Exportação concluída — 

Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Barbiero, Janaína Kohl
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/1884/35837
Resumo: Resumo: A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa crônica, caracterizada por uma perda progressiva de neurônios dopaminérgicos na substância negra pate compacta (SNpc). A etiologia da DP ainda permanece desconhecida, porém muitas evidências sugerem que o estresse oxidativo, inflamação, apoptose e disfunção mitocondrial estejam envolvidos na patogênese da DP. Ligantes dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma (PPAR), membros da família de receptores nucleares, têm efeitos anti-inflamatórios em diversos modelos de animais. Os agonistas do PPAR-? e PPAR-?, subtipos de receptores do PPAR, como o fenofibrato e a pioglitazona respectivamente, tem mostrado desempenhar um papel importante na regulação de processos inflamatórios. Os modelos animais de DP demostraram que a neuroinflamação é um dos mecanismos mais importantes envolvidos na morte dos neurônios dopaminérgicos. Além disso, alguns fármacos anti-inflamatórios são capazes de atenuar o parkinsonismo induzido por neurotoxinas. No presente trabalho, avaliamos os efeitos da administração oral de fenofibrato 100 mg/kg e pioglitazona 30 mg/kg em três protocolos e dois modelos de DP. O estudo foi dividido em três etapas. Na primeira, administramos o fenofibrato 1 hora após a infusão do 1-metil-4-fenil-1,2,3,6-tetrahidropiridina (MPTP) na SNpc. Vinte quatro horas, 7, 14 e 21 dias após a cirurgia, os animais foram submetidos ao teste do campo aberto. Vinte e um e 22 dias após MPTP, eles foram testados na esquiva ativa de duas vias e no teste de natação forçada. Vinte e três dias após a infusão do MPTP, uma parte dos animais foi submetida à dissecação do estriado, para dosagem de dopamina (DA) e os metabólitos ácido 3,4-diidroxifenilacético (DOPAC) e ácido homovanílico (HVA), além das dosagens de superóxido dismutase (SOD), hidroperóxido lipídico (LOOH) e glutationa (GSH). Os animais remanescentes tiveram seus cérebros perfundidos para detecção de imunohistoquímica da tirosina hidroxilase (TH) na SNpc. A segunda parte desse estudo consistiu no tratamento oral com fenofibrato e pioglitazona e teve início cinco dias antes da infusão do MPTP. Queríamos saber se o pré-tratamento seria igualmente eficaz quanto foi o pós-tratamento com estes medicamentos em relação aos efeitos deletérios causados por MPTP. Os mesmos testes foram feitos similarmente ao protocolo anterior, porém dosamos também a caspase-3, 24 horas após MPTP, na SNpc dos animais, para verificar se os medicamentos foram eficazes na proteção contra a apoptose, uma das características neuropatológicas da DP. Na terceira etapa executada no trabalho, iniciamos a administração de fenofibrato cinco dias antes do início da administração de rotenona intraperitoneal (i.p.) e continuamos por 10 dias juntamente com a toxina. Após estes 15 dias de tratamento, foram realizados os mesmos testes dos protocolos anteriores, com exceção da dosagem de caspase-3. Além disso, realizamos a imunohistoquímica para a-sinucleina, pois este modelo é o único que trabalhamos em nosso laboratório que mimetiza a presença de corpos de Lewy (CL) nos neurônios dopaminérgicos, outra característica da DP que contribui para a morte celular. De modo geral, o fenofibrato e a pioglitazona demonstraram efeitos neuroprotetores contra hipolocomoção, efeito tipo depressivo e amnésia causados pelas neurotoxinas. Protegeram também contra o estresse oxidativo, degeneração dos neurônios dopaminérgicos na SNpc com consequente diminuição dos níveis de DA no estriado, aumento da caspase-3 e proteção contra os agregados proteicos intracelulares de a-sinucleina. Assim, o fenofibrato e a pioglitazona foram capazes de promover uma neuroproteção contra algumas características comportamentais e neuroquímicas presentes na DP. Dessa forma, podemos dizer que os agonistas de PPAR podem ser relevantes para uma estratégia terapêutica na DP.
id UFPR_ff2fbfffd0a3d8f8cbdd1ab235c254e4
oai_identifier_str oai:acervodigital.ufpr.br:1884/35837
network_acronym_str UFPR
network_name_str Repositório Institucional da UFPR
repository_id_str
spelling Barbiero, Janaína KohlUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em FarmacologiaVital, Maria Aparecida Barbato Frazão, 1964-Lima, Marcelo M. S.2014-08-29T19:11:15Z2014-08-29T19:11:15Z2014http://hdl.handle.net/1884/35837Resumo: A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa crônica, caracterizada por uma perda progressiva de neurônios dopaminérgicos na substância negra pate compacta (SNpc). A etiologia da DP ainda permanece desconhecida, porém muitas evidências sugerem que o estresse oxidativo, inflamação, apoptose e disfunção mitocondrial estejam envolvidos na patogênese da DP. Ligantes dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma (PPAR), membros da família de receptores nucleares, têm efeitos anti-inflamatórios em diversos modelos de animais. Os agonistas do PPAR-? e PPAR-?, subtipos de receptores do PPAR, como o fenofibrato e a pioglitazona respectivamente, tem mostrado desempenhar um papel importante na regulação de processos inflamatórios. Os modelos animais de DP demostraram que a neuroinflamação é um dos mecanismos mais importantes envolvidos na morte dos neurônios dopaminérgicos. Além disso, alguns fármacos anti-inflamatórios são capazes de atenuar o parkinsonismo induzido por neurotoxinas. No presente trabalho, avaliamos os efeitos da administração oral de fenofibrato 100 mg/kg e pioglitazona 30 mg/kg em três protocolos e dois modelos de DP. O estudo foi dividido em três etapas. Na primeira, administramos o fenofibrato 1 hora após a infusão do 1-metil-4-fenil-1,2,3,6-tetrahidropiridina (MPTP) na SNpc. Vinte quatro horas, 7, 14 e 21 dias após a cirurgia, os animais foram submetidos ao teste do campo aberto. Vinte e um e 22 dias após MPTP, eles foram testados na esquiva ativa de duas vias e no teste de natação forçada. Vinte e três dias após a infusão do MPTP, uma parte dos animais foi submetida à dissecação do estriado, para dosagem de dopamina (DA) e os metabólitos ácido 3,4-diidroxifenilacético (DOPAC) e ácido homovanílico (HVA), além das dosagens de superóxido dismutase (SOD), hidroperóxido lipídico (LOOH) e glutationa (GSH). Os animais remanescentes tiveram seus cérebros perfundidos para detecção de imunohistoquímica da tirosina hidroxilase (TH) na SNpc. A segunda parte desse estudo consistiu no tratamento oral com fenofibrato e pioglitazona e teve início cinco dias antes da infusão do MPTP. Queríamos saber se o pré-tratamento seria igualmente eficaz quanto foi o pós-tratamento com estes medicamentos em relação aos efeitos deletérios causados por MPTP. Os mesmos testes foram feitos similarmente ao protocolo anterior, porém dosamos também a caspase-3, 24 horas após MPTP, na SNpc dos animais, para verificar se os medicamentos foram eficazes na proteção contra a apoptose, uma das características neuropatológicas da DP. Na terceira etapa executada no trabalho, iniciamos a administração de fenofibrato cinco dias antes do início da administração de rotenona intraperitoneal (i.p.) e continuamos por 10 dias juntamente com a toxina. Após estes 15 dias de tratamento, foram realizados os mesmos testes dos protocolos anteriores, com exceção da dosagem de caspase-3. Além disso, realizamos a imunohistoquímica para a-sinucleina, pois este modelo é o único que trabalhamos em nosso laboratório que mimetiza a presença de corpos de Lewy (CL) nos neurônios dopaminérgicos, outra característica da DP que contribui para a morte celular. De modo geral, o fenofibrato e a pioglitazona demonstraram efeitos neuroprotetores contra hipolocomoção, efeito tipo depressivo e amnésia causados pelas neurotoxinas. Protegeram também contra o estresse oxidativo, degeneração dos neurônios dopaminérgicos na SNpc com consequente diminuição dos níveis de DA no estriado, aumento da caspase-3 e proteção contra os agregados proteicos intracelulares de a-sinucleina. Assim, o fenofibrato e a pioglitazona foram capazes de promover uma neuroproteção contra algumas características comportamentais e neuroquímicas presentes na DP. Dessa forma, podemos dizer que os agonistas de PPAR podem ser relevantes para uma estratégia terapêutica na DP.application/pdfTesesModulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinsoninfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALR - T - JANAINA KOHL BARBIERO.pdfapplication/pdf5703093https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35837/1/R%20-%20T%20-%20JANAINA%20KOHL%20BARBIERO.pdf835754ce7cba8e5dbef7f113b75cf40aMD51open accessTEXTR - T - JANAINA KOHL BARBIERO.pdf.txtR - T - JANAINA KOHL BARBIERO.pdf.txtExtracted Texttext/plain323696https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35837/2/R%20-%20T%20-%20JANAINA%20KOHL%20BARBIERO.pdf.txt746a4ded9387ffaf0a66e36b7a1993d2MD52open accessTHUMBNAILR - T - JANAINA KOHL BARBIERO.pdf.jpgR - T - JANAINA KOHL BARBIERO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1621https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35837/3/R%20-%20T%20-%20JANAINA%20KOHL%20BARBIERO.pdf.jpg7b1a3320bae1b2ae0c6501b9f502de3dMD53open access1884/358372016-04-07 10:22:06.053open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/35837Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082016-04-07T13:22:06Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson
title Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson
spellingShingle Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson
Barbiero, Janaína Kohl
Teses
title_short Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson
title_full Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson
title_fullStr Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson
title_full_unstemmed Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson
title_sort Modulação dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma(PPAR) em modelos animais de doença de Parkinson
author Barbiero, Janaína Kohl
author_facet Barbiero, Janaína Kohl
author_role author
dc.contributor.other.pt_BR.fl_str_mv Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Farmacologia
Vital, Maria Aparecida Barbato Frazão, 1964-
Lima, Marcelo M. S.
dc.contributor.author.fl_str_mv Barbiero, Janaína Kohl
dc.subject.por.fl_str_mv Teses
topic Teses
description Resumo: A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa crônica, caracterizada por uma perda progressiva de neurônios dopaminérgicos na substância negra pate compacta (SNpc). A etiologia da DP ainda permanece desconhecida, porém muitas evidências sugerem que o estresse oxidativo, inflamação, apoptose e disfunção mitocondrial estejam envolvidos na patogênese da DP. Ligantes dos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma (PPAR), membros da família de receptores nucleares, têm efeitos anti-inflamatórios em diversos modelos de animais. Os agonistas do PPAR-? e PPAR-?, subtipos de receptores do PPAR, como o fenofibrato e a pioglitazona respectivamente, tem mostrado desempenhar um papel importante na regulação de processos inflamatórios. Os modelos animais de DP demostraram que a neuroinflamação é um dos mecanismos mais importantes envolvidos na morte dos neurônios dopaminérgicos. Além disso, alguns fármacos anti-inflamatórios são capazes de atenuar o parkinsonismo induzido por neurotoxinas. No presente trabalho, avaliamos os efeitos da administração oral de fenofibrato 100 mg/kg e pioglitazona 30 mg/kg em três protocolos e dois modelos de DP. O estudo foi dividido em três etapas. Na primeira, administramos o fenofibrato 1 hora após a infusão do 1-metil-4-fenil-1,2,3,6-tetrahidropiridina (MPTP) na SNpc. Vinte quatro horas, 7, 14 e 21 dias após a cirurgia, os animais foram submetidos ao teste do campo aberto. Vinte e um e 22 dias após MPTP, eles foram testados na esquiva ativa de duas vias e no teste de natação forçada. Vinte e três dias após a infusão do MPTP, uma parte dos animais foi submetida à dissecação do estriado, para dosagem de dopamina (DA) e os metabólitos ácido 3,4-diidroxifenilacético (DOPAC) e ácido homovanílico (HVA), além das dosagens de superóxido dismutase (SOD), hidroperóxido lipídico (LOOH) e glutationa (GSH). Os animais remanescentes tiveram seus cérebros perfundidos para detecção de imunohistoquímica da tirosina hidroxilase (TH) na SNpc. A segunda parte desse estudo consistiu no tratamento oral com fenofibrato e pioglitazona e teve início cinco dias antes da infusão do MPTP. Queríamos saber se o pré-tratamento seria igualmente eficaz quanto foi o pós-tratamento com estes medicamentos em relação aos efeitos deletérios causados por MPTP. Os mesmos testes foram feitos similarmente ao protocolo anterior, porém dosamos também a caspase-3, 24 horas após MPTP, na SNpc dos animais, para verificar se os medicamentos foram eficazes na proteção contra a apoptose, uma das características neuropatológicas da DP. Na terceira etapa executada no trabalho, iniciamos a administração de fenofibrato cinco dias antes do início da administração de rotenona intraperitoneal (i.p.) e continuamos por 10 dias juntamente com a toxina. Após estes 15 dias de tratamento, foram realizados os mesmos testes dos protocolos anteriores, com exceção da dosagem de caspase-3. Além disso, realizamos a imunohistoquímica para a-sinucleina, pois este modelo é o único que trabalhamos em nosso laboratório que mimetiza a presença de corpos de Lewy (CL) nos neurônios dopaminérgicos, outra característica da DP que contribui para a morte celular. De modo geral, o fenofibrato e a pioglitazona demonstraram efeitos neuroprotetores contra hipolocomoção, efeito tipo depressivo e amnésia causados pelas neurotoxinas. Protegeram também contra o estresse oxidativo, degeneração dos neurônios dopaminérgicos na SNpc com consequente diminuição dos níveis de DA no estriado, aumento da caspase-3 e proteção contra os agregados proteicos intracelulares de a-sinucleina. Assim, o fenofibrato e a pioglitazona foram capazes de promover uma neuroproteção contra algumas características comportamentais e neuroquímicas presentes na DP. Dessa forma, podemos dizer que os agonistas de PPAR podem ser relevantes para uma estratégia terapêutica na DP.
publishDate 2014
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2014-08-29T19:11:15Z
dc.date.available.fl_str_mv 2014-08-29T19:11:15Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2014
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://hdl.handle.net/1884/35837
url http://hdl.handle.net/1884/35837
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPR
instname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
instacron:UFPR
instname_str Universidade Federal do Paraná (UFPR)
instacron_str UFPR
institution UFPR
reponame_str Repositório Institucional da UFPR
collection Repositório Institucional da UFPR
bitstream.url.fl_str_mv https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35837/1/R%20-%20T%20-%20JANAINA%20KOHL%20BARBIERO.pdf
https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35837/2/R%20-%20T%20-%20JANAINA%20KOHL%20BARBIERO.pdf.txt
https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35837/3/R%20-%20T%20-%20JANAINA%20KOHL%20BARBIERO.pdf.jpg
bitstream.checksum.fl_str_mv 835754ce7cba8e5dbef7f113b75cf40a
746a4ded9387ffaf0a66e36b7a1993d2
7b1a3320bae1b2ae0c6501b9f502de3d
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)
repository.mail.fl_str_mv informacaodigital@ufpr.br
_version_ 1847526375741718528