O aumento do estresse oxidativo no hipocampo e no córtex pré-frontal está relacionado ao comportamento do tipo depressivo em ratos diabéticos por estreptozotocina
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Resumo: A depressao e uma comorbidade comum em pacientes diabeticos. Os mecanismos fisiopatologicos que relacionam esta comorbidade nao estao completamente elucidados, embora as evidencias apontem que o aumento do estresse oxidativo resultante da hiperglicemia pode ter um papel crucial. Assim, o efeito do tratamento prolongado com insulina (INS), o antioxidante da vitamina E (Vit E) ou com o antidepressivo imipramina (IMI), foi avaliado sobre resposta comportamental relacionada com a depressao e sobre parametros de stress oxidativo (niveis de produtos de peroxidacao lipidica, niveis de glutationa reduzida e atividades da superoxido dismutase e catalase) em duas regioes encefalicas relacionadas com a depressao, o cortex pre-frontal (CPF) e o hipocampo (HIP). Nossos dados mostram que o tratamento com INS (6 UI / dia, sc) de ratos com o diabetes induzido experimentalmente pela estreptozotocina (ratos diabeticos -DBT) impediu o aumento de glicose no sangue, reduziu o tempo de imobilidade, um comportamento do tipo antidepressivo, e normalizou a reducao do ganho de peso observada em animais DBT. Embora o tratamento com VIT E (300 mg / kg, vo) nao tenha alterado os niveis de glicose no sangue, o tratamento foi capaz de reduzir o tempo de imobilidade e restabelecer o reduzido ganho de peso em ratos DBT. Diferentemente, o tratamento com IMI (15 mg / kg, ip) induziu comportamento do tipo antidepressivo tambem em animais normoglicemicos alem dos animais DBT. Enquanto o tratamento com VIT E e IMI restaurou apenas alguns parametros especificos do estresse oxidativo, o tratamento com INS foi capaz de prevenir todos os parametros alterados avaliados no CPF e no HIP de animais DBT. Assim, nossos dados fornecem provas adicionais da importancia do envolvimento do estresse oxidativo no CPF e HIP na fisiopatologia da depressao relacionada ao diabetes. |
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Morais, Helen deUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Biológicas. Programa de Pós-Graduaçao em FarmacologiaZanoveli, Janaina MenezesCunha, Joice Maria da2013-10-15T13:19:26Z2013-10-15T13:19:26Z2013-10-15http://hdl.handle.net/1884/32426Resumo: A depressao e uma comorbidade comum em pacientes diabeticos. Os mecanismos fisiopatologicos que relacionam esta comorbidade nao estao completamente elucidados, embora as evidencias apontem que o aumento do estresse oxidativo resultante da hiperglicemia pode ter um papel crucial. Assim, o efeito do tratamento prolongado com insulina (INS), o antioxidante da vitamina E (Vit E) ou com o antidepressivo imipramina (IMI), foi avaliado sobre resposta comportamental relacionada com a depressao e sobre parametros de stress oxidativo (niveis de produtos de peroxidacao lipidica, niveis de glutationa reduzida e atividades da superoxido dismutase e catalase) em duas regioes encefalicas relacionadas com a depressao, o cortex pre-frontal (CPF) e o hipocampo (HIP). Nossos dados mostram que o tratamento com INS (6 UI / dia, sc) de ratos com o diabetes induzido experimentalmente pela estreptozotocina (ratos diabeticos -DBT) impediu o aumento de glicose no sangue, reduziu o tempo de imobilidade, um comportamento do tipo antidepressivo, e normalizou a reducao do ganho de peso observada em animais DBT. Embora o tratamento com VIT E (300 mg / kg, vo) nao tenha alterado os niveis de glicose no sangue, o tratamento foi capaz de reduzir o tempo de imobilidade e restabelecer o reduzido ganho de peso em ratos DBT. Diferentemente, o tratamento com IMI (15 mg / kg, ip) induziu comportamento do tipo antidepressivo tambem em animais normoglicemicos alem dos animais DBT. Enquanto o tratamento com VIT E e IMI restaurou apenas alguns parametros especificos do estresse oxidativo, o tratamento com INS foi capaz de prevenir todos os parametros alterados avaliados no CPF e no HIP de animais DBT. Assim, nossos dados fornecem provas adicionais da importancia do envolvimento do estresse oxidativo no CPF e HIP na fisiopatologia da depressao relacionada ao diabetes.application/pdfDissertaçõesDiabetesStress oxidativoEstreptozocinaDepressão mentalO aumento do estresse oxidativo no hipocampo e no córtex pré-frontal está relacionado ao comportamento do tipo depressivo em ratos diabéticos por estreptozotocinainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALR - D - HELEN DE MORAIS.pdfapplication/pdf874396https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/32426/1/R%20-%20D%20-%20HELEN%20DE%20MORAIS.pdf0471052e533e48d118f430fb6ed4b55aMD51open accessTEXTR - D - HELEN DE MORAIS.pdf.txtR - D - HELEN DE MORAIS.pdf.txtExtracted Texttext/plain123970https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/32426/2/R%20-%20D%20-%20HELEN%20DE%20MORAIS.pdf.txt74e034c028b410d7b8c0ee2962cecf73MD52open accessTHUMBNAILR - D - HELEN DE MORAIS.pdf.jpgR - D - HELEN DE MORAIS.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1157https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/32426/3/R%20-%20D%20-%20HELEN%20DE%20MORAIS.pdf.jpg81421fa7abc77972ba61d45dc268b91dMD53open access1884/324262016-04-07 04:09:27.507open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/32426Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082016-04-07T07:09:27Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false |
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