Comportamento de espécies arbóreas nativas implantadas em áreas com diferentes graus de sucessão no reservatório Iraí - PR
| Ano de defesa: | 2008 |
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Boeger, Maria Regina Torres, 1960-Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Engenharia FlorestalAngelo, Alessandro Camargo, 1971-Chiamolera, Larissa de Bortolli2025-09-29T15:33:40Z2025-09-29T15:33:40Z2008https://hdl.handle.net/1884/17822Orientador: Alessandro Camargo AngeloCoorientadora: Maria Regina BoegerTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal. Defesa: Curitiba, 09/09/2008Inclui bibliografia e anexosÁrea de concentraçao: SilviculturaA perda de florestas cresce numa taxa alarmante, estimando-se que a cada ano 15,4 milhões de hectares de florestas tropicais são destruídas ou seriamente degradadas. Em face disto, a partir dos anos 90 foi observado um grande aumento das iniciativas de recuperação de áreas degradadas impulsionado pela conscientização da sociedade e da exigência legal (Lei nº 4771/65 do Código Florestal), desta forma demandando estudos que gerem conhecimentos técnicos-científicos capazes de suprir as necessidades de informações para esses programas de recuperação. Esse trabalho visou abordar os aspectos silviculturais, morfo-anatômicos e fisiológicos de quatro espécies florestais nativas (Schinus terebinthifolius; Mimosa scabrella; Podocarpus lambertii e Luehea divaricata) implantadas em duas áreas com diferentes graus de sucessão no projeto de revegetação das margens do Reservatório do Iraí, localizado na região metropolitana de Curitiba-PR. Para isso foram realizadas medições de altura e diâmetro aos 6, 12, 18 e 24 meses, assim como verificado a taxa de sobrevivência dessas espécies. Aos 18 meses também foram coletadas folhas de S. terebinthifolius, M. scabrella, P. lambertii a fim de verificar a morfo-anatomia dessas e no mesmo período foi realizada a coleta de dados fisiológicos de S. terebinthifolius e M. scabrella. Os dados obtidos foram submetidos ao Teste t. S. terebinthifolius apresentou uma superioridade de altura dos indivíduos que estavam na capoeira até os 18 meses, não diferindo mais aos 24 meses e a sua taxa de sobrevivência, aos 24 meses de plantio, foi de 81,37% para a área de capoeira e 68,15% para a área aberta. Com relação aos dados morfo-anatômicos, S. terebinthifolius apresentou diferença significativa para a área foliar e área foliar específica, sendo maior para os indivíduos da área de capoeira; a espessura da cutícula, do parênquima paliçádico e espessura total do limbo foi significativamente maior para os indivíduos da área aberta. Os dados fisiológicos mostraram diferença significativa somente para a taxa de transpiração que foi maior na capoeira. M. scabrella foi a espécie que obteve os menores índices de sobrevivência em ambas as áreas, restando aos 24 meses, na área aberta 13,54% das mudas implantadas e na capoeira, 21,18%. Para os parâmetros morfológicos, M. scabrella apresentou diferença significativa apenas para área foliar específica que foi maior para os indivíduos da capoeira. Com relação aos parâmetros anatômicos, apenas a espessura da epiderme adaxial e do parênquima paliçádico mostraram diferenças significativas. A epiderme adaxial foi maior na área de capoeira, enquanto que o parênquima paliçádico foi maior na área aberta. Os dados fisiológicos mostraram diferença significativa para a taxa de transpiração que foi maior na área aberta e a condutância estomática que foi maior na capoeira. P. lambertii apresentou melhores índices de crescimento, tanto em altura como em diâmetro, na área aberta e apresentou diferença significativa para a área foliar, sendo maior para os indivíduos da capoeira. Já para a densidade estomática, espessura de cutícula, parênquimas paliçádico, lacunoso, espessura total, altura e diâmetro foram significativamente maiores para os indivíduos da área aberta. L. divaricata até os 18 meses não apresentou diferença significativa entre a área aberta e capoeira, porém aos 24 meses a altura foi maior para a área de capoeira com diferença significativa em relação a área aberta e para o diâmetro foi maior para a área aberta aos 24 meses. Assim, dentre as espécies estudadas S. terebinthifolius é a espécie com maior plasticidade. A segunda espécie com melhores índices de sobrevivência e crescimento foi P. lambertii, que também demonstrou apresentar certa plasticidade. Já L. divaricata deve ser priorizada em plantios que ofereçam uma condição de sombreamento maior e M. scabrella é recomendada somente em altas densidades, pois apresenta índices de mortalidade muito expressivos.Forests destruction is growing on a alarming rate. It is estimated that each year 15.4 million hectares of tropical forests are being destroyed or seriously damaged. Therefore, starting from the 90's, a large increase of initiatives aiming recovery of degraded areas started to be driven by society awareness and new legal requirements (Forest Code, law 4771/65). As a result, recovery programmes are creating demands for new studies which generate needs for new technical/scientific knowledge improvements. The present work aimed to focus on silvicultural, morph-anatomical and physiological aspects of four native forest species (Schinus terebinthifolius; Mimosa scabrella; Podocarpus lambertii and Luehea divaricata) implanted into two different areas with different succession degrees of revegetation on Iraí's Reservoir margins, at Curitiba metropolitan region. Height and diameter measurements were taken at 6, 12, 18 and 24 months to support this study, finding in the end the species survival rate. With 18 months, leaves of S. terebinthifolius, M. scabrella, P.lambertii were collected in order to check morph-anatomy, and at the same period physiological data from S. terebinthifolius and M. scabrella were also gathered. These data were submitted to t teste. S. terebinthifolius test, presenting as a result a height superiority of individuals up to 18 months on regenerating forest. On 24 months, figures were quite similar, survival rate was up to 81,37% for regenerating forest and 68,15% on open fields. In respect to morpho-anatomical data, S. terebinthifolius made a significant difference to the leaf area and specific leaf area, being higher for individuals on regenerating forest; cuticle thickness, palisade parenchyma and total limb thickness were significantly higher for individuals on open fields. Physiological data showed significant difference to transpiration rate only, being higher in regenerating forest. For both areas, M. scabrella was the specie with worst survival rate, only 13.54% on open field and 21.18% on regenerating forest remained planted after 24 months. For morphological parameters, M. scabrella made a great difference just for specific leaf area being bigger for regenerating forest. In respect to anatomical parameters, only adaxial skin thickness and palisade parenchyma showed significant differences. Adaxial epidermis was greater in the area of regenerating forest, while the palisade parenchyma was higher in the open field one. Physiological data showed a significant difference on transpiration rate being bigger on open fields, as stomatal conductance being higher in regenerating forest. P. lambertii always had better growth rates, both in height and diameter measurements, in open field and made significant difference on leaf areas, being higher for individuals of regenerating forest. For stomatal density, cuticle thickness, palisade parenchyma, spongy parenchyma, total thickness, height and diameter were significantly higher for individuals on open fields. Up to 18 months, L. divaricata showed no significant difference between open fields and regenerating forests, although on 24 months height was greater on regenerating forest area in relation to open fields. Diameter was greater for open fields on 24 months though. Thus, among the studied species, S. terebinthifolius is the specie with greater plasticity. The second kind with better survival rate and growth was P. lambertii, which also presented some plasticity. L. divaricata though should be prioritized in plantations offering a better shading condition and M. scabrella is recommended only in high densities, since mortality rates can be very expressive.133 f. : grafs., tabs.application/pdfDisponível em formato digitalPlantas florestaisRecursos florestais e engenharia florestalPlantas nativas para cultivoSucessão florestalSucessão ecológicaComportamento de espécies arbóreas nativas implantadas em áreas com diferentes graus de sucessão no reservatório Iraí - PRinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALTESE-DEFINITIVA.pdfapplication/pdf9548130https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/17822/1/TESE-DEFINITIVA.pdf5cd841130bc6ba23cca9e435002c5529MD51open accessTEXTTESE-DEFINITIVA.pdf.txtExtracted Texttext/plain314283https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/17822/2/TESE-DEFINITIVA.pdf.txte0216d259778c3f18a9515bca9d3f80dMD52open accessTHUMBNAILTESE-DEFINITIVA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1243https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/17822/3/TESE-DEFINITIVA.pdf.jpgd06144db5cb8246b6d872f53be8ba649MD53open access1884/178222025-09-29 12:33:40.585open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/17822Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082025-09-29T15:33:40Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false |
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