Estresses hídrico e salino como estratégias de biofortificação de morangos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Perin, Ellen Cristina
Orientador(a): Rombaldi, César Valmor
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18505
Resumo: Como alternativa de complementação das intervenções já existentes para a melhoria da segurança e qualidade nutricional e funcional dos alimentos, a biofortificação encontra-se como uma forte estratégia. Entre as estratégias de biofortificação empregadas, a aplicação de estresses abióticos em níveis moderados, pode resultar no aumento de metabólitos com potencial antioxidante, influenciando postiviamente na qualidade dos alimentos, sem, no entanto, afetar a produtividade das culturas agrícolas, não somente em grandes culturas (arroz, batata, feijão, banana, trigo, mandioca) mas também em minor crops como a cebola, alface e o morangueiro. Neste estudo, plantas de morangueiro foram submetidas a diferentes níveis de estresse hídrico e salino, visando a identificação de níveis moderados nessas condições, por meio de variáveis envolvendo aspectos bioquímico-fisiológicos e moleculares. Para tal, foi realizado a caracterização de genes de referência para frutos de morango. Posteriormente foram realizados os estudos de níveis de estresse, identificando inicialmente o nível moderado de estresse salino (80 mM de NaCl). Após em estudo com estresse hídrico, apesar de ter ocorrido aumento nos teores de compostos com potencial antioxidante, a produção e desenvolvimento das plantas foram afetados. Além disso, surgiu a necessidade da quantificação de ácido abscísico (ABA) por possível envolvimento nessas condições de estresse, sendo realizado, portanto a validação para extração do ABA e derivados do mesmo, como ácido faseico (PA), dihidrofaseico (DPA) e ABA-glicose éster (ABA-GE). Por fim, outros níveis de estresse hídrico foram testados, e repetido o nível já encontrado anteriormente no estudo de estresse salino, para comparação. Dois níveis moderados de estresse hídrico foram encontrados (85% e 95% da evapotranspiração da cultura). De forma geral, os resultados dos estudos apresentaram a validação dos genes de referência para morango, em condições de estresse salino e hídrico. Foi obtido um método rápido, simples e validado para extração e quantificação de ABA, ABA-GE, PA e DPA em morango. Frutos de morango com maiores teores de compostos com potencial antioxidante, com produção de frutos não prejudicada, foram obtidos tanto em condição de estresse salino como estresse moderado, apresentando resumidamente, para ambas as condições respostas ABA-dependente. É importante destacar que entre as variáveis avaliadas, os compostos de foco foram os relacionados a rota metabólica dos fenilpropanóides e flavonoides, ácido ascórbico e ABA, onde as rotas citadas apresentaram relação com a via do ABA. Além disso, nesse estudo foi possível obter níveis moderados de estresse salino e hídrico como potenciais estratégias de biofortificação.
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spelling 2025-11-12T09:18:44Z2025-11-12T09:18:44Z2017-02-17PERIN, Ellen Cristina. Estresses hídrico e salino como estratégias de biofortificação de morangos. 2017. 180 f. Tese (Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos) – Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2017.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/18505Como alternativa de complementação das intervenções já existentes para a melhoria da segurança e qualidade nutricional e funcional dos alimentos, a biofortificação encontra-se como uma forte estratégia. Entre as estratégias de biofortificação empregadas, a aplicação de estresses abióticos em níveis moderados, pode resultar no aumento de metabólitos com potencial antioxidante, influenciando postiviamente na qualidade dos alimentos, sem, no entanto, afetar a produtividade das culturas agrícolas, não somente em grandes culturas (arroz, batata, feijão, banana, trigo, mandioca) mas também em minor crops como a cebola, alface e o morangueiro. Neste estudo, plantas de morangueiro foram submetidas a diferentes níveis de estresse hídrico e salino, visando a identificação de níveis moderados nessas condições, por meio de variáveis envolvendo aspectos bioquímico-fisiológicos e moleculares. Para tal, foi realizado a caracterização de genes de referência para frutos de morango. Posteriormente foram realizados os estudos de níveis de estresse, identificando inicialmente o nível moderado de estresse salino (80 mM de NaCl). Após em estudo com estresse hídrico, apesar de ter ocorrido aumento nos teores de compostos com potencial antioxidante, a produção e desenvolvimento das plantas foram afetados. Além disso, surgiu a necessidade da quantificação de ácido abscísico (ABA) por possível envolvimento nessas condições de estresse, sendo realizado, portanto a validação para extração do ABA e derivados do mesmo, como ácido faseico (PA), dihidrofaseico (DPA) e ABA-glicose éster (ABA-GE). Por fim, outros níveis de estresse hídrico foram testados, e repetido o nível já encontrado anteriormente no estudo de estresse salino, para comparação. Dois níveis moderados de estresse hídrico foram encontrados (85% e 95% da evapotranspiração da cultura). De forma geral, os resultados dos estudos apresentaram a validação dos genes de referência para morango, em condições de estresse salino e hídrico. Foi obtido um método rápido, simples e validado para extração e quantificação de ABA, ABA-GE, PA e DPA em morango. Frutos de morango com maiores teores de compostos com potencial antioxidante, com produção de frutos não prejudicada, foram obtidos tanto em condição de estresse salino como estresse moderado, apresentando resumidamente, para ambas as condições respostas ABA-dependente. É importante destacar que entre as variáveis avaliadas, os compostos de foco foram os relacionados a rota metabólica dos fenilpropanóides e flavonoides, ácido ascórbico e ABA, onde as rotas citadas apresentaram relação com a via do ABA. Além disso, nesse estudo foi possível obter níveis moderados de estresse salino e hídrico como potenciais estratégias de biofortificação.As an alternative to complementing existing interventions for improving food safety and nutritional and functional quality, biofortification is a strong strategy. Among the application strategies, the application of abiotic stresses at mild levels may result in the increase of metabolites with antioxidant potential, positively influencing the quality of food, without affecting the productivity of agricultural crops. Not only in large crops (rice, potatoes, beans, bananas, wheat and manioc) but also in minor crops such as onions, lettuce and strawberries. In this study, strawberry plants were submitted to different levels of drought and salt stress, aiming at the identification of mild levels in these conditions, through variables involving biochemical-physiological and molecular aspects. For this, the characterization of reference genes for strawberry fruits was carried out. Subsequently, studies of stress levels were performed, initially identifying the mild level of saline stress (80 mM NaCl). After a study with water stress, although there was an increase in the contents of compounds with antioxidant potential, production and development were affected. In addition, there was a need for the quantification of abscisic acid (ABA) due to possible involvement in these stress conditions. Therefore, the validation for ABA extraction and its derivatives, such as phaseic acid (PA), dihydrophaseic acid (DPA) and ABA-glucose ester (ABA-GE) were performed. Finally, other levels of drought stress were tested, and repeated the level previously found in the study of salt stress, for comparison. Two mild levels of drought stress were found (85% and 95% of crop evapotranspiration). In general, the results of the studies presented the validation of the reference genes for strawberry under conditions of salt and drought stress. A fast, simple and validated method was obtained for extraction and quantification of ABA, ABA-GE, PA and DPA in strawberry. Strawberry fruits with higher levels of compounds with antioxidant potential, without affecting yield, were obtained in both mild stress conditions, being the ABA-dependent responses. It is important to highlight that among the evaluated variables, the compounds of foci in general of the studies carried out were those related to the metabolic pathway of the phenylpropanoids and flavonoids, ascorbic acid and ABA, where both the first mentioned pathways had relation with the ABA pathway. In addition, in this study it was possible to obtain mild levels of salt and drought stress as potential biofortification strategies.OutrosporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de AlimentosUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS AGRARIASCIENCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOSTECNOLOGIA DE ALIMENTOSFragaria x ananassaEstresse moderadoÁcido abscísicoPotencial antioxidanteBiofortificaçãoMild stressAbscisic acidAntioxidant potentialBiofortificationEstresses hídrico e salino como estratégias de biofortificação de morangosDrought and salt stress as biofortification strategies in strawberryinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttp://lattes.cnpq.br/4989640810465475http://lattes.cnpq.br/0102364512482073Galli, Vanessahttp://lattes.cnpq.br/0681826427201399Messias, Rafael da Silvahttp://lattes.cnpq.br/7664014444929453Rombaldi, César ValmorPerin, Ellen Cristinareponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALTese Ellen Cristina Perin.pdfTese Ellen Cristina Perin.pdfapplication/pdf4020260http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/18505/1/Tese%20Ellen%20Cristina%20Perin.pdf2bd964343808a0c164977e465ba08c96MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81960http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/18505/2/license.txta963c7f783e32dba7010280c7b5ea154MD52open accessTEXTTese Ellen Cristina Perin.pdf.txtTese Ellen Cristina Perin.pdf.txtExtracted texttext/plain323213http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/18505/3/Tese%20Ellen%20Cristina%20Perin.pdf.txt6d441f2c28e238f59e200c727061e1acMD53open accessTHUMBNAILTese Ellen Cristina Perin.pdf.jpgTese Ellen Cristina Perin.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1219http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/18505/4/Tese%20Ellen%20Cristina%20Perin.pdf.jpgd9d362756f29103de5e5da5e20d0f605MD54open accessprefix/185052025-11-20 07:57:55.843open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/18505TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkkgLSBDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8ocykgYXV0b3IoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIChSSSkgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVsb3RhcyAoVUZQZWwpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAKKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIAplIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW87CgpJSSAtIFZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJJIGRhIFVGUGVsIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gCnBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvOwoKSUlJIC0gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSSSBkYSBVRlBlbCBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFja3VwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo287CgpJViAtIFZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gClZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyAKZGUgbmluZ3XDqW07CgpWIC0gQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBSSSBkYSBVRlBlbCBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhOwoKVkkgLSBDQVNPIEEgUFVCTElDQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VCk9VVFJBIE9SR0FOSVpBw4fDg08sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyAKRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETzsKClZJSSAtIE8gUkkgZGEgVUZQZWwgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyAKYXV0b3JhaXMgZGEgcHVibGljYcOnw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2025-11-20T10:57:55Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false
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