Fatores associados à qualidade de vida em indivíduos HIV positivos com idade acima de 50 anos e carga viral indectectável
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/259792 |
Resumo: | Base teórica: Com o advento da terapia antirretroviral, a infecção pelo HIV tornou-se uma doença crônica, contribuindo para o crescimento da população HIV-positiva envelhecida. Entretanto, envelhecer com o vírus traz algumas adversidades que impactam a qualidade de vida (QV) desta população. Objetivo: Analisar fatores associados à QV no envelhecimento com HIV-positivo com supressão virológica. Métodos: Trata-se de um estudo transversal realizado com indivíduos em acompanhamento contínuo no ambulatório HIV/Aids do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Os participantes incluídos no estudo foram de ambos os gêneros, com idade a partir dos 50 anos e com carga viral indetectável. Foi utilizado o World Health Organization Quality of Life (Whoqol HIV-Bref) para avaliação da qualidade de vida, a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS) para rastreio de sintomas ansiosos e depressivos e o Mini Exame do Estado Mental (MEEM) para rastreio de declínio cognitivo. Para analisar as associações entre dados demográficos e clínicos com as dimensões de QV, foi realizada a correlação de Pearson. Resultados: Participaram do estudo 79 indivíduos, cuja idade média foi de 59 anos (± 6,65), sendo 51,9% homens. Os domínios com pior qualidade foram o de independência (Mean=13,1) e psicológico (Mean= 13,9). O domínio físico foi o que teve maior associação significativa com as dimensões de independência, psicológica e de ambiente. Os sintomas de ansiedade e depressão se apresentaram como fortes fatores associados à piora da QV. Conclusão: Para as pessoas que vivem com HIV (PVHIV) mais velhas em uso da TARV, a capacidade física está inteiramente ligada à QV. Dado que levanta preocupação, já que esta população apresenta indicativo de desenvolver números maiores de comorbidades, perda neurocognitiva e adoecimento emocional, do que indivíduos HIV - negativo. Deste modo é necessário mais estudos nesta população a fim de poder elaborar melhorias nas estratégias voltadas à saúde mental e qualidade de vida destes indivíduos. |
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Foi utilizado o World Health Organization Quality of Life (Whoqol HIV-Bref) para avaliação da qualidade de vida, a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS) para rastreio de sintomas ansiosos e depressivos e o Mini Exame do Estado Mental (MEEM) para rastreio de declínio cognitivo. Para analisar as associações entre dados demográficos e clínicos com as dimensões de QV, foi realizada a correlação de Pearson. Resultados: Participaram do estudo 79 indivíduos, cuja idade média foi de 59 anos (± 6,65), sendo 51,9% homens. Os domínios com pior qualidade foram o de independência (Mean=13,1) e psicológico (Mean= 13,9). O domínio físico foi o que teve maior associação significativa com as dimensões de independência, psicológica e de ambiente. Os sintomas de ansiedade e depressão se apresentaram como fortes fatores associados à piora da QV. Conclusão: Para as pessoas que vivem com HIV (PVHIV) mais velhas em uso da TARV, a capacidade física está inteiramente ligada à QV. Dado que levanta preocupação, já que esta população apresenta indicativo de desenvolver números maiores de comorbidades, perda neurocognitiva e adoecimento emocional, do que indivíduos HIV - negativo. Deste modo é necessário mais estudos nesta população a fim de poder elaborar melhorias nas estratégias voltadas à saúde mental e qualidade de vida destes indivíduos.Background: With the advent of antiretroviral therapy, HIV infection has become a chronic disease, contributing to the growth of the aging HIV-positive population. However, aging with the virus brings some adversities that impact the quality of life (QoL) of this population. Objective: To analyze factors associated with QoL in aging HIV-positive individuals using antiretroviral therapy (ART) and with virological suppression. Methods: This is a cross-sectional study carried out with individuals under continuous follow-up at the HIV/AIDS clinic at the Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). The participants included in the study were of both genders, aged from 50 years and with an undetectable viral load. The World Health Organization Quality of Life (Whoqol HIV-Bref) was used to assess quality of life, the Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS) to screen for anxious and depressive symptoms, and the Mini Mental State Examination (MMSE) to screening for cognitive decline. To analyze the associations between demographic and clinical data with the QoL dimensions, Pearson's correlation was performed. Results: The study included 79 individuals, whose average age was 59 years (± 6.65), 51.9% of whom were men. The domains with the worst quality were independence (Mean=13.1) and psychological (Mean=13.9). The physical domain was the one that had the greatest significant association with the independence, psychological and environmental dimensions. Anxiety and depression symptoms were strong factors associated with worsening QoL. Conclusion: For older people living with HIV (PLHIV) using ART, physical capacity is entirely linked to QoL. Data that raises concern, since this population presents an indication of developing greater numbers of comorbidities, neurocognitive loss and emotional illness, than HIV-negative individuals. Thus, further studies are needed in this population in order to develop improvements in strategies aimed at mental health and quality of life for these individuals.application/pdfporHIVQualidade de vidaEnvelhecimentoIdosoQuality of lifeAgingElderlyFatores associados à qualidade de vida em indivíduos HIV positivos com idade acima de 50 anos e carga viral indectectávelinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaPrograma de Pós-Graduação em Medicina: Ciências MédicasPorto Alegre, BR-RS2023mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001171900.pdf.txt001171900.pdf.txtExtracted Texttext/plain92027http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/259792/2/001171900.pdf.txtf97069f7e029c3ba60117cb34b4a8ff9MD52ORIGINAL001171900.pdfTexto completoapplication/pdf1017367http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/259792/1/001171900.pdffd26ecca642d619802b0588fae00d126MD5110183/2597922024-09-21 06:41:37.204264oai:www.lume.ufrgs.br:10183/259792Repositório InstitucionalPUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.bropendoar:2024-09-21T09:41:37Repositório Institucional da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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