Sensibilidade e especificidade do perfil estral para o diagnóstico de ovulação em fêmeas suínas
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Autor(a) principal: | |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Veterinária
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| Departamento: |
Faculdade de Veterinária
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/9152 |
Resumo: | O objetivo desse estudo foi analisar em fêmeas suínas a sensibilidade e especificidade do perfil da ovulação estimada (OVEST) baseado no perfil estral, realizado através do reflexo de tolerância ao homem em presença do macho (RTHM), em comparação com o exame padrão de ovulação feito pela ultra-sonografia em tempo real. Foram monitoradas 198 fêmeas a partir do desmame para realização do perfil estral através do RTHM (6:30, 14:30 e 22:30 h) e exame ultra-sonográfico (6:30 e 14:30 h). No RTHM o início do estro foi determinado pelo primeiro RTHM positivo, enquanto o final do estro foi caracterizado pelo primeiro RTHM negativo. O momento da ovulação pelo ultra-som (MOV) foi definido pela ausência de folículos pré-ovulatórios ou quando o número de folículos era menor àquele encontrado no exame anterior, desde que estes achados fossem confirmados no exame no turno seguinte. A duração do estro (DE) foi dividida por três, a fim de calcular a OVEST como sendo na porção inicial do terço final do estro. A partir deste cálculo, estimou-se a freqüência de fêmeas que ovularam antes, durante ou após o terço final do estro, considerando tanto momento da ovulação diagnosticado pela ultra-sonografia e pela OVEST e foi feita a comparação através da sensibilidade e especificidade. O intervalo desmame estro (IDE) médio foi de 86,6 ± 30,7 h e a DE e o início do estroovulação (INCOV) foi de 62,6 ± 18,1 h e 47,4 ± 14,8 h, respectivamente. Não houve diferença (P > 0,05) quando foi relacionado o início e o final da ovulação entre as diferentes categorias de IDE (< 72 h, 72 – 96 h e > 96 h). Porém, o intervalo desmame ovulação (IDOV) diferiu entre as categorias de IDE (P < 0,0001), tornando-se mais longo na medida em que o IDE se prolongou. A média da OVEST foi de 49,5 ± 3,6 h. Considerando a ovulação diagnosticada por ultra-sonografia em tempo real, 20,4% das OVEST teriam ocorrido precocemente e 27,9% das OVEST seriam tardias, o que totalizaria 48,3% de diagnósticos de ovulação imprecisos.Considerando a freqüência da ovulação ocorrida antes ou durante o terço final do estro a sensibilidade e especificidade da OVEST em comparação com a ovulação em tempo real foi igual a 84,3% e 35,3%, respectivamente. Sensibilidade e especificidade foram iguais a 83,8% e 56,7% quando consideradas ovulações ocorridas ou não durante o terço final do estro, sensibilidade e especificidade foram iguais a 66,3% e 56,7%, respectivamente. Portanto perdas potencialmente expressivas podem ocorrer se os protocolos de iA fossem baseados somente no perfil estral porque este método é impreciso para estimar a ovulação, sendo menos sensível e específico quando comparado com o diagnóstico da ultra-sonografia em tempo real. |
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2023-03-09T13:11:50Z2023-03-09T13:11:50Z2005-04-01ALVARENGA, Marcus Vinícius Figueira de. Sensibilidade e especificidade do perfil estral para o diagnóstico de ovulação em fêmeas suínas. 2005. 37f. Dissertação (Mestrado em Veterinária) - Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2005.http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/9152O objetivo desse estudo foi analisar em fêmeas suínas a sensibilidade e especificidade do perfil da ovulação estimada (OVEST) baseado no perfil estral, realizado através do reflexo de tolerância ao homem em presença do macho (RTHM), em comparação com o exame padrão de ovulação feito pela ultra-sonografia em tempo real. Foram monitoradas 198 fêmeas a partir do desmame para realização do perfil estral através do RTHM (6:30, 14:30 e 22:30 h) e exame ultra-sonográfico (6:30 e 14:30 h). No RTHM o início do estro foi determinado pelo primeiro RTHM positivo, enquanto o final do estro foi caracterizado pelo primeiro RTHM negativo. O momento da ovulação pelo ultra-som (MOV) foi definido pela ausência de folículos pré-ovulatórios ou quando o número de folículos era menor àquele encontrado no exame anterior, desde que estes achados fossem confirmados no exame no turno seguinte. A duração do estro (DE) foi dividida por três, a fim de calcular a OVEST como sendo na porção inicial do terço final do estro. A partir deste cálculo, estimou-se a freqüência de fêmeas que ovularam antes, durante ou após o terço final do estro, considerando tanto momento da ovulação diagnosticado pela ultra-sonografia e pela OVEST e foi feita a comparação através da sensibilidade e especificidade. O intervalo desmame estro (IDE) médio foi de 86,6 ± 30,7 h e a DE e o início do estroovulação (INCOV) foi de 62,6 ± 18,1 h e 47,4 ± 14,8 h, respectivamente. Não houve diferença (P > 0,05) quando foi relacionado o início e o final da ovulação entre as diferentes categorias de IDE (< 72 h, 72 – 96 h e > 96 h). Porém, o intervalo desmame ovulação (IDOV) diferiu entre as categorias de IDE (P < 0,0001), tornando-se mais longo na medida em que o IDE se prolongou. A média da OVEST foi de 49,5 ± 3,6 h. Considerando a ovulação diagnosticada por ultra-sonografia em tempo real, 20,4% das OVEST teriam ocorrido precocemente e 27,9% das OVEST seriam tardias, o que totalizaria 48,3% de diagnósticos de ovulação imprecisos.Considerando a freqüência da ovulação ocorrida antes ou durante o terço final do estro a sensibilidade e especificidade da OVEST em comparação com a ovulação em tempo real foi igual a 84,3% e 35,3%, respectivamente. Sensibilidade e especificidade foram iguais a 83,8% e 56,7% quando consideradas ovulações ocorridas ou não durante o terço final do estro, sensibilidade e especificidade foram iguais a 66,3% e 56,7%, respectivamente. Portanto perdas potencialmente expressivas podem ocorrer se os protocolos de iA fossem baseados somente no perfil estral porque este método é impreciso para estimar a ovulação, sendo menos sensível e específico quando comparado com o diagnóstico da ultra-sonografia em tempo real.The objective of this study was to evaluate the sensitivity and the specificity of the estimation of ovulation (ESTOV) in female swine based on estrus profile using estrus detection by back pressure in the presence of a boar (BPB) in comparison with real time ultrasound diagnosis. Starting at weaning, 198 females were submitted to BPB 3 times a daily (6:30, 14:30 and 22:30 h) and to ultrasound exam twice daily (6:30 and 14:30 h). In the estrus profile, the beginning of the estrus was characterized by the first positive response to BPB and the end of the estrus was characterized by the first negative response to BPB. Ovulation time (OT) was determined by ultrasound diagnosis by the absence of pre-ovulatory follicles or when the number of follicles at the moment of diagnosis was inferior to that observed in the previous exam, as long as those findings were confirmed in the next exam. Estrus duration (ED) was categorized in 3 groups, to make possible to estimate the frequency of female ovulating before, during or after the third part of the estrus, considering both ESTOV and OT. Sensitivity and specificity were estimated for ESTOV considering the OT as reference. The mean weaning-to-estrus interval (WEI) was 86,6 ± 30,7 h, mean ED was 62,6 ± 18,1 h and mean estrus-toovulation interval (EOI) was 47,4 ± 14,8 h. The initial and final time of ovulation did not differ between categories of WEI (< 72 h, 72 – 96 h e > 96 h), but the weaning-toovulation interval was longer as the WEI was longer (P < 0,0001). Mean ESTOV was 49,5 ± 3,6 h. Considering real time ultrasound diagnosis as reference, 20,4% of the ESTOV would have occurred before ovulation and 27,9% would have occurred after ovulation, corresponding to 48,3% of imprecise estimations. Considering the frequency of ovulation occurring before or during the third part of estrus, the sensitivity and specificity of ESTOV in comparison with OT were equal to 84,3% and 35,3%, respectively. Sensitivity and specificity were equal to 83,8% and 56,7% when considering ovulations occurring during or after the third part of estrus. Additionally, when considering ovulations occurring or not during the third part of estrus, sensitivity and specificity were equal to 66,3% and 56,7%, respectively. Thus, potentially high losses can occur if breeding systems are exclusively based on estrus profile because this method is inaccurate to estimate ovulation, as indicated by its low sensitivity and specificity when compared with real time ultrasound diagnosis.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em VeterináriaUFPelBrasilFaculdade de VeterináriaCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIA::REPRODUCAO ANIMALVeterináriaSuínosPorcosOvulaçãoReproduçãoSensibilidade e especificidade do perfil estral para o diagnóstico de ovulação em fêmeas suínasSensitivity and specificity of estrus profile for ovulation diagnosis in female swineinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/2510060524401444Lucia Júnior, ThomazAlvarenga, Marcus Vinicius Figueira deinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELTEXTdissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdf.txtdissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdf.txtExtracted texttext/plain79041http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/9152/6/dissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdf.txtecd204315d76bd4be2ca0a6e4d9c7342MD56open accessTHUMBNAILdissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdf.jpgdissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1366http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/9152/7/dissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdf.jpg247ab25a03ace1be15eeb6946c4aa520MD57open accessORIGINALdissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdfdissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdfapplication/pdf235360http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/9152/1/dissertacao_marcus_vinicius_figueira_de_alvarenga.pdf0d4a4fcf6c931967e32a3e766e164592MD51open accessCC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; 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