects of SCC on test specimens subjected to different stresses were also analyzed by scanning electron microscopy (SEM), energy dispersive x-ray spectrometry (EDS) and corrosion rates calculation. Finally, electrochemical technique was applied to analyze the potential corrosion in the different regions of the welded alloy. In the micro-hardness analysis the alloy presented softening in the heat affected zone (HAZ), revealing in this, grains more elongated and larger area. The test of susceptibility to IC showed that the welded alloy was diffused by elements to form MgZn2 precipitates in the grain boundary. It was found that the corrosion rate correlates with the stress applied to the material. For tensions in the range of 300 and 400 MPa, the highest values of corrosion rate were registered, tending to a stabilization. Through the micrographs, it was observed that, for the ZAC region, the higher the tension, the greater the area of precipitation formation, already in the region of the base metal (BM), a stabilization of the area of precipitations independent of the stress was verified. For both regions there was a reduction in the mean particle size associated with the increase in tension. In the potentiodynamic polarization it was verified that the anodic branch of the curves exhibited active metal dissolution behavior, due to the increase of the current density together with the anodic potential. The HAZ region was found to have a corrosion rate on the order of 4 times higher than BM. The higher passivation current value verified in the ZAC suggests that in this region, there was a greater degradation of the passivation capacity.Sem bolsaporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de MateriaisUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessENGENHARIASENGENHARIA DE MATERIAIS E METALURGICAAlumínioCorrosão-sob-tensãoCorrosão intercristalinaAluminumStress Corrosion CrackingIntercrystalline CorrosionEstudo do comportamento corrosivo de uma liga soldada de alumínio 7003info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/6756305063873504https://orcid.org/0000-0001-9463-3535http://lattes.cnpq.br/4817691053221537Osório, Alice Gonçalveshttp://lattes.cnpq.br/1390205328932584Machado, Fernando MachadoFurtado, Vinícius Perretreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALDissertacao_Vinícius Perret Furtado.pdfDissertacao_Vinícius Perret Furtado.pdfapplication/pdf3492346http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/12808/1/Dissertacao_Vin%c3%adcius%20Perret%20Furtado.pdf6cf9b19d620bc51c3aebc007edb71685MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81960http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/12808/2/license.txta963c7f783e32dba7010280c7b5ea154MD52open accessTEXTDissertacao_Vinícius Perret Furtado.pdf.txtDissertacao_Vinícius Perret Furtado.pdf.txtExtracted texttext/plain131914http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/12808/3/Dissertacao_Vin%c3%adcius%20Perret%20Furtado.pdf.txt79c57041bf0289fd210d75e3b13fc236MD53open accessTHUMBNAILDissertacao_Vinícius Perret Furtado.pdf.jpgDissertacao_Vinícius Perret Furtado.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1244http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/12808/4/Dissertacao_Vin%c3%adcius%20Perret%20Furtado.pdf.jpgf65f3e91e81e6053f650f169d8cb0a12MD54open accessprefix/128082024-04-23 03:01:44.149open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/12808TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkkgLSBDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8ocykgYXV0b3IoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIChSSSkgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVsb3RhcyAoVUZQZWwpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAKKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIAplIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW87CgpJSSAtIFZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJJIGRhIFVGUGVsIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gCnBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvOwoKSUlJIC0gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSSSBkYSBVRlBlbCBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFja3VwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo287CgpJViAtIFZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gClZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyAKZGUgbmluZ3XDqW07CgpWIC0gQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBSSSBkYSBVRlBlbCBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhOwoKVkkgLSBDQVNPIEEgUFVCTElDQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VCk9VVFJBIE9SR0FOSVpBw4fDg08sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyAKRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETzsKClZJSSAtIE8gUkkgZGEgVUZQZWwgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyAKYXV0b3JhaXMgZGEgcHVibGljYcOnw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2024-04-23T06:01:44Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false |
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Um dos principais contratempos para aplicações do alumínio consiste no processo de soldagem, maiormente no caso de ligas endurecidas por precipitação, como as da série 7xxx. O processo de soldagem é desfavorável para as propriedades mecânicas, devido a modificação da microestrutura e da composição química, influenciadas tanto pelo material de adição como pelo gradiente de temperatura. Nesse tipo de liga, registra-se também a propensão a corrosão sob tensão (CST) e corrosão intercristalina (CI), provocada pela sinergia de tensão mecânica, associada a exposição em ambientes agressivos. O objetivo deste trabalho foi de analisar o comportamento corrosivo da liga de alumínio 7003-T4 soldada por processo gas metal arc weld (GMAW). Para tanto, analisou-se a micro-dureza superficial e sua correlação com os efeitos térmicos do processo de soldagem, assim como sua suscetibilidade a CI. Ainda investigou-se os efeitos da CST em corpos-de-prova submetidos a diferentes tensões, através da análise em microscopia eletrônica de varredura (MEV), espectroscopia por dispersão de energia de raios X (EDS) e cálculo das taxas de corrosão. Por fim, aplicou-se técnica eletroquímica, para análise do potencial de corrosão nas diferentes regiões da liga soldada. Na análise de micro-dureza a liga apresentou amaciamento na região da zona afetada pelo calor (ZAC), revelando nesta, grãos mais alongados e de maior área. O teste de suscetibilidade a CI, demonstrou que a liga soldada, sofreu difusão de elementos para formação de precipitados de MgZn2 no contorno dos grãos. Verificou-se que a velocidade de corrosão correlaciona-se com a tensão mecânica aplicada ao material. Para tensões na faixa de 300 e 400 MPa, registrou-se os maiores valores de taxa de corrosão, tendendo a uma estabilização. Através das micrografias observou-se que, para a região da ZAC, quanto maior a tensão, maior a área de formação de precipitações, já na região do metal base (MB) verificou-se uma estabilização da área de precipitações independente da tensão. Para ambas regiões houve uma redução do tamanho médio das partículas de precipitados associada a elevação da tensão. Na polarização potenciodinâmica verificou-se que o ramo anódico das curvas exibiram comportamento de dissolução de metal ativo, devido ao aumento da densidade de corrente em conjunto com o potencial anódico. Verificou-se que a região da ZAC possuiu uma velocidade de corrosão na ordem de 4 vezes maior em comparação ao MB. O maior valor de corrente de passivação verificado na ZAC, sugere que nesta região, ocorreu uma maior degradação da capacidade de passivação. |
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