O milho, a Nossamérica e a guerra dos mundos : por uma mitologia e uma etnografia pós-social no Brasil e no México

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Guimarães, Filippe da Silva
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Instituto de Ciências Humanas
Programa de Pós-Graduação em Antropologia
UFPel
Brasil
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.ufpel.edu.br/handle/ri/2840
Resumo: A partir de la mitología estructural de Claude Lévi-Strauss, este trabajo relaciona en una etnografia pos-social el rol de las experiencias ameríndias en la situación colonial y en sus diferentes facetas en Nuestramérica. Se busca enfatizar el caráter cosmopolítico de dichas experiencias. El interés específico está en narratividades que vinculen estratégias ontológicas de distintos grupos y pueblos ameríndios, y que deflagran las dicotomias modernas, del tipo naturaleza y cultura. A medida que buscamos experiencias que dan cuenta de uno u otro pensamiento, nos interesa pensar, en términos de ontologías comparadas, cómo se constituyen los presupuestos cosmológicos de una política de alteridads como propuesto a través de Martin Holbraad y de los trabajos de Eduardo Viveiros de Castro. Así, piensar redes de explicaciones socio-técinicas a partir del maíz, como hizo Bruno Latour será la estrategia metodológica para cuestionarmos proyectos relativistas, al mismo tiempo que buscamos desarmar la idea romántica del mito como tradición del pasado. El objetivo específico es seguir etnograficamente a los caminos de híbridos del tipo naturaleza-cultura como dicho por Marisol de La Cadena. Los nuevos coletivos, de acurdo con Bruno Latour, generados en un análisis mitológico de narratividades que contengan al maíz, nos llevará a nuevos temas como chamanismo y los deveires de pueblos y gripos ameríndios anunciados en narrativas que mezcla historia, mitologia, literatura y folclore.
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