Avaliação de tabagismo passivo pela determinação de cotinina na urina de lactentes em aleitamento materno
| Ano de defesa: | 1991 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/200397 |
Resumo: | O tabagismo constitui-se , no momento, num dos maiores problemas de saúde pública que o mundo enfrenta; Sabe-se, hoje, que o efeito deletério do fumo, não fica restrito a quem o pratica ativamente, mas estende-se a quem convive com fumantes. Este estudo demonstra a ocorrência de tabagismo passivo em lactentes em aleitamento materno, quando filhos de mães fumantes. O estudo utiliza como rastreador de tabagismo passivo a dosagem, na urina do lactentes, de cotinina, o maior metabólito ativo da nicotina, decorrente única e exclusivamente do seu metabolismo endógeno. A técnica utilizada para sua quantificação baseia-se na aplicação de radioimunoensaio. Documenta-se a exposição ao tabagismo materno, de 34 lactentes, divididos em duas séries de 17 lactentes, de acordo com o fato da mãe fumar ou não durante a mamada. Tendo-se verificado diferença estatisticamente significante, entre as amostras independentes, assim estudadas, procurou-se evidenciar o fenômeno entre amostras dependentes, ou seja, no mesmo binômio mãe-filho, em momentos diferentes, com a mãe não fumando e fumandoo durante a mamada. Dez destes binômios foram assim estudados. No estudos de amostras independentes, os valores de cotinina na urina dos lactentes foram 58,88 ± 85,17 ng/ml, quando a mãe não fumava durante a mamada, e 244,70 ± 212,70 ng/ml quando a mãe fumava durante a mamada (p < 0,01). No estudo de amostras dependentes, no momento em que a mãe não fumava duranta a mamada, de cotinina na urina dos lactentes foram 146,29 ± 77,38 ng/ml, e, quando a mãe fumava, 263,70 ± 146,21 ng/ml (p,0,02). O estudo comprova, não só a importância da via aérea e da via láctea, na exposição do lactente ao tabagismo materno, como também o fato de que esta exposição é significativamente mais intensa quando a mãe fuma durante o aleitamento. |
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