Genotoxicidade e estresse oxidativo em Astyanax serratus (Characidae) expostos ao chumbo inorgânico (Pb II) e nanopartículas de dióxido de titânio (TiO2) isolados e em associação

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Delmond, Kezia Aguiar
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/1884/30136
Resumo: Resumo: Como reflexo do desenvolvimento econômico e da consequente melhoria nos padrões de vida da sociedade, novos materiais são produzidos pela indústria. Nesse contexto, a nanotecnologia é considerada a tecnologia mais promissora dos dias atuais. As propriedades específicas das nanopartículas e demais materiais nanoestruturados, como grande capacidade de penetração, grande área de superfície e reatividade química os torna atrativos em tecnologias industriais e medicinais, porém, pouco se sabe do potencial impacto ao ambiente e aos seres vivos da exposição a esses compostos. Nanopartículas manufaturadas são propositalmente produzidas na escala nanomérica, ou seja, são materiais que possuem estruturas de 100nm ou menos de dimensão. Os efeitos da exposição à Nanopartículas de dióxido de Titânio (NpTiO2) têm revelado que elas podem induzir danos ao DNA a partir de estresse oxidativo. A possibilidade de que metais e outros compostos possam ser adsorvidos na superfície das NpTiO2, tem sido alvo de preocupação por parte dos cientistas. O Chumbo em especial é um metal conhecidamente genotóxico e nesse sentido este estudo se propôs a avaliar os efeitos ao DNA de peixes da espécie Astyanax serratus, após injeções intraperitoneais em ensaios agudos de 96h com 40mg/kg de Pb (NO3)2, com 0,5; 5 e 50 ?g/kg de NpTiO2 e com a associação Pb(NO3)2 e as três doses da NpTiO2. O Ensaio Cometa foi utilizado como biomarcador em células do tecido hepático e eritrócitos, o Ensaio de Difusão do DNA, Teste de Micronúcleo Písceo, Alterações Morfológicas Nucleares e Frequência de Eritrócitos Policromáticos em eritrócitos. Os resultados revelaram que o Pb (NO3)2 induziu danos significativos ao DNA apenas no sangue (p=0,0002), nos tratamentos com as NpTiO2 os danos foram significativos na maior dose (50 ?g/kg), para as células hepáticas (p= 0,04) e eritrócitos (p= 0,0013). Nos eritrócitos as associações dos contaminantes induziram danos ao DNA nas doses de Pb (NO3)2 + 5 ?g/kg NpTiO2 (p= 0,0415 ) e Pb + 50 ?g/kg NpTiO2 (p=0,0028), e nas células hepáticas a associação de Pb (NO3)2 + 5 ?g/kg NpTiO2 (p= 0,02). Não foram identificadas diferenças estatísticas entre as frequências de apoptose avaliadas pelo Ensaio de Difusão, embora o ensaio tenha revelado um aumento na frequência de morte celular via necrose no grupo da associação de Pb (NO3)2 + 5 ?g/kg NpTiO2 (p? 0,05). O Teste de Micronúcleo não revelou aumento na frequência de micronúcleos em nenhum dos tratamentos, apesar disto a alteração do tipo notched foi a mais frequente (p?0,05) nos grupos das associações dos contaminantes. A frequência de eritrócitos imaturos (EI) foi avaliada e observou-se uma indução da frequência desses eritrócitos, no tratamento com Pb(NO3)2 (p=0,016), nas associações dos contaminantes (para 0,5 ?g/kg NpTiO2 p=0.0008, para 5 ?g/kg NpTiO2 p= 0.0583 e para 50 ?g/kg NpTiO2 p=0.0002). Entre as NpTiO2 isoladas a dose de 0,5 ?g/kg foi a que teve a maior frequência de EI. A associação de Pb(NO3)2 + NpTiO2 50 ?g/kg contribuiu mais para o aumento da frequência de EI do que a dose isolada. Para todos os tratamentos o tecido sanguíneo se mostrou mais sensível que o tecido hepático (p?0,05).
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