Estudo comparativo das relações intra-específicas do Phalacrocorax brasilianus (Gmelin, 1789) em Curitiba e no litoral do estado do Paraná, Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Oliveira, Tayla Coelho Gonçalves de
Orientador(a): Graf, Vinalto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1884/1544
Resumo: Orientador : Vinalto Graf
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spelling Oliveira, Tayla Coelho Gonçalves deUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em ZoologiaGraf, Vinalto2019-02-18T18:29:40Z2019-02-18T18:29:40Z2005https://hdl.handle.net/1884/1544Orientador : Vinalto GrafDissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Zoologia. defesa: Curitiba, 2005Inclui bibliografiaÁrea de concentraçao: ZoologiaResumo: O Phalacrocorax brasilianus (GMELIN, 1789) (AVES, PELECANIFORMES, PHALACROCORACIDAE), pertencem ao grupo das aves aquáticas conhecidas como cormorões, sendo dentre eles uma das espécies que constituem uma família praticamente cosmopolita de tamanho médio a grande. O cormorão é um dos membros de maior sucesso que são difundidos, dos grupos de aves mais adaptados. É caracterizado por possuir plumagem escura, cauda longa e rígida, bico fino e adunco na ponta, membranas interdigitais e íris verde-clara. A ave adulta não apresenta dimorfismo sexual aparente. Distribui-se amplamente por toda Região Neotropical ocupando áreas desde o sul dos Estados Unidos da América até o extremo da América do Sul. É uma das poucas espécies da família Phalacrocoracidae que ocupa tanto o ambiente marinho como o ambiente de água doce; rios de águas correntes, lagos de altas altitudes, costas marinhas e ilhas. São coloniais e realizam longos deslocamentos. Os biguás são na maioria das ocasiões predadores piscívoros. São espécies forrageadoras versáteis que podem alterar o forrageio bêntico para pelágico, caça solitária para a coletiva, presas muito pequenas a presas muito grandes, de uma espécie de peixe para outra e também de presas vertebradas para invertebradas. Nadam parcialmente submersos com o bico um pouco levantado; são exímios mergulhadores, deslocando-se unicamente com as patas, voam em formações cuneiformes bem abertas (160º) que são interpretadas geralmente como sendo de vantagem aerodinâmica, ou então de manter livre o campo visual de cada indivíduo. Possuem narinas vestigiais e não produzem óleo protetor das penas o que o torna mais ágil para o mergulho, porém encharca-se com mais facilidade tendo que secar as penas quando deixa a água. A reprodução ocorre no verão, no interior de ilhas, nesta época a plumagem é negra brilhante com plúmulas sobre a região auricular e com uma banda branca de penas que contornam a bolsa gular. Seus ovos são pequenos, azul-claros e cobertos por uma casca calcária. Os filhotes, nidícolas, nascem sem penas, mas logo adquirem uma penugem cinza–escura e são alimentados, no ninho, pelos pais durante cinco ou seis semanas. Apesar de sua ampla distribuição e de ser considerado uma espécie comum e abundante tem sido escasso os estudos com esta espécie no Brasil principalmente no que diz respeito ao comportamento. O comportamento das aves pode ser entendido através das expressões das respostas integradas aos diferentes estímulos do meio, incluindo movimentos (posturas e posições), atividades e hábitos. O objetivo principal deste trabalho foi analisar os padrões motores, visuais e sonoros das relações intra-específicas do comportamento do biguá nos ambientes aquáticos de água doce e marinho e em específico descrever as categorias comportamentais de manutenção e agonística, quantificar o número de ameaças, ataques, e os padrões motores das diferentes manifestações do comportamento agonístico e do comportamento de manutenção, analisar os sons de vocalização dos biguás e relatar o comportamento de alimentação e forrageio. No capítulo 1 são descritos os padrões motores do comportamento de manutenção bem como as atividades diárias do comportamento de manutenção executadas pelos biguás. No capítulo 2 são descritos os padrões do comportamento agonístico e as vocalizações associadas a esse comportamento. No capítulo 3 é relatada a atividade de alimentação e forrageio, abordando os padrões e o tipo de forrageio e estratégias de alimentação do Phalacrocorax brasilianus.Abstract: The etograma of maintenance behaviour of the Phalacrocorax brasilianus was described between 2000/2001 and 2003/2004. Commonly known as Neotropic Cormorant, it is an aquatic bird which lives in both sea and river environment. The study areas were São Lourenço Park (Curitiba) and Rato Island (Guaratuba Bay) in the State of Paraná. Thirty two motor patterns for maintenance behaviour were described. Among those behaviors, the most frequent ones were, rest (PDS) and cleaning using the beak (PLB). Among the daily activities performed by Neotropic Cormorant, we observed: rest, feeding, moving around, other maintenance activities and diverse ones. During the morning period (10:00 to 12:30), feeding, rest and other maintenance activities were mostly observed, while in the afternoon period (14:30 to 17:30) the mostly frequently observed ones rest and others maintenance activities.86f. : il. color., mapas, grafs., tabs.application/pdfDisponível em formato digitalZoologiaAve aquatica - ParanáEstudo comparativo das relações intra-específicas do Phalacrocorax brasilianus (Gmelin, 1789) em Curitiba e no litoral do estado do Paraná, Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALR - D - TAYLA COELHO GONCALVES DE OLIVEIRA.pdfapplication/pdf22953530https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/1544/1/R%20-%20D%20-%20TAYLA%20COELHO%20GONCALVES%20DE%20OLIVEIRA.pdfe559b6340653cf68e4515297f5ebaecaMD51open access1884/15442019-02-18 15:29:40.128open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/1544Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082019-02-18T18:29:40Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false
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