Métodos de poda radicular em Araucaria angustifolia (Bert)O. Ktze e seus efeitos sobre a qualidade de mudas em raíz nua
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/1884/28874 |
Resumo: | Este trabalho visou o estudo de diversas variáveis que influenciam na qualidade das mudas de Araucaria angustifolia, com a finalidade de identificar os elementos que melhor possam indicar os mais altos índices de sobrevivência Foram estudadas as seguintes variáveis: Comprimento aéreo, peso verde aéreo, comprimento subterrâneo, peso verde subterrâneo, peso seco total, algumas relações entre essas variáveis e a sobrevivência das mesmas A espécie estudada foi a Araucaria angustifolia (Bert) O Ktze, sendo utilizado mudas de raíz nua O experimento foi delineado no viveiro com 4 repetições de 28 plantas por tratamento, Foram feitos três testes distintos com quatro tratamentos em cada um, conforme segue A Poda de raízes em profundidade Ai testemunha A2 poda de raízes na profundidade de 5 cm A3 poda de raízes na profundidade de 10 cm A4 poda de raízes na profundidade de 15 cm B Corte da radícular, após pré-germinação Bi testemunha B2 corte da radícula, a 1 cm da extremidade, sem raízes secundárias B3 corte da radícula a 1 da extremidade, com 1-5 raízes secundárias B4 corte da radícula a 1 cm da extremidade, com 6-11 raízes secundarias, C Esmagamento da radícula, após pré-germinação Cl testemunha C2 esmagamento da radícula, a 1 cm da extremidade, sem raízes secundárias C3 esmagamento da radícula, a 1 cm da extremidade, com 1-5 raízes secundárias C4 esmagamento da radcu1a a 1 cm da extremidade, com 6-11 raízes secundárias. O experimento foi avaliado em mudas com 5 e 7 meses de idade. Foram medidas as mesmas variáveis para as duas idades. A Araucaria angustifolia, tem raiz principal do tipo pivotante com poucas raízes laterais, e o seu sistema radicular muito sensível luz solar. Por este motivo, o seu plantio com mudas de raiz nua, quase sempre tem fracassado. Foi constatado que os tratamentos acima mencionados, principalmente a poda de raiz em profundidade, estimulam a formação de raízes laterais. Nestes tratamentos, formaram-se novas raízes de grande vigor no local do corte da raiz principal. Houve também um aumento no mero de raízes secundárias desde o ponto da poda até pouco abaixo do colo. As raízes produzidas foram do tipo fasciculado que aumentam a possibilidade de sobrevivência das mudas no campo, principalmente em plantios nos locais com pequena profundidade efetiva do solo. Constatou-se também que mudas com 5 meses de idade têm geralmente maiores índices de sobrevivência do que as com 7 meses de idade. Nestas a sobrevivência se reduziu a quase metade da outra. No Brasil, a maioria dos técnicos utiliza o comprimento aéreo para a classificação morfológica. Este experimento demonstrou que tal critério é insatisfatório, tendo pouca validade quando utilizado isoladamente. A sua utilização devera ser combinada com outras variáveis tais como diâmetro do colo, peso seco subterrâneo ou peso seco total. Como conclusão geral, pode-se dizer que as mudas de Araucaria angustifolia, devem sofrer pelo menos uma poda radicular, de preferência a 15 cm de profundidade, e no ser plantada com comprimento aéreo maior que 21 cm se não tiverem, em média, 4,6 mm de diâmetro do colo, 0,40g de peso seco subterrâneo e 2,0g de peso seco total. |
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Este trabalho visou o estudo de diversas variáveis que influenciam na qualidade das mudas de Araucaria angustifolia, com a finalidade de identificar os elementos que melhor possam indicar os mais altos índices de sobrevivência Foram estudadas as seguintes variáveis: Comprimento aéreo, peso verde aéreo, comprimento subterrâneo, peso verde subterrâneo, peso seco total, algumas relações entre essas variáveis e a sobrevivência das mesmas A espécie estudada foi a Araucaria angustifolia (Bert) O Ktze, sendo utilizado mudas de raíz nua O experimento foi delineado no viveiro com 4 repetições de 28 plantas por tratamento, Foram feitos três testes distintos com quatro tratamentos em cada um, conforme segue A Poda de raízes em profundidade Ai testemunha A2 poda de raízes na profundidade de 5 cm A3 poda de raízes na profundidade de 10 cm A4 poda de raízes na profundidade de 15 cm B Corte da radícular, após pré-germinação Bi testemunha B2 corte da radícula, a 1 cm da extremidade, sem raízes secundárias B3 corte da radícula a 1 da extremidade, com 1-5 raízes secundárias B4 corte da radícula a 1 cm da extremidade, com 6-11 raízes secundarias, C Esmagamento da radícula, após pré-germinação Cl testemunha C2 esmagamento da radícula, a 1 cm da extremidade, sem raízes secundárias C3 esmagamento da radícula, a 1 cm da extremidade, com 1-5 raízes secundárias C4 esmagamento da radcu1a a 1 cm da extremidade, com 6-11 raízes secundárias. O experimento foi avaliado em mudas com 5 e 7 meses de idade. Foram medidas as mesmas variáveis para as duas idades. A Araucaria angustifolia, tem raiz principal do tipo pivotante com poucas raízes laterais, e o seu sistema radicular muito sensível luz solar. Por este motivo, o seu plantio com mudas de raiz nua, quase sempre tem fracassado. Foi constatado que os tratamentos acima mencionados, principalmente a poda de raiz em profundidade, estimulam a formação de raízes laterais. Nestes tratamentos, formaram-se novas raízes de grande vigor no local do corte da raiz principal. Houve também um aumento no mero de raízes secundárias desde o ponto da poda até pouco abaixo do colo. As raízes produzidas foram do tipo fasciculado que aumentam a possibilidade de sobrevivência das mudas no campo, principalmente em plantios nos locais com pequena profundidade efetiva do solo. Constatou-se também que mudas com 5 meses de idade têm geralmente maiores índices de sobrevivência do que as com 7 meses de idade. Nestas a sobrevivência se reduziu a quase metade da outra. No Brasil, a maioria dos técnicos utiliza o comprimento aéreo para a classificação morfológica. Este experimento demonstrou que tal critério é insatisfatório, tendo pouca validade quando utilizado isoladamente. A sua utilização devera ser combinada com outras variáveis tais como diâmetro do colo, peso seco subterrâneo ou peso seco total. Como conclusão geral, pode-se dizer que as mudas de Araucaria angustifolia, devem sofrer pelo menos uma poda radicular, de preferência a 15 cm de profundidade, e no ser plantada com comprimento aéreo maior que 21 cm se não tiverem, em média, 4,6 mm de diâmetro do colo, 0,40g de peso seco subterrâneo e 2,0g de peso seco total. |
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