Ambiente como fonte de formas parasitárias e potencial de extratos vegetais da família Lamiaceae contra parasitos do gênero Toxocara

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Capella, Gabriela de Almeida
Orientador(a): Cleff, Marlete Brum
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Veterinária
Departamento: Faculdade de Veterinária
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/4634
Resumo: Os parasitos são responsáveis por algumas das doenças mais importantes trasmitidas dos animais de companhia ao homem. Dentre os parasitos, destaca-se o Toxocara spp., em virtude desua importante patogenia e alta prevalência no homem e nos animais. Assim, o objetivo do estudo foi determinar a presença de formas infectantes de parasitos no ambiente, verificar a composição química e a atividade antihemintica in vitro de extratos de plantas da família Lamiaceae frente a ovos e larvas de Toxocara spp. Para avaliar a contaminação ambiental foram coletadas amostras de solo de uma comunidade de Pelotas – RS. Um total de 100 amostras foram processadas pela técnica de centrifugo-flutuação e analisadas em microscópio óptico (40X) para a identificação das formas parasitárias. Os testes foram realizados utilizando os óleos essenciais de Origanum majorona,Origanum vulgare e Rosmarinus officinalis nas concentrações de 6 a 0,18mg/mL, enquanto os larvicidas nas concentrações de 6 a 0,09mg/mL. Os extratos hidroalcoolicos de Origanum vulgare, Origanum majorona e Rosmarinus officinalis foram testados nas concentrações de (50 a 3,12mg/ml) frente aos ovos. Enquanto frente as larvas foram testados em concentrações de 100 a 6,25 mg/mL para O. majorana e R. officinalis e para O. vulgare de 50 a 3,12 mg/mL.Os testes foram realizados utilizando os óleos e extratos nas diferentes concentrações e ovos(+-100) ou larvas (100 a 150)de Toxocara spp..Os testes ovicidas foram incubados em estufa B.O.D. a 28°C com 80% de umidade relativa por trinta dias e os testes larvicidas foram incubadas em estufa de CO2 a 5% e temperatura de 37oC, durante 48 horas. Nos testes larvicidas foi adicinonado Corante Azul de Tripane os ovos e larvas foram observados por microscpia.No ambiente analisado, todos os pontos foram positivos para duas ou mais formas parasitárias, sendo identificados oocistos(30,32%), ordem Strongylida (25,4%), ascarídeos (21,31%), Trichuris spp. (8,19%), Toxocara spp. (3,27%), Ameba (3,27%), Citoisospora (3,27%), Dioctophyma renale (2,45%), Giardia (1,63%) e Entamoeba (0,81%). Na análise cromatográfica dos óleos essenciaisos compostos majoritários para O. vulgare foram 4-Terpineno, gama-Terpinene, cis- Sabinenehydrate, para O. majorana foram 4-Terpineol, gama-Terpinene, alpha-Terpineno e noR. Officinalisdestacaram-seα-Pinene, cineol e camfor. Nos testes ovicidas o óleo essencial de O. vulgare(6 a 0,18mg/mL)apresentou eficácia superior a 90%, enquanto o de O. majorana nas concentrações de 6 a 0,37mg/mL mostraram uma eficácia superior a 98% e o R. Officinalis em todas concentrações testadas apresentou eficacia inferior a 71,47%. Na atividade larvicida o óleo essencial de O. vulgare (6 a 0,37mg/mL) apresentou 100% de eficácia e o de O. majorana (6 a 1,5mg/mL) apresentou uma atividade superior a 90%, enquanto o R. officinalis somente apresentou eficácia superior a 90% nas concentrações de 6 a 3mg/mL.Os extratos hidroalcoolicos O. vulgare e O. majorona (50mg/mL) demonstraram inibição de embrionamento superior a 90%, enquanto R. officinalis (50mg/mL) apresentou 86,9 % de inibição. Com relação a atividade larvicida dos extratos de O. vulgare tiveram 88,64% de atividade na concentração de 100mg/mL, O. majorana de 86,95% na concentração de 50mg/mL e R. officinalis apresentaram 97% a 99% nas concentrações de 100 a 12,5mg/mL.. De acordo com o estudo pode-se concluir queo ambiente analisado encontra-se contaminado por formas infectantes de parasitos, constituindo um sério problema de saúde pública. Os resultados de atividade demonstraram que o óleo essencial e o extrato hidroalcoolico de O. vulgare,O. majorona e R. officinalis, ricos em compostos fenólicos, possuem atividade ovicida e larvicida no gênero Toxocara. No entanto, são necessários mais estudos visando esclarecer o mecanismo de ação e a toxicidade dessas plantas.
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Assim, o objetivo do estudo foi determinar a presença de formas infectantes de parasitos no ambiente, verificar a composição química e a atividade antihemintica in vitro de extratos de plantas da família Lamiaceae frente a ovos e larvas de Toxocara spp. Para avaliar a contaminação ambiental foram coletadas amostras de solo de uma comunidade de Pelotas – RS. Um total de 100 amostras foram processadas pela técnica de centrifugo-flutuação e analisadas em microscópio óptico (40X) para a identificação das formas parasitárias. Os testes foram realizados utilizando os óleos essenciais de Origanum majorona,Origanum vulgare e Rosmarinus officinalis nas concentrações de 6 a 0,18mg/mL, enquanto os larvicidas nas concentrações de 6 a 0,09mg/mL. Os extratos hidroalcoolicos de Origanum vulgare, Origanum majorona e Rosmarinus officinalis foram testados nas concentrações de (50 a 3,12mg/ml) frente aos ovos. 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Na análise cromatográfica dos óleos essenciaisos compostos majoritários para O. vulgare foram 4-Terpineno, gama-Terpinene, cis- Sabinenehydrate, para O. majorana foram 4-Terpineol, gama-Terpinene, alpha-Terpineno e noR. Officinalisdestacaram-seα-Pinene, cineol e camfor. Nos testes ovicidas o óleo essencial de O. vulgare(6 a 0,18mg/mL)apresentou eficácia superior a 90%, enquanto o de O. majorana nas concentrações de 6 a 0,37mg/mL mostraram uma eficácia superior a 98% e o R. Officinalis em todas concentrações testadas apresentou eficacia inferior a 71,47%. Na atividade larvicida o óleo essencial de O. vulgare (6 a 0,37mg/mL) apresentou 100% de eficácia e o de O. majorana (6 a 1,5mg/mL) apresentou uma atividade superior a 90%, enquanto o R. officinalis somente apresentou eficácia superior a 90% nas concentrações de 6 a 3mg/mL.Os extratos hidroalcoolicos O. vulgare e O. majorona (50mg/mL) demonstraram inibição de embrionamento superior a 90%, enquanto R. officinalis (50mg/mL) apresentou 86,9 % de inibição. Com relação a atividade larvicida dos extratos de O. vulgare tiveram 88,64% de atividade na concentração de 100mg/mL, O. majorana de 86,95% na concentração de 50mg/mL e R. officinalis apresentaram 97% a 99% nas concentrações de 100 a 12,5mg/mL.. De acordo com o estudo pode-se concluir queo ambiente analisado encontra-se contaminado por formas infectantes de parasitos, constituindo um sério problema de saúde pública. Os resultados de atividade demonstraram que o óleo essencial e o extrato hidroalcoolico de O. vulgare,O. majorona e R. officinalis, ricos em compostos fenólicos, possuem atividade ovicida e larvicida no gênero Toxocara. No entanto, são necessários mais estudos visando esclarecer o mecanismo de ação e a toxicidade dessas plantas.Parasites are responsible for some of the most important diseases transmitted from companion animals to humans. Among the parasites, Toxocara spp. Stands out due to its important pathogenesis and high prevalence in man and animals. The objective of the study was to determine the presence of infective forms of parasites in the environment, to verify the chemical composition and in vitro antihemotic activity of extracts of plants of the Lamiaceae family against eggs and larvae of Toxocara spp. To evaluate the environmental contamination, soil samples were collected from a community of Pelotas - RS. A total of 100 samples were processed by the centrifugeflotation technique and analyzed under an optical microscope (40X) for the identification of parasite forms. The tests were carried out using the essential oils of Origanum majorona, Origanum vulgare and Rosmarinus officinalis at concentrations of 6 to 0.18 mg / mL, while larvicides in the concentrations of 6 to 0.09 mg / mL. The hydroalcoholic extracts of Origanum vulgare, Origanum majorona and Rosmarinus officinalis were tested in the concentrations of (50 to 3,12mg / ml) against the eggs. The larvae were tested at concentrations of 100 to 6.25 mg / mL for O. majorana and R. officinalis and for O. vulgare at 50 to 3.12 mg / mL. The tests were performed using the oils and extracts at different concentrations and eggs (+ -100) or larvae (100 to 150) of Toxocara spp. The ovicidal tests were incubated in oven B.O.D. At 28 ° C with 80% relative humidity for thirty days and the larvicidal tests were incubated in a 5% CO2 oven at 37 ° C for 48 hours. In the larvicidal tests Blue Dye of Tripan was added and the eggs and larvae were observed by microscopy. In the analyzed environment, all points were positive for two or more parasitic forms, with oocysts (30.32%), Strongylida (25.4%), ascarids (21.31%) and Trichuris spp. (8.19%), Toxocara spp. (3.27%), Ameba (3.27%), Cytoisospora (3.27%), Dioctophyma renale (2.45%), Giardia (1.63%) and Entamoeba (0.81%). In the chromatographic analysis of the essential oils the major compounds for O. vulgare were 4-Terpinene, gamma-Terpinene, cis-Sabinenehydrate, for O. majorana were 4-Terpineol, gamma- Terpinene, alpha-Terpinene and R. Officinalis stood out Α-Pinene, cineol and camphor. O. vulgare essential oils (6 to 0.18 mg / mL) showed efficacy higher than 90%, while that of O. majorana at concentrations of 6 to 0.37 mg / mL showed efficacy higher than 98% and The R. Officinalis in all tested concentrations showed efficacy less than 71.47%. In the larvicidal activity, the essential oil of O. vulgare (6 to 0.37mg / mL) presented 100% efficacy and O. majorana (6 to 1,5mg / mL) presented an activity superior to 90%, while the R . Officinalis only showed efficacy greater than 90% in the concentrations of 6 to 3mg / mL. Hydroalcoholic extracts O. vulgare and O. majorone (50mg / mL) showed inhibition of embryo growth of more than 90%, while R. officinalis (50mg / mL) presented 86.9% inhibition. In relation to the larvicidal activity of the extracts of O. vulgare, they had 88.64% of activity in the concentration of 100mg / mL, O. majorana of 86.95% in the concentration of 50mg / mL and R. officinalis presented 97% to 99% in the Concentrations of 100 to 12.5 mg / mL. According to the study it can be concluded that the analyzed environment is contaminated by infective forms of parasites, constituting a serious public health problem. The activity results showed that the essential oil and hydroalcoholic extract of O. vulgare, O. majorona and R. officinalis, rich in phenolic compounds, have ovicidal and larvicidal activity in the genus Toxocara. However, further studies are needed to clarify the mechanism of action and toxicity of these plants.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em VeterináriaUFPelBrasilFaculdade de VeterináriaCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIAVeterináriaEndoparasitosesToxocara spp.Contaminação ambientalPlantas medicinaisLamiaceaeEnvironmental contaminationMedicinal plantsAmbiente como fonte de formas parasitárias e potencial de extratos vegetais da família Lamiaceae contra parasitos do gênero ToxocaraEnvironment as a source of parasitic forms and potential of plant extracts of the family Lamiaceae against parasites of the gender Toxocarainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELTEXTdissertacao_gabriela_almeida_capella.pdf.txtdissertacao_gabriela_almeida_capella.pdf.txtExtracted texttext/plain179997http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/4634/6/dissertacao_gabriela_almeida_capella.pdf.txtf9c2f39b327c692c80964f3b2fa9a2a2MD56open accessTHUMBNAILdissertacao_gabriela_almeida_capella.pdf.jpgdissertacao_gabriela_almeida_capella.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1253http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/4634/7/dissertacao_gabriela_almeida_capella.pdf.jpgb0dd8cb5e35cf3bb1d11465a004745aaMD57open accessORIGINALdissertacao_gabriela_almeida_capella.pdfdissertacao_gabriela_almeida_capella.pdfapplication/pdf669157http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/4634/1/dissertacao_gabriela_almeida_capella.pdfe5fc63b210c13c545a0603d6708fc0f6MD51open accessCC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; 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Environmental contamination
Medicinal plants
description Os parasitos são responsáveis por algumas das doenças mais importantes trasmitidas dos animais de companhia ao homem. Dentre os parasitos, destaca-se o Toxocara spp., em virtude desua importante patogenia e alta prevalência no homem e nos animais. Assim, o objetivo do estudo foi determinar a presença de formas infectantes de parasitos no ambiente, verificar a composição química e a atividade antihemintica in vitro de extratos de plantas da família Lamiaceae frente a ovos e larvas de Toxocara spp. Para avaliar a contaminação ambiental foram coletadas amostras de solo de uma comunidade de Pelotas – RS. Um total de 100 amostras foram processadas pela técnica de centrifugo-flutuação e analisadas em microscópio óptico (40X) para a identificação das formas parasitárias. Os testes foram realizados utilizando os óleos essenciais de Origanum majorona,Origanum vulgare e Rosmarinus officinalis nas concentrações de 6 a 0,18mg/mL, enquanto os larvicidas nas concentrações de 6 a 0,09mg/mL. Os extratos hidroalcoolicos de Origanum vulgare, Origanum majorona e Rosmarinus officinalis foram testados nas concentrações de (50 a 3,12mg/ml) frente aos ovos. Enquanto frente as larvas foram testados em concentrações de 100 a 6,25 mg/mL para O. majorana e R. officinalis e para O. vulgare de 50 a 3,12 mg/mL.Os testes foram realizados utilizando os óleos e extratos nas diferentes concentrações e ovos(+-100) ou larvas (100 a 150)de Toxocara spp..Os testes ovicidas foram incubados em estufa B.O.D. a 28°C com 80% de umidade relativa por trinta dias e os testes larvicidas foram incubadas em estufa de CO2 a 5% e temperatura de 37oC, durante 48 horas. Nos testes larvicidas foi adicinonado Corante Azul de Tripane os ovos e larvas foram observados por microscpia.No ambiente analisado, todos os pontos foram positivos para duas ou mais formas parasitárias, sendo identificados oocistos(30,32%), ordem Strongylida (25,4%), ascarídeos (21,31%), Trichuris spp. (8,19%), Toxocara spp. (3,27%), Ameba (3,27%), Citoisospora (3,27%), Dioctophyma renale (2,45%), Giardia (1,63%) e Entamoeba (0,81%). Na análise cromatográfica dos óleos essenciaisos compostos majoritários para O. vulgare foram 4-Terpineno, gama-Terpinene, cis- Sabinenehydrate, para O. majorana foram 4-Terpineol, gama-Terpinene, alpha-Terpineno e noR. Officinalisdestacaram-seα-Pinene, cineol e camfor. Nos testes ovicidas o óleo essencial de O. vulgare(6 a 0,18mg/mL)apresentou eficácia superior a 90%, enquanto o de O. majorana nas concentrações de 6 a 0,37mg/mL mostraram uma eficácia superior a 98% e o R. Officinalis em todas concentrações testadas apresentou eficacia inferior a 71,47%. Na atividade larvicida o óleo essencial de O. vulgare (6 a 0,37mg/mL) apresentou 100% de eficácia e o de O. majorana (6 a 1,5mg/mL) apresentou uma atividade superior a 90%, enquanto o R. officinalis somente apresentou eficácia superior a 90% nas concentrações de 6 a 3mg/mL.Os extratos hidroalcoolicos O. vulgare e O. majorona (50mg/mL) demonstraram inibição de embrionamento superior a 90%, enquanto R. officinalis (50mg/mL) apresentou 86,9 % de inibição. Com relação a atividade larvicida dos extratos de O. vulgare tiveram 88,64% de atividade na concentração de 100mg/mL, O. majorana de 86,95% na concentração de 50mg/mL e R. officinalis apresentaram 97% a 99% nas concentrações de 100 a 12,5mg/mL.. De acordo com o estudo pode-se concluir queo ambiente analisado encontra-se contaminado por formas infectantes de parasitos, constituindo um sério problema de saúde pública. Os resultados de atividade demonstraram que o óleo essencial e o extrato hidroalcoolico de O. vulgare,O. majorona e R. officinalis, ricos em compostos fenólicos, possuem atividade ovicida e larvicida no gênero Toxocara. No entanto, são necessários mais estudos visando esclarecer o mecanismo de ação e a toxicidade dessas plantas.
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