Estudo da benzoína como aditivo pró-oxidante em poliolefinas : avaliação da degradação abiótica e biótica e implicações sobre a reciclabilidade dos polímeros oxibiodegradáveis
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/300358 |
Resumo: | As poliolefinas ainda são tendência de consumo devido ao seu baixo custo, facilidade de processamento e excelentes propriedades mecânicas. Entretanto, o emprego desses polímeros contribui para um grande problema de impacto mundial: o acúmulo de resíduos poliméricos no meio ambiente, pois são de difícil degradação. A utilização de polímeros biodegradáveis e a reciclagem, possíveis soluções, ainda são dificultadas, principalmente, por motivos econômicos. Outra alternativa viável é a utilização de polímeros oxibiodegradáveis, que consistem em poliolefinas processadas com aditivos pró-oxidantes. Atualmente, esses aditivos são, predominantemente, baseados em sais orgânicos de metais de transição, que aceleram a degradação abiótica para que, posteriormente, os fragmentos poliméricos oxigenados possam ser biodegradados. Porém, o uso desses aditivos pode levar a um problema secundário: a contaminação por metais que podem não ser característicos do ambiente em questão. Neste trabalho, foi avaliada a obtenção de polímeros oxibiodegradáveis através da incorporação de benzoína, uma substância orgânica isenta de metais de transição e totalmente biodegradável. A benzoína mostrou-se eficaz na aceleração da termooxidação e fotooxidação de PE (polietileno) e PP (polipropileno), mesmo que se observe uma termooxidação inicial do polímero durante o processamento. Foi observada uma redução progressiva do tempo de oxidação térmica induzida (OIT) dos filmes de PP processados com teores crescentes desse composto orgânico. No caso da fotooxidação, também foi observada uma aceleração do processo quando o PP aditivado foi submetido ao envelhecimento natural e acelerado em câmara de UV, em comparação com o PP sem aditivo, resultando em um aumento dos grupos funcionais do tipo ácidos carboxílicos, lactonas, ésteres e cetonas, além de uma redução da temperatura de fusão, confirmando a cisão das cadeias carbônicas, seguida de auto-oxidação, como observado para o PE. Após a oxidação pelo intemperismo natural, os filmes de PP aditivados apresentaram um aumento na biodegradabilidade, proporcional ao aumento do teor de masterbatch de benzoína utilizado no processamento. Essa avaliação foi realizada por meio de câmaras respirométricas em solo e os resultados indicam a possibilidade do composto químico ser utilizado, futuramente, como aditivo pró-oxidante. Nesse trabalho, foi proposto um mecanismo de atuação da benzoína como aditivo pró-oxidante. A temperatura de processamento das poliolefinas está sempre acima de seu ponto de fusão podendo, facilmente, atingir temperaturas próximas a 200 ºC. No entanto, quando submetida a temperaturas elevadas, tais como as utilizadas na extrusão ou injeção do PP e PE, a benzoína tem seu processo de degradação térmica iniciado, com formação de radicais que podem reagir com os radicais formados na degradação térmica das poliolefinas, inserindo nas cadeias grupos termolábeis que, já no processamento, são capazes de acelerar a termodegradação e reduzir a massa molar do polímero. Posteriormente, os grupos cromóforos inseridos nas cadeias, tais como carbonilas e anéis aromáticos, irão acelerar a fotooxidação. Além disso, a benzoína que não reage irá atuar como um cromóforo extrínseco, também acelerando a oxidação por incidência de radiação UV. Por fim, avaliou-se as consequências da presença da benzoína sobre a reciclabilidade do PEAD e foi possível observar que, ainda que ela favoreça a termooxidação no processamento, a poliolefina ainda pode ser reprocessada na reciclagem, mediante diluição com polímero virgem, sendo que o fator de diluição poderá ser determinado a partir da utilização do índice de amarelamento. |
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Brandão, João Augusto OsórioSantana, Ruth Marlene CampomanesFrancisquetti, Edson LuizPeroni, Rodrigo de Lemos2026-01-17T08:00:22Z2025http://hdl.handle.net/10183/300358001297692As poliolefinas ainda são tendência de consumo devido ao seu baixo custo, facilidade de processamento e excelentes propriedades mecânicas. Entretanto, o emprego desses polímeros contribui para um grande problema de impacto mundial: o acúmulo de resíduos poliméricos no meio ambiente, pois são de difícil degradação. A utilização de polímeros biodegradáveis e a reciclagem, possíveis soluções, ainda são dificultadas, principalmente, por motivos econômicos. Outra alternativa viável é a utilização de polímeros oxibiodegradáveis, que consistem em poliolefinas processadas com aditivos pró-oxidantes. Atualmente, esses aditivos são, predominantemente, baseados em sais orgânicos de metais de transição, que aceleram a degradação abiótica para que, posteriormente, os fragmentos poliméricos oxigenados possam ser biodegradados. Porém, o uso desses aditivos pode levar a um problema secundário: a contaminação por metais que podem não ser característicos do ambiente em questão. Neste trabalho, foi avaliada a obtenção de polímeros oxibiodegradáveis através da incorporação de benzoína, uma substância orgânica isenta de metais de transição e totalmente biodegradável. A benzoína mostrou-se eficaz na aceleração da termooxidação e fotooxidação de PE (polietileno) e PP (polipropileno), mesmo que se observe uma termooxidação inicial do polímero durante o processamento. Foi observada uma redução progressiva do tempo de oxidação térmica induzida (OIT) dos filmes de PP processados com teores crescentes desse composto orgânico. No caso da fotooxidação, também foi observada uma aceleração do processo quando o PP aditivado foi submetido ao envelhecimento natural e acelerado em câmara de UV, em comparação com o PP sem aditivo, resultando em um aumento dos grupos funcionais do tipo ácidos carboxílicos, lactonas, ésteres e cetonas, além de uma redução da temperatura de fusão, confirmando a cisão das cadeias carbônicas, seguida de auto-oxidação, como observado para o PE. Após a oxidação pelo intemperismo natural, os filmes de PP aditivados apresentaram um aumento na biodegradabilidade, proporcional ao aumento do teor de masterbatch de benzoína utilizado no processamento. Essa avaliação foi realizada por meio de câmaras respirométricas em solo e os resultados indicam a possibilidade do composto químico ser utilizado, futuramente, como aditivo pró-oxidante. Nesse trabalho, foi proposto um mecanismo de atuação da benzoína como aditivo pró-oxidante. A temperatura de processamento das poliolefinas está sempre acima de seu ponto de fusão podendo, facilmente, atingir temperaturas próximas a 200 ºC. No entanto, quando submetida a temperaturas elevadas, tais como as utilizadas na extrusão ou injeção do PP e PE, a benzoína tem seu processo de degradação térmica iniciado, com formação de radicais que podem reagir com os radicais formados na degradação térmica das poliolefinas, inserindo nas cadeias grupos termolábeis que, já no processamento, são capazes de acelerar a termodegradação e reduzir a massa molar do polímero. Posteriormente, os grupos cromóforos inseridos nas cadeias, tais como carbonilas e anéis aromáticos, irão acelerar a fotooxidação. Além disso, a benzoína que não reage irá atuar como um cromóforo extrínseco, também acelerando a oxidação por incidência de radiação UV. Por fim, avaliou-se as consequências da presença da benzoína sobre a reciclabilidade do PEAD e foi possível observar que, ainda que ela favoreça a termooxidação no processamento, a poliolefina ainda pode ser reprocessada na reciclagem, mediante diluição com polímero virgem, sendo que o fator de diluição poderá ser determinado a partir da utilização do índice de amarelamento.Polyolefins are still a consumer trend due to their low cost, ease of processing, and excellent mechanical properties. However, the use of these polymers contributes to a major global problem: the accumulation of polymer waste in the environment, as they are difficult to degrade. The use of biodegradable polymers and recycling, which are possible solutions, are still hampered, mainly for economic reasons. Another viable alternative is the use of oxo-biodegradable polymers, which consist of polyolefins processed with pro-oxidant additives. Currently, these additives are predominantly based on organic transition metal salts, which accelerate abiotic degradation so that the oxygenated polymer fragments can subsequently be biodegraded. However, the use of these additives can lead to a secondary problem: contamination by metals that may not be characteristic of the environment in question. In this study, the production of oxo-biodegradable polymers was evaluated through the incorporation of benzoin, an organic substance free of transition metals and fully biodegradable. Benzoin proved to be effective in accelerating the thermal oxidation and photo-oxidation of PE (polyethylene) and PP (polypropylene), even though initial thermal oxidation of the polymer was observed during processing. A progressive reduction in the induced thermal oxidation time (OIT) of PP films processed with increasing levels of this organic compound was observed. In the case of photooxidation, an acceleration of the process was also observed when the additive-treated PP was subjected to natural and accelerated aging in a UV chamber, compared to PP without additives, resulting in an increase in functional groups such as carboxylic acids, lactones, esters, and ketones, as well as a reduction in melting temperature, confirming the cleavage of carbon chains, followed by auto-oxidation, as observed for PE. After oxidation by natural weathering, the PP films with additives showed an increase in biodegradability, proportional to the increase in the content of benzoin masterbatch used in processing. This evaluation was performed using respirometric chambers in soil, and the results indicate the possibility of the chemical compound being used in the future as a pro oxidant additive. In this work, a mechanism for benzoin to act as a pro-oxidant additive was proposed. The processing temperature of polyolefins is always above their melting point and can easily reach temperatures close to 200 °C. However, when subjected to high temperatures, such as those used in the extrusion or injection of PP and PE, benzoin begins its thermal degradation process, forming radicals that can react with the radicals formed in the thermal degradation of polyolefins, inserting thermolabile groups into the chains that, already during processing, can accelerate thermal degradation and reducing the molar mass of the polymer. Subsequently, the chromophore groups inserted into the chains, such as carbonyls and aromatic rings, will accelerate photooxidation. In addition, benzoin that does not react will act as an extrinsic chromophore, also accelerating oxidation by UV radiation. Finally, the consequences of the presence of benzoin on the recyclability of HDPE were evaluated, and it was observed that, although it favors thermal oxidation during processing, the polyolefin can still be reprocessed in recycling by dilution with virgin polymer, and the dilution factor can be determined using the yellowing index.application/pdfporPolímeros : DegradaçãoPoliolefinasPolietilenoPolipropilenoOxo-biodegradationPolyolefinsBenzoinThermo-oxidationPhoto oxidationBiodegradEstudo da benzoína como aditivo pró-oxidante em poliolefinas : avaliação da degradação abiótica e biótica e implicações sobre a reciclabilidade dos polímeros oxibiodegradáveisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulEscola de EngenhariaPrograma de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de MateriaisPorto Alegre, BR-RS2025doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001297692.pdf.txt001297692.pdf.txtExtracted Texttext/plain253062http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/300358/2/001297692.pdf.txt2661649e50102dda6026e50a0ec87b1dMD52ORIGINAL001297692.pdfTexto completoapplication/pdf10067321http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/300358/1/001297692.pdf8b428012c1324ed2410d822dbb4af0c7MD5110183/3003582026-01-18 09:02:57.025668oai:www.lume.ufrgs.br:10183/300358Repositório InstitucionalPUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.bropendoar:2026-01-18T11:02:57Repositório Institucional da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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