Manejo de rebrotas e propagação vegetativa de Tabebuia cassinoides (Lam.) DC (Bignoniaceae)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2000
Autor(a) principal: Tiepolo, Gilberto
Orientador(a): Kuniyoshi, Yoshiko Saito, 1941-
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1884/25241
Resumo: Orientadora: Yoshiko Saito Kuniyoshi
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spelling Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Engenharia FlorestalKuniyoshi, Yoshiko Saito, 1941-Tiepolo, Gilberto2025-10-15T13:59:29Z2025-10-15T13:59:29Z2000https://hdl.handle.net/1884/25241Orientadora: Yoshiko Saito KuniyoshiDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Engenharia FlorestalÁrea de concentração: Conservação da naturezaResumo: Objetivou-se com o presente estudo verificar o potencial de propagação vegetativa de Tabebuia cassinoides (caxeta), verificar seu crescimento mediante o controle do número de rebrotas, averiguar o efeito da luminosidade no crescimento das mesmas e gerar informações que poderão subsidiar o manejo, além de auxiliar na elaboração de legislação pertinente. Para tanto, foram instalados dois experimentos; um de manejo de brotações e o outro de propagação vegetativa em diferentes classes de solos. Para o manejo foi selecionado um caxetal de 10 ha, no município de Pontal do Paraná - PR, cuja última exploração ocorreu há 16 anos. Um inventário expedito foi feito para conhecer a sua estrutura e, especialmente, a distribuição espacial da caxeta. Com base nessas informações, foram criados dois ambientes, um a pleno sol e outro em diferentes níveis de sombreamento, obtidos pela remoção integral ou parcial de indivíduos arbóreos. Nesses ambientes, foram marcadas e cortadas 150 caxetas com DAP acima de 20 cm, diâmetro mínimo regulamentado para o corte da espécie no Estado do Paraná. Após doze meses, foi efetuada a desbrota, deixando-se desde uma até quatro brotações por indivíduo, além da testemunha, com todos os brotos. O experimento foi concebido como um fatorial em blocos casualizados, onde o número de brotos e a intensidade luminosa (1000, 2000, 3000, 4000, 5000, 7000, 10000, 15000 lux e a pleno sol, maior que 100000 lux) foram os fatores. Semestralmente foram medidos os parâmetros de altura, diâmetro basal, taxa de mortalidade e observadas as características macromorfológicas. Não foi observada correlação entre o crescimento dos brotos e a intensidade luminosa na faixa de 1000 a 15000 lux. A pleno sol, o crescimento das rebrotas foi superior aos demais tratamentos, ratificando o caráter heliófilo de Tabebuia cassinoides. Também não foi observado diferenças estatísticas entre a quantidade de brotos, mas, na maioria dos casos, a testemunha obteve um crescimento menor. Quanto a propagação vegetativa, uma parte foi instalada em ORGANOSSOLOS, na mesma área do manejo de brotações, e a outra em GLEISSOLOS, em área do Centro de Produção e Experimentação de Morretes (IAPAR), município de Morretes. O método utilizado foi o de estaquia, com delineamento estatístico em blocos casualizados, com estrutura fatorial de tratamento, onde o tamanho das estacas (40, 60, 80, 100 e 120 cm), as classes de solo (ORGANOSSOLOS e GLEISSOLOS) e a condição lumínica (sol, maior que 100000 lux, e sombra, menor que 15000 lux), foram os fatores. A avaliação do experimento foi realizada 120 dias após sua instalação, observando-se a porcentagem de enraizamento e brõtação das estacas. Após 240 dias foi avaliado a porcentagem de sobrevivência das estacas, número e altura das rebrotas e número e comprimento das raízes. Os melhores resultados foram verificados nas estacas que ficaram em ORGANOSSOLOS, a pleno sol, no tamanhos de 80 a 120 cm de comprimento. De "acordo com os resultados obtidos, o método de estaquia mostrou-se potencialmente indicado à propagação vegetativa de Tabebuia cassinoides.Abstract: The aims of this study are to verify the potential of vegetative propagation of Tabebuia cossinoides (caxeta), to verify its growth through the control of sprouts number, to verify the luminosity effect in the growth and to generate information that can subsidize the management, besides aiding in the elaboration of pertinent legislation. For this, two experiments were installed; one of sprouts management and another of vegetative propagation in different classes of soils. For the management, a caxetal of 10 ha was selected, in the municipal district of Pontal do Paraná - PR, where the last exploration happened 16 years ago. A preliminary inventory was taken to know its structure and, especially, the space distribution of the caxeta. With base in those information, were created two environments. One under full sun and another in different shadow levels, obtained by cutting of trees. In these environments were marked and cut 150 caxetas with DAP above 20 cm (minimum diameter regulated for cutting of the caxeta in the Paraná State). After twelve months the sprout thinning was made, being left one to four sprouts for tree, besides the witness, with all the sprouts. The experiment was conceived as a factor in casual blocks, where the number of sprouts and the luminous intensity, (1000, 2000, 3000, 4000, 5000, 7000, 10000, 15000 lux and under full sun, larger than 100000 lux) were the factors. Every semester were measured height, basal diameter, mortality rate and observed the morphological characteristics. Correlation was not observed between the growth of the sprouts and the luminous intensity in 1000 to 15000 lux. Under full sun, the growth of the sprouts was larger than in other treatments, ratifying that Tabebuia cassinoides is a light-demanding species. It was not also observed statistical differences between the quantity of sprouts, but, in most of the cases, the witness obtained a smaller growth. For the vegetative propagation, a part of this was installed in ORGANOSSOLOS in the same area of the sprouts management and the other was in GLEISSOLOS, in area of the Center of Production and Experimentation of Morretes (IAPAR), municipal district of Morretes. The method used was of stakes with statistic delineated in casual blocks and structure of the treatment factor, where the size of the stakes (40, 60, 80, 100 and 120 cm), the soil classes (ORGANOSSOLO and GLEISSOLO) and the light condition (sun, larger than 100000 lux, and shadow, smaller than 15000 lux), were the factors. The evaluation of the experiment was accomplished 120 days after its installation being observed the rooting and sprouts percentage of the stakes. After 240 days, it was evaluated the percentage of survival of the stakes, number and height of the sprouts and, number and length of the roots. The best results were verified in the stakes that were in ORGANOSSOLO, under full sun, sizes from 80 to 120 cm of length. In agreement with the results, the method of stakes was shown potentially indicated to the vegetative propagation of Tabebuia cassinoides.112 f. : il., grafs., tabs. ; 30 cm.application/pdfTabebuia cassinoidesTabebuia cassinoides - PropagaçãoÁrvores - PropagaçãoManejo de rebrotas e propagação vegetativa de Tabebuia cassinoides (Lam.) 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