Avaliação do estresse oxidativo e do fluxo sangüíneo na artéria mesentérica de ratos diabéticos por indução de estreptozotocina
| Ano de defesa: | 2001 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/10541 |
Resumo: | Os sintomas gastrointestinais são freqüentes no diabetes mellitus, e podem estar relacionados com a produção das espécies ativas de oxigênio (EAO). Pacientes diabéticos apresentam alterações no sistema gastrintestinal, sendo que os principais distúrbios ocorrem com a motilidade gástrica e intestinal, além de mudanças na estrutura do tecido hepático. Essas fenômenos podem ser causadas pelo aumento na produção de radicais livres (lipoperoxidação) e diminuição das enzimas antioxidantes. Neste trabalho objetivamos avaliar a lipoperoxidação em estômago e fígado de animais diabéticos e controles em diferentes tempos de estudo, além de verificar a atividade das enzimas antioxidantes catalase (CAT), superóxido dismutase (SOD) e glutationa transferase (GTx). Avaliamos o fluxo sangüíneo na artéria mesentérica superior para determinar uma possível alteração vascular. Foram utilizados ratos machos Wistar pesando entre 250-350g e foram divididos em quatro grupos: grupo 1 - 7 dias de diabetes, grupo 2- 30 dias de diabetes, grupo 3 - 60 dias de diabetes e grupo 4 - 90 dias de diabetes. O diabetes foi realizado por indução de estreptozotocina 70 mg/Kg intraperitonealmente. A lipoperoxidação foi avaliada através das medidas das substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico-TBA-RS (nmoles/mg de proteína) e por quimiluminescência-QL (cps/mg de proteína). Para a avaliação do fluxo sangüíneo na artéria mesentérica superior utilizamos o aparelho Transonic Flowmeter (T106). Observamos através de nossos resultados que há um aumento significativo na lipoperoxidação em estômago e fígado de animais diabéticos somente no tempo de 90 dias. Este aumento foi verificado através das duas técnicas utilizadas. No estômago foi encontrado uma diminuição significativa na atividade das enzimas antioxidantes catalase e glutationa transferase. No fígado somente a enzima glutationa transferase apresentou diminuição significativa. Houve um aumento no fluxo da artéria mesentérica superior dos animais diabéticos com 90 dias quando comparados aos animais-controle. Pelos dados obtidos neste trabalho é possível supor que a alteração tecidual encontrada no estômago e fígado, avaliada através da lipoperoxidação, e o fluxo sangüíneo aumentado na artéria mesentérica superior sejam influenciados pelo tempo de diabetes e pela hiperglicemia encontrada nos animais estudados. |
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