Farrapos de um tecido que se rasgou : Memória sobre a ditadura civil-militar na América Latina em Viúvas: Performance Sobre a Ausência, do Ói Nóis Aqui Traveiz
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Espanhol: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/299799 |
Resumo: | Esta pesquisa se propõe a discutir o teatro como um meio sensibilizador da história da ditadura civil-militar latino-americana, a partir da encenação Viúvas: performance sobre a ausência (2011), do grupo de teatro do sul do Brasil, Ói Nóis Aqui Traveiz, que teve como narrativa disparadora a dramaturgia Viúvas (1981), do argentino-chileno Ariel Dorfman. Para tanto, desenvolve-se o modo como a dramaturgia e a encenação cumprem o papel de lugar de memória simbólico, colocando a arte a serviço da recordação. Observa-se a escrita de Ariel Dorfman durante a ditadura civil-militar chilena, em 1981, e o surgimento do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz durante a ditadura civil-militar brasileira, em 1978, que em meio a repressões, censuras e prisões, surge como um grupo teatral estético e ideológico conduzido pelo desejo de liberdade. Ao longo de sua trajetória, o grupo se estabelece como agente social ao utilizar o teatro como uma linguagem historiográfica, elaborando e difundindo a história através da narração e da linguagem poética. A partir de referências sobre a memória coletiva das ditaduras latino-americanas como Elizabeth Jelin (2002), Jeanne-Marie Gagnebin (2006), Leonor Arfuch (2023), Márcio Seligmann-Silva (2003), Maurice Halbwachs (2006), Sandra Jatahy Pesavento e Frédérique Langue (2007) e Walter Benjamin (2023), a pesquisa mostra a importância da sensibilidade nas narrativas através da historicidade, do mítico, dos símbolos e signos evocados, dando notoriedade para o protagonismo das mulheres como mantenedoras da memória. |
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