O romanesco como estrutura basilar do construto literário de José de Alencar
| Ano de defesa: | 2014 |
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Müller, Geisa, 1974-Camargo, Luis Gonçales Bueno de, 1963-Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letras2019-11-07T16:47:12Z2019-11-07T16:47:12Z2014https://hdl.handle.net/1884/36267Orientador : Prof. Dr. Luis Gonçalves Bueno de CamargoDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 20/03/2014Inclui referênciasÁrea de concentração: Estudos linguísticosResumo: Norteado pela teoria dos modos ficcionais, elaborada por Northrop Frye, este estudo visa demonstrar como o romanesco engendra a duplicidade estrutural de O sertanejo, último romance de José de Alencar. Neste sentido, a mescla de ficção trágica e de ficção cômica consiste num procedimento que instaura a ironia da voz narrativa e a analogia do mundo patriarcal com o mundo medieval, razão pela qual as estruturas dialéticas do desejável e do indesejável, contidas na história do amor impossível entre Arnaldo e Flor, marcam o passo que o arcaico dá em direção ao moderno. O princípio do deslocamento dos modos ficcionais permite verificar como heroísmo e banditismo são interfaces do protagonista, cuja construção oscila entre o modo imitativo elevado e o modo imitativo baixo. A dubiedade arquitetada também é responsável pela caricatura que torna risível o mando patriarcal. Por fim, a investigação realizada neste trabalho corrobora a dicção romântica do narrador alencarino, estabelecendo relação entre os pressupostos estéticos da primeira geração do romantismo alemão e os procedimentos expressivos analisados na escritura de O sertanejo.Abstract: Guided by the theory of fictional modes developed by Northrop Frye, this study aims to demonstrate how the Romance elements engender the structural duplicity of O sertanejo, José de Alencar?s last novel. In this sense, the mixture of tragic fiction and comic fiction is a procedure that establishes the irony of the narrative voice and the analogy between the patriarchal worldview and the medieval worldview, which is why the dialectical structures of the desirable and the undesirable contained within the story of the impossible love between Arnaldo and Flor mark the step that the archaic takes towards the modern. The principle of the displacement of fictional modes shows how heroism and banditry are interfaces of the protagonist, whose development oscillates between the high imitative mode and the low imitative mode. The ambiguity built is also responsible for the caricature that makes the patriarchal command risible. Finally, the investigation conducted in this work corroborates the romantic diction of Alencar?s narrator, establishing a relation between the aesthetic assumptions of the first generation of German Romanticism and the significant procedures analyzed in the writing of O sertanejo.101f.application/pdfDisponível em formato digitalLetrasO romanesco como estrutura basilar do construto literário de José de Alencarinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALR - D - GEISA MUELLER.pdfapplication/pdf1244729https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/36267/1/R%20-%20D%20-%20GEISA%20MUELLER.pdfab5f7cf71f73ec6edbe8183a5091312cMD51open accessTEXTR - D - GEISA MUELLER.pdf.txtExtracted Texttext/plain238492https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/36267/2/R%20-%20D%20-%20GEISA%20MUELLER.pdf.txt7514ea096f7dfa85122bbeeb9c5b25dfMD52open accessTHUMBNAILR - D - GEISA MUELLER.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1129https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/36267/3/R%20-%20D%20-%20GEISA%20MUELLER.pdf.jpgf26b00957aad22979ad59998cb10e1f5MD53open access1884/362672019-11-07 13:47:12.856open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/36267Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082019-11-07T16:47:12Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false |
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