Estrutura de comunidade, reprodução e distribuição temporal das capturas de morcegos (Mammalia, Chiroptera) em relictos de floresta estacional decidual no sul do Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Bernardi, Itiberê Piaia
Orientador(a): Passos, Fernando de Camargo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/1884/25482
Resumo: Resumo: Morcegos despertam o interesse de cientistas por uma série de fatores, dentre os quais se destacam o grande número de espécies, a complexa estruturação de suas comunidades, o mais amplo espectro alimentar dentre os mamíferos, a capacidade de ocupar os mais diferentes habitats, os serviços ecológicos prestados como a polinização, a dispersão de sementes e o controle das populações de insetos e por geralmente figurarem como o grupo mais abundante nas comunidades de mamíferos. A despeito disso, as informações disponíveis para a grande maioria das espécies neotropicais são extremamente escassas. Os objetivos do presente estudo foram (1) verificar como estão estruturadas as comunidades de morcegos em fragmentos de Floresta Estacional Decidual (2) conhecer os padrões reprodutivos e a distribuição horária e mensal das capturas das espécies mais abundantes, e (3) testar a influência de fatores ambientais sobre a atividade reprodutiva e sobre a distribuição das capturas destas espécies. De outubro de 2005 a setembro de 2006, três áreas receberam uma noite completa de amostragem por mês (do pôr ao nascer do sol), totalizando 36 noites de trabalhos de campo. As áreas de estudo estão localizadas no município de Frederico Westphalen, no extremo norte do estado do Rio Grande do Sul, nos domínios da Floresta Estacional Decidual (bioma Mata Atlântica). Para as capturas dos morcegos foram utilizadas seis mist nets de 7 x 2,5 m posicionadas a 0,5 m do solo em trilhas, clareiras, bordas da mata, bem como dispostas perpendicularmente sobre cursos d'água. Em intervalos de uma hora todas as mist nets foram revisadas e a temperatura do ambiente foi verificada em um termômetro de máxima e mínima, fixado próximo as mist nets. Foram obtidas 511 capturas de 15 espécies representantes de três famílias: Vespertilionidae com sete espécies, seguida de Phyllostomidae com seis e Molossidae com duas espécies. Apesar da maior riqueza da família Vespertilionidae, Sturnira lilium e Artibeus lituratus (Phyllostomidae) foram as espécies mais abundantes contribuindo com o hábito alimentar frugívoro que correspondeu a mais de 90% em termos de abundância. O teste de Kruskal-Wallis revelou não haver diferenças significativas entre as três comunidades estudadas, provavelmente pela proximidade das áreas. Os dados reprodutivos de S. lilium e A. lituratus foram utilizados em Regressões Simples e Múltiplas em função de fatores ambientais. Sturnira lilium e Artibeus lituratus apresentaram um padrão poliéstrico estacional com ocorrência de fêmeas simultaneamente grávidas e lactantes, indicando a ocorrência de estro pós-parto. As variáveis ambientais testadas de forma isolada não se mostraram boas preditoras da atividade reprodutiva, e apesar de em conjunto também não produzirem análises estatisticamente significativas, puderam explicar mais de 50 % das capturas de fêmeas grávidas, e, se apresentaram altamente correlacionadas com as capturas. Provavelmente, na área de estudo, S. lilium e A. lituratus respondam reprodutivamente a um maior conjunto de variáveis ou a fatores não utilizados neste trabalho. A partir do teste G foi verificado não haver diferenças significativas na distribuição horária e mensal entre os sexos de ambas as espécies. As regressões entre número de capturas de S. lilium e A. lituratus em função do aumento no número de horas após o pôr do Sol foram estatisticamente significativas, indicando um decréscimo no número de capturas com o decorrer da noite. Sturnira lilium e Artibeus lituratus tiveram capturas durante todo o decorrer da noite, e apesar de apresentarem dois picos de captura, estes foram discretos demais para caracterizarem um padrão bimodal. Para S. lilium, apenas a temperatura do momento da captura esteve significativamente relacionada com as capturas, enquanto que para as capturas de A. lituratus foram encontradas relações significativas com a diferença entre temperatura máxima e a mínima da noite e com a temperatura do momento da captura. As demais variáveis testadas não produziram resultados significativos. Os dados apresentados neste estudo trazem uma abordagem diferenciada de outros estudos com morcegos realizados na Região Sul do Brasil e reafirmam a carência de informações sobre os mais diferentes aspectos da história natural dos morcegos brasileiros.
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Os objetivos do presente estudo foram (1) verificar como estão estruturadas as comunidades de morcegos em fragmentos de Floresta Estacional Decidual (2) conhecer os padrões reprodutivos e a distribuição horária e mensal das capturas das espécies mais abundantes, e (3) testar a influência de fatores ambientais sobre a atividade reprodutiva e sobre a distribuição das capturas destas espécies. De outubro de 2005 a setembro de 2006, três áreas receberam uma noite completa de amostragem por mês (do pôr ao nascer do sol), totalizando 36 noites de trabalhos de campo. As áreas de estudo estão localizadas no município de Frederico Westphalen, no extremo norte do estado do Rio Grande do Sul, nos domínios da Floresta Estacional Decidual (bioma Mata Atlântica). Para as capturas dos morcegos foram utilizadas seis mist nets de 7 x 2,5 m posicionadas a 0,5 m do solo em trilhas, clareiras, bordas da mata, bem como dispostas perpendicularmente sobre cursos d'água. 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