Um modelo epidemiológico para o estudo da dengue considerando o controle do vetor

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Mielke, Letiane Ludwig
Orientador(a): Buske, Daniela
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Modelagem Matemática
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14180
Resumo: A ligação entre a matemática, a epidemiologia e a disseminação de doenças é algo que está diretamente relacionado quando se trata de estudos epidemiológicos. Utilizando modelos matemáticos e ferramentas computacionais, é possível prever cenários e apontar possíveis medidas a serem tomadas em momentos de crise sanitária. Os primeiros relatos de dengue surgiram em meados da década de 1960, já sendo considerada como um problema mundial de saúde, sendo essa uma doença comum em muitos países, incluindo o Brasil, onde é encontrada principalmente em regiões tropicais e subtropicais. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo o estudo e análise de um modelo epidemiológico aplicado a doenças infecciosas, direcionado especificamente para a dengue. Será utilizado um modelo matemático SIR+ASI, composto por equações diferenciais ordinárias que descrevem a dinâmica de propagação da doença, através da interação do mosquito e dos humanos. A propagação da dengue pode ser mitigada através de medidas de controle que podem ser feitas diretamente na população dos mosquitos. Essas medidas de controle são feitas por meio do uso de inseticidas e por campanhas educativas através de mídias sociais. Outra forma de controle poderia ser realizada por meio do processo de vacinação da população humana, porém a vacina para a dengue ainda não se encontra disponível. Ambas estratégias de controle, têm como objetivo a redução e erradicação da doença na população e foram implementadas. O modelo matemático é resolvido numericamente e seu algoritmo foi implementado na linguagem SCILAB. O principal objetivo é obter a solução numérica do problema proposto e comparar as estratégias de controle aplicadas.
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spelling 2024-10-02T20:15:23Z2024-10-022024-10-02T20:15:23Z2023-06-06MIELKE, Letiane Ludwig. Um Modelo epidemiolóogico para o estudo da dengue considerando o controle do vetor. 2024. 76 f. Dissertaçãao (Mestrado em Modelagem Matemáatica) – Instituto de Fíısica e Matemática, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2024.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/14180A ligação entre a matemática, a epidemiologia e a disseminação de doenças é algo que está diretamente relacionado quando se trata de estudos epidemiológicos. Utilizando modelos matemáticos e ferramentas computacionais, é possível prever cenários e apontar possíveis medidas a serem tomadas em momentos de crise sanitária. Os primeiros relatos de dengue surgiram em meados da década de 1960, já sendo considerada como um problema mundial de saúde, sendo essa uma doença comum em muitos países, incluindo o Brasil, onde é encontrada principalmente em regiões tropicais e subtropicais. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo o estudo e análise de um modelo epidemiológico aplicado a doenças infecciosas, direcionado especificamente para a dengue. Será utilizado um modelo matemático SIR+ASI, composto por equações diferenciais ordinárias que descrevem a dinâmica de propagação da doença, através da interação do mosquito e dos humanos. A propagação da dengue pode ser mitigada através de medidas de controle que podem ser feitas diretamente na população dos mosquitos. Essas medidas de controle são feitas por meio do uso de inseticidas e por campanhas educativas através de mídias sociais. Outra forma de controle poderia ser realizada por meio do processo de vacinação da população humana, porém a vacina para a dengue ainda não se encontra disponível. Ambas estratégias de controle, têm como objetivo a redução e erradicação da doença na população e foram implementadas. O modelo matemático é resolvido numericamente e seu algoritmo foi implementado na linguagem SCILAB. O principal objetivo é obter a solução numérica do problema proposto e comparar as estratégias de controle aplicadas.The link between mathematics, epidemiology and the spread of diseases is something that is directly related when it comes to epidemiological studies. Using mathematical models and computational tools, it is possible to predict scenarios and point out possible measures to be taken in times of health crisis. The first reports of dengue fever emerged in the mid-1960s, and it was already considered a global health problem, being a common disease in many countries, including Brazil, where it is found mainly in tropical and subtropical regions. In this sense, the present work aims to study and analyze an epidemiological model applied to infectious diseases, specifically aimed at dengue. A SIR+ASI mathematical model will be used, composed of ordinary differential equations that describe the dynamics of disease propagation, through the interaction of mosquitoes and humans. The spread of dengue can be mitigated through control measures that can be carried out directly on the mosquito population. These control measures are carried out through the use of insecticides and educational campaigns through social media. Another form of control could be carried out through the process of vaccinating the human population, however the vaccine for dengue is not yet available. Both control strategies aim to reduce and eradicate the disease in the population and have been implemented. The mathematical model is solved numerically and its algorithm was implemented in the SCILAB language. The main objective is to obtain the numerical solution of the proposed problem and compare the applied control strategies.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Modelagem MatemáticaUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS EXATAS E DA TERRAMATEMATICAEPIDEMIOLOGIAMODELOS ANALITICOS E DE SIMULACAOModelo epidemiológicoDengueModelagem matemáticaDoença infecciosaEpidemiological modelMathematical modelingDisease infectiousUm modelo epidemiológico para o estudo da dengue considerando o controle do vetorAn epidemiological model for the study of dengue considering vector controlinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/0670773638738098https://orcid.org/0000-0002-4573-9787http://lattes.cnpq.br/3894096111082082Athayde, Alexandre Sacco dehttp://lattes.cnpq.br/6501234428150863Buske, DanielaMielke, Letiane Ludwigreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALDissertacao_Letiane_Mielke.pdfDissertacao_Letiane_Mielke.pdfapplication/pdf2176593http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/14180/1/Dissertacao_Letiane_Mielke.pdf0ff1aff5f21c616da41b759e56581590MD51open accessTEXTDissertacao_Letiane_Mielke.pdf.txtDissertacao_Letiane_Mielke.pdf.txtExtracted texttext/plain113078http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/14180/3/Dissertacao_Letiane_Mielke.pdf.txt692c76cac22cb5fc14cd5241fc871952MD53open accessTHUMBNAILDissertacao_Letiane_Mielke.pdf.jpgDissertacao_Letiane_Mielke.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1231http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/14180/4/Dissertacao_Letiane_Mielke.pdf.jpgd5cfe52559062e1c0d57179e64c3a901MD54open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81960http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/14180/2/license.txta963c7f783e32dba7010280c7b5ea154MD52open accessprefix/141802024-10-03 03:02:52.702open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/14180TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkkgLSBDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8ocykgYXV0b3IoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIChSSSkgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVsb3RhcyAoVUZQZWwpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAKKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIAplIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW87CgpJSSAtIFZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJJIGRhIFVGUGVsIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gCnBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvOwoKSUlJIC0gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSSSBkYSBVRlBlbCBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFja3VwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo287CgpJViAtIFZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gClZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyAKZGUgbmluZ3XDqW07CgpWIC0gQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBSSSBkYSBVRlBlbCBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhOwoKVkkgLSBDQVNPIEEgUFVCTElDQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VCk9VVFJBIE9SR0FOSVpBw4fDg08sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyAKRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETzsKClZJSSAtIE8gUkkgZGEgVUZQZWwgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyAKYXV0b3JhaXMgZGEgcHVibGljYcOnw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2024-10-03T06:02:52Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false
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