Escravidão, família e criminalidade no sul do Brasil (Piratini–RS, 1810-1871)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Nunes, Vinicius Cardoso
Orientador(a): Vargas, Jonas Moreira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em História
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/17009
Resumo: A presente pesquisa tem como objetivo analisar a criminalidade escrava no Brasil oitocentista tendo como locus de análise a localidade de Piratini, entre 1810-1871. O norte para tal objetivo foi uma tentativa de insurreição de escravizados crioulos, campeiros do município no ano de 1865, em um período em que houve um aumento substancial de crimes na localidade. As fontes utilizadas nos capítulos da tese reúnem desde listas de criadores e outras atividades economicas, que apresentam um espaço de economia subsidiária e agropecuária; os inventários post-mortem, registros de batismos, que apresentam os perfis das escravarias em Piratini que seguia a tendência de outras regiões do Império brasileiro de muitos escravizadores com poucos escravizados. As fontes documentais quando cruzadas apresentam um contexto no qual estavam inseridos os escravizados de Piratini, em uma sociedade em que 40% da população era não branca, contestando a clássica visão açoriana da localidade. Piratini apresentava um forte impacto do tráfico Atlântico em que houve uma babel de heterogeneidade africana, que com as leis anti-tráfico fez crescer a importância da reprodução natural na localidade. Este trabalho ressalta a importância a família escrava e como essa experiência fez com que as lembranças de pais e mães fossem destacadas pelos escravizados frente às forças de repressão do Estado. Serão analisados os reflexos das leis antitráfico de escravizados naquela sociedade escravista, e como esse funcionamento social gerou tensões nas relações dos escravizados com seus escravistas e terceiros. É neste cenário em que os escravizados campeiros da localidade como Thomé, Casemiro e André foram indiciados como réus da tentativa de insurreição e fuga para o Estado Oriental.
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spelling 2025-08-11T22:26:04Z2025-08-112025-08-11T22:26:04Z2024-12-13NUNES, Vinicius Cardoso. Escravidão, família e criminalidade no sul do Brasil (Piratini–RS, 1810-1871). Orientador: Jonas Moreira Vargas. 2024. 445 f. Tese (Doutorado em História) – Instituto de Ciências Humanas, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2024.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/17009A presente pesquisa tem como objetivo analisar a criminalidade escrava no Brasil oitocentista tendo como locus de análise a localidade de Piratini, entre 1810-1871. O norte para tal objetivo foi uma tentativa de insurreição de escravizados crioulos, campeiros do município no ano de 1865, em um período em que houve um aumento substancial de crimes na localidade. As fontes utilizadas nos capítulos da tese reúnem desde listas de criadores e outras atividades economicas, que apresentam um espaço de economia subsidiária e agropecuária; os inventários post-mortem, registros de batismos, que apresentam os perfis das escravarias em Piratini que seguia a tendência de outras regiões do Império brasileiro de muitos escravizadores com poucos escravizados. As fontes documentais quando cruzadas apresentam um contexto no qual estavam inseridos os escravizados de Piratini, em uma sociedade em que 40% da população era não branca, contestando a clássica visão açoriana da localidade. Piratini apresentava um forte impacto do tráfico Atlântico em que houve uma babel de heterogeneidade africana, que com as leis anti-tráfico fez crescer a importância da reprodução natural na localidade. Este trabalho ressalta a importância a família escrava e como essa experiência fez com que as lembranças de pais e mães fossem destacadas pelos escravizados frente às forças de repressão do Estado. Serão analisados os reflexos das leis antitráfico de escravizados naquela sociedade escravista, e como esse funcionamento social gerou tensões nas relações dos escravizados com seus escravistas e terceiros. É neste cenário em que os escravizados campeiros da localidade como Thomé, Casemiro e André foram indiciados como réus da tentativa de insurreição e fuga para o Estado Oriental.The present research aims to analyze slave crime in nineteenth-century Brazil, taking as the locus of analysis the location of Piratini, between 1810-1871. The lead to this objective was an attempted insurrection by enslaved Creoles, peasants in the municipality in 1865, in a period in which there was a substantial increase in crimes in the locality. The sources used in the chapters of the thesis range from lists of breeders and other economic activities, which present a space for a subsidiary and agricultural economy; the post-mortem inventories, baptismal records, which present the profiles of slaves in Piratini, which followed the trend in other regions of the Brazilian Empire of many enslavers with few enslaved people. When cross-referenced, the documentary sources present a context in which the enslaved people of Piratini were inserted, in a society in which 40% of the population was non-white, contesting the classic Azorean view of the location. Piratini had a strong impact from the Atlantic trafficking in which there was a babel of African heterogeneity, which with antitrafficking laws increased the importance of natural reproduction in the locality. This work highlights the importance of the slave family and how this experience made the memories of fathers and mothers highlighted by the enslaved in the face of the State's forces of repression. The consequences of anti-slave trafficking laws in that slave society will be analyzed, and how this social functioning generated tensions in the relationships between enslaved people and their slave owners and third parties. It is in this scenario in which enslaved campeiros from the locality such as Thomé, Casemiro and André were indicted as defendants in the attempted insurrection and escape to the Eastern State.porUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em HistóriaUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS HUMANASHISTORIAEscravidãoInsurreiçãoCriminalidadePiratiniSlaveryInsurrectionCrimeEscravidão, família e criminalidade no sul do Brasil (Piratini–RS, 1810-1871)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttp://lattes.cnpq.br/6270527339261708http://lattes.cnpq.br/6511913807881617Vargas, Jonas MoreiraNunes, Vinicius Cardosoreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALVinicius_Nunes_Tese.pdfVinicius_Nunes_Tese.pdfapplication/pdf4029632http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/17009/1/Vinicius_Nunes_Tese.pdf1b9fecab0fce7ead1ac5e971a02599bdMD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81960http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/17009/2/license.txta963c7f783e32dba7010280c7b5ea154MD52open accessTEXTVinicius_Nunes_Tese.pdf.txtVinicius_Nunes_Tese.pdf.txtExtracted texttext/plain1132679http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/17009/3/Vinicius_Nunes_Tese.pdf.txt40c4c474201f37a171deb703e953d2ebMD53open accessTHUMBNAILVinicius_Nunes_Tese.pdf.jpgVinicius_Nunes_Tese.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1655http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/17009/4/Vinicius_Nunes_Tese.pdf.jpg11536d015f4dc43366725bce3308bccfMD54open accessprefix/170092025-08-12 03:01:49.373open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/17009TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkkgLSBDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8ocykgYXV0b3IoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIChSSSkgZGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVsb3RhcyAoVUZQZWwpIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCB0cmFkdXppciAKKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIAplIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW87CgpJSSAtIFZvY8OqIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJJIGRhIFVGUGVsIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gCnBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvOwoKSUlJIC0gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSSSBkYSBVRlBlbCBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGUgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFja3VwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo287CgpJViAtIFZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gClZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYSBxdWUgbyBkZXDDs3NpdG8gZGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyAKZGUgbmluZ3XDqW07CgpWIC0gQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBSSSBkYSBVRlBlbCBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhOwoKVkkgLSBDQVNPIEEgUFVCTElDQcOHw4NPIE9SQSBERVBPU0lUQURBIFRFTkhBIFNJRE8gUkVTVUxUQURPIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VCk9VVFJBIE9SR0FOSVpBw4fDg08sIFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyAKRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETzsKClZJSSAtIE8gUkkgZGEgVUZQZWwgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyAKYXV0b3JhaXMgZGEgcHVibGljYcOnw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2025-08-12T06:01:49Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false
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