O milho, a Nossamérica e a guerra dos mundos : por uma mitologia e uma etnografia pós-social no Brasil e no México
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
Instituto de Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Antropologia UFPel Brasil |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufpel.edu.br/handle/ri/2840 |
Resumo: | A partir de la mitología estructural de Claude Lévi-Strauss, este trabajo relaciona en una etnografia pos-social el rol de las experiencias ameríndias en la situación colonial y en sus diferentes facetas en Nuestramérica. Se busca enfatizar el caráter cosmopolítico de dichas experiencias. El interés específico está en narratividades que vinculen estratégias ontológicas de distintos grupos y pueblos ameríndios, y que deflagran las dicotomias modernas, del tipo naturaleza y cultura. A medida que buscamos experiencias que dan cuenta de uno u otro pensamiento, nos interesa pensar, en términos de ontologías comparadas, cómo se constituyen los presupuestos cosmológicos de una política de alteridads como propuesto a través de Martin Holbraad y de los trabajos de Eduardo Viveiros de Castro. Así, piensar redes de explicaciones socio-técinicas a partir del maíz, como hizo Bruno Latour será la estrategia metodológica para cuestionarmos proyectos relativistas, al mismo tiempo que buscamos desarmar la idea romántica del mito como tradición del pasado. El objetivo específico es seguir etnograficamente a los caminos de híbridos del tipo naturaleza-cultura como dicho por Marisol de La Cadena. Los nuevos coletivos, de acurdo con Bruno Latour, generados en un análisis mitológico de narratividades que contengan al maíz, nos llevará a nuevos temas como chamanismo y los deveires de pueblos y gripos ameríndios anunciados en narrativas que mezcla historia, mitologia, literatura y folclore. |
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O milho, a Nossamérica e a guerra dos mundos : por uma mitologia e uma etnografia pós-social no Brasil e no MéxicoEl Maíz, La Nuestramérica y la Guerra de los Mundos: por una mitología y etnografía pos-social en Brasil y en MéxicoAntropologiaEtnografiaMitologiaOntologias comparadasCosmopolíticas ameríndiasCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIAA partir de la mitología estructural de Claude Lévi-Strauss, este trabajo relaciona en una etnografia pos-social el rol de las experiencias ameríndias en la situación colonial y en sus diferentes facetas en Nuestramérica. Se busca enfatizar el caráter cosmopolítico de dichas experiencias. El interés específico está en narratividades que vinculen estratégias ontológicas de distintos grupos y pueblos ameríndios, y que deflagran las dicotomias modernas, del tipo naturaleza y cultura. A medida que buscamos experiencias que dan cuenta de uno u otro pensamiento, nos interesa pensar, en términos de ontologías comparadas, cómo se constituyen los presupuestos cosmológicos de una política de alteridads como propuesto a través de Martin Holbraad y de los trabajos de Eduardo Viveiros de Castro. Así, piensar redes de explicaciones socio-técinicas a partir del maíz, como hizo Bruno Latour será la estrategia metodológica para cuestionarmos proyectos relativistas, al mismo tiempo que buscamos desarmar la idea romántica del mito como tradición del pasado. El objetivo específico es seguir etnograficamente a los caminos de híbridos del tipo naturaleza-cultura como dicho por Marisol de La Cadena. Los nuevos coletivos, de acurdo con Bruno Latour, generados en un análisis mitológico de narratividades que contengan al maíz, nos llevará a nuevos temas como chamanismo y los deveires de pueblos y gripos ameríndios anunciados en narrativas que mezcla historia, mitologia, literatura y folclore.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESA partir da mitologia estrutural de Claude Lévi-Strauss, este trabalho relaciona em uma etnografia pós-social o papel das experiencialidades ameríndias diante da situação colonial e em suas pluralidades em Nossamérica. Busca-se enfatizar o caráter cosmopolítico das experiências ameríndias diante da situação colonial. O interesse específico está nas narratividades que veiculam estratégias ontológicas e políticas de distintos grupos e povos ameríndios e que deflagram as dicotomias modernas do tipo natureza e cultura. Ao enfatizar experiências que anunciam um pensamento outro, nos interessa pensarmos, em termos de ontologias comparadas, como se constituem os pressupostos cosmológicos de uma política de alteridades como proposto através de Martin Holbraad nos trabalhos de Eduardo Viveiros de Castro. Assim, pensar redes de explicações sociotécnicas, como fez Bruno Latour e a partir do milho será a estratégia metodológica para questionarmos projetos relativistas ao mesmo tempo que buscamos desconstruir uma ideia romântica do mito enquanto tradição do passado. O objetivo específico será seguir etnograficamente os caminhos de híbridos do tipo natureza-cultura como anunicado por Marisol De La Cadena. Os novos coleitvos, de acordo com Bruno Latour e gerados em uma análise mitológica de distintas narratividades que contenham o milho nos colocará em relação a novos temas, como o xamanismo e os devires de povos e grupos ameríndios anunciados em narrativas que mesclam história, mitologia, literatura e folclore.Universidade Federal de PelotasInstituto de Ciências HumanasPrograma de Pós-Graduação em AntropologiaUFPelBrasilhttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4298813Y6http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4795505T8Rosa, Rogério Reus Gonçalves daGuimarães, Filippe da Silva2016-06-06T20:54:50Z2016-06-06T20:54:50Z2015-07-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfGUIMARÃES, Filippe da Silva. O milho, a nossamérica e a guerra dos mundos: por uma mitologia e uma etnografia pós-social no Brasil e no México. 2015. 148 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Instituto de Ciências Humanas, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2015.http://repositorio.ufpel.edu.br/handle/ri/2840porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPEL2023-07-13T09:46:59Zoai:guaiaca.ufpel.edu.br:ri/2840Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2023-07-13T09:46:59Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false |
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