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Integração de medidas de manejo da podridão da base do estipe em mudas de pupunheira

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Fuzitani, Eduardo Jun
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1884/28400
Resumo: Orientador : Prof. Dr. Álvaro Figueredo dos Santos
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spelling Santos, Álvaro Figueredo dosMoraes, Wilson da SilvaUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Agronomia - Produção VegetalFuzitani, Eduardo Jun2024-07-23T18:04:08Z2024-07-23T18:04:08Z2012https://hdl.handle.net/1884/28400Orientador : Prof. Dr. Álvaro Figueredo dos SantosCo-orientadores : Prof. Dr. Wilson da Silva MoraesDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Agronomia. Defesa: Curitiba, 16/07/2012Bibliografia: fls. 52-61Área de concentração: Produção vegetalResumoResumo: A exploração de palmito no Brasil está se consolidando como uma atividade agrícola devido ao plantio de espécies de palmeiras, como a pupunheira (Bactris gasipaes Kunth var. gasipaes Henderson), que apresenta precocidade e alto rendimento de palmito. A Podridão da base do estipe (PBE) da pupunheira causado por Phytophthora palmivora vem se destacando como uma doença importante, podendo se tornar limitante para o cultivo da pupunheira. Esta doença ocorre principalmente em viveiros e em plantios com maior freqüência, até um ano de idade. Os objetivos deste trabalho foram: 1) definir um método de inoculação adequado para P. palmivora em mudas de pupunheira; 2) avaliar a resistência de diferentes progênies de pupunheira à P. palmivora; e 3) avaliar a eficiência de fosfitos no controle da PBE. Os experimentos foram conduzidos no Laboratório de Patologia Florestal e casa de vegetação da Embrapa Florestas, Colombo, PR. Utilizando-se mudas de pupunheira de oito meses de idade, 30 cm de altura e 3-4 pares de folhas, realizaram-se os seguintes experimentos: 1º) Avaliação de métodos de inoculação: substituição da casca por disco de meio de cultura com micélio, imersão das extremidades das raízes em suspensão de zoósporos e injeção na base do estipe; 2º) Efeito da concentração de zoósporos na severidade da PBE: 6x102, 6x104, 6x106 zoósporos/mL; 3º) Avaliação da agressividade de 12 isolados de P. palmivora da coleção da Embrapa Florestas; 4º) Avaliação da resistência de progênies de pupunheira à P. palmivora; e 5º) Avaliação de fosfitos no controle da PBE, aplicados de modo preventivo e curativo: potássio (40% P2O5 + 20% K2O), cálcio (30% P2O5 + 6% Ca), zinco (40% P2O5 + 10% Zn), magnésio (30% P2O5 + 4% Mg), e manganês (30% P2O5 + 9% Mn). A severidade da doença foi avaliada aos 7, 14, 21 e 28 dias após a inoculação e para isso foi desenvolvida uma escala descritiva de notas para avaliar a severidade da PBE da pupunheira. Os dados foram submetidos à análise de variância e quando significativo, pelo teste F (p?0,05) as médias dos métodos de inoculação e do efeito da concentração foram comparadas pelo teste Tukey a 5% e os isolados e progênies comparados pelo teste Scott Knott a 5%. O método de injeção na base do estipe foi o mais efetivo na inoculação de P. palmivora. A suspensão na concentração de 6x106 zoósporos/mL provocou maior severidade da doença. Os isolados de P. palmivora: - SA-5, SA-9, SA-10, SA-11, SA-14, SA-15, SA-16, SA-30 e SA-31 foram os mais agressivos. As progênies T2, T4, T7, T9 e T15 de pupunheiras testadas mostraram-se moderadamente resistentes à P. palmivora e o fosfito de potássio, aplicado preventivamente, apresentou o melhor controle da PBE.Abstract: The exploitation of heart of palm in Brazil is consolidating as an agricultural activity due to the planting of palm species such as peach palm (Bactris gasipaes Kunth var. gasipaes Henderson), that presents early production and high yield. The peach palm stem base rot (SBR) caused by Phytophthora palmivora has emerged as an important disease that can limit peach palm production. This disease occurs in nurseries and also in commercial plantations with one year old. This work aimed to: 1) define an inoculation method suitable for P. palmivora in peach palm seedlings, 2) evaluate the resistance of different progenies of peach to P. palmivora, and 3) evaluate the efficiency of phosphites in the control of SBR. The experiments were conducted at the Laboratory of Forest Pathology and greenhouse of Embrapa Floresta, Colombo, PR. The peach palm seedlings used for the experiments had eight months old, 30 cm of height and 3 or 4 pairs of leaves. It was carried out three experiments: 1st) Evaluation of inoculation methods: shell replacing by culture medium with mycelium, roots dipping in zoospores suspension and injection at the base of the stem; 2nd) Effect of zoospores concentration in SBR severity: 6x102, 6x104, 6x106 zoospores / mL; 3rd) Assessment of aggressiveness of 12 isolates of P. palmivora of Embrapa Floresta collection; 4th) Evaluation of peach palm progenies resistance to P. palmivora, and 5th) Evaluation of preventive and curative phosphites application for SBR control: potassium (40% P2O5 + 20% K2O), calcium (30% P2O5 + 6% Ca), zinc (40% P2O5 + 10% Zn), magnesium (30% P2O5 4% Mg +) and manganese (30% P2O5 + 9% Mn). Disease severity was assessed at 7, 14, 21 and 28 days after inoculation and it was developed a descriptive scale to assess the severity of peach palm SBR. Data were submitted to variance analysis and when significant for F test (p ? 0.05) the means of inoculation methods and the effect of concentration were compared by Tukey test at 5% and progenies and isolates were compared by Scott Knott 5%. The injection method in the base of the stem was the most effective to inoculate P. palmivora. The suspension at 6x106 zoospores / mL concentration caused the highest disease severity. The isolates of P. palmivora: SA-5, SA-9, SA-10, SA-11, SA-14, SA-15, SA-16, SA-30 and SA-31 were the most aggressive. The peach palm progenies T2, T4, T7, T9 and T15 were moderately resistant to P. palmivora. The preventively application of potassium phosphate showed better control of SBR.61f. : il. [algumas color.], grafs., tabs.application/pdfDisponível em formato digitalTesesPalmito - Doenças e pragasFitopatologiaAgronomiaIntegração de medidas de manejo da podridão da base do estipe em mudas de pupunheirainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALR - D - EDUARDO JUN FUZITANI.pdfapplication/pdf1506750https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28400/1/R%20-%20D%20-%20EDUARDO%20JUN%20FUZITANI.pdf96981ae4872c9da17b53e1f20730532aMD51open accessTEXTR - D - EDUARDO JUN FUZITANI.pdf.txtExtracted Texttext/plain117766https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28400/2/R%20-%20D%20-%20EDUARDO%20JUN%20FUZITANI.pdf.txt982c6273a39470291441d1610c05efd5MD52open accessTHUMBNAILR - D - EDUARDO JUN FUZITANI.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1148https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28400/3/R%20-%20D%20-%20EDUARDO%20JUN%20FUZITANI.pdf.jpg645d9bd6b90463d0addae6214a3630bcMD53open access1884/284002024-07-23 15:04:08.362open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/28400Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082024-07-23T18:04:08Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false
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