Estudo das propriedades de galáxias compactas quiescentes massivas em z ~ 0

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Clerici, Katia Slodkowski
Orientador(a): Müller, Allan Schnorr
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/297784
Resumo: Em z ≈ 0, observamos diferentes tipos de galáxias, o que pode sugerir que existem diversos caminhos evolutivos para elas. Uma classe de galáxias que destacamos são as galáxias compactas massivas (MCGs - Massive Compact Galaxies), definidas neste trabalho como galáxias quiescentes, massivas, pequenas e com altos valores de dispersão de velocidades quando comparadas com galáxias quiescentes típicas em z ≈ 0. As MCGs são raras em z ≈ 0, e muitas questões permanecem em aberto sobre a formação e evolução desse tipo de objeto. Para começar a entender a história das MCGs, nesta tese investigamos as propriedades das suas populações estelares (idade, metalicidade estelar e [α/Fe]) e suas propriedades estruturais (bojo, disco, envelope). Exploramos as propriedades das populações estelares a partir da análise de índices espectrais e da síntese espectral de 1 858 MCGs em z ≈ 0, disponíveis no levantamento Sloan Digital Sky Survey (SDSS). Comparamos as propriedades das populações estelares das MCGs a dispersão de velocidade efetiva (σe) fixa com as propriedades de galáxias típicas em z ≈ 0 (CSGs - Control Sample Galaxies). No regime de baixo σe (σe ≲ 225 km/s), encontramos que as MCGs são mais velhas, menos metálicas e mais α-enhanced que as CSGs a σe fixo. No regime de alto σe (σe ≳ 225 km/s), a idade e [α/Fe] não apresentam diferenças estatisticamente significativas, mas as MCGs continuam sendo menos metálicas que a amostra de controle. Verificamos também que MCGs em diferentes ambientes apresentam as mesmas propriedades das populações estelares, indicando que o ambiente não afeta o caminho evolutivo dessas galáxias. Os resultados que encontramos para a metalicidade estelar podem ter origem na variação da função de massa inicial, em variações na concentração de matéria escura na região central ou no gradiente de metalicidade estelar. Além disso, os resultados para a idade e [α/Fe] sugerem que as diferenças descritas no regime de baixo σe são compatíveis com o cenário de progenitor bias para as CSGs. Também comparamos nossa amostra com outros grupos de galáxias compactas e encontramos diferenças importantes na idade e na metalicidade estelar, sugerindo uma diversidade nos caminhos evolutivos desse tipo de galáxia. Para investigar as propriedades estruturais das MCGs, selecionamos 246 MCGs na banda r presentes no levantamento Hyper Suprime-Cam Subaru Strategic Program (HSCSSP) em z ≈ 0. Comparamos os resultados com uma amostra controle de galáxias quiescentes de tamanho médio (CSGs), selecionadas para terem massa estelar, taxa de formação estelar, redshift e cor g–i semelhantes às das MCGs. Apesar dessas semelhanças globais, as amostras apresentam diferenças estruturais marcantes. Nossos resultados indicam que as MCGs são compostas por duas ou três componentes Sérsic: um bojo tipicamente não resolvido com Re ≲ 1 kpc; um disco compacto, com Re ≈ 2 − 3 kpc; e um envelope com Re ≈ 5.3 kpc. Em contraste, as CSGs são bem descritas por duas componentes Sérsic, correspondentes a um bojo com Re ≈ 1 − 2 kpc e a um disco com Re ≈ 5 kpc. Não identificamos a presença de envelopes em CSGs; além disso, uma fração dessas galáxias apresenta barras e anéis, estruturas que não encontramos nas MCGs. Na relação massa estelar-tamanho, as MCGs e parte das CSGs retornam bojos compactos compatíıveis com resultados em alto redshift. Para os discos, as CSGs possuem discos típicos do Universo local, enquanto as MCGs retornam discos compactos que também se assemelham aos resultados em alto redshift. Por fim, sugerimos que a componente envelope nas MCGs, também identificada em galáxias relíquias, pode ser um halo estelar compacto ou ainda um disco espesso. Portanto, observa-se que as MCGs, embora pequenas, podem apresentar múltiplas componentes estruturais que, potencialmente, foram formados em redshifts mais altos.
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Exploramos as propriedades das populações estelares a partir da análise de índices espectrais e da síntese espectral de 1 858 MCGs em z ≈ 0, disponíveis no levantamento Sloan Digital Sky Survey (SDSS). Comparamos as propriedades das populações estelares das MCGs a dispersão de velocidade efetiva (σe) fixa com as propriedades de galáxias típicas em z ≈ 0 (CSGs - Control Sample Galaxies). No regime de baixo σe (σe ≲ 225 km/s), encontramos que as MCGs são mais velhas, menos metálicas e mais α-enhanced que as CSGs a σe fixo. No regime de alto σe (σe ≳ 225 km/s), a idade e [α/Fe] não apresentam diferenças estatisticamente significativas, mas as MCGs continuam sendo menos metálicas que a amostra de controle. Verificamos também que MCGs em diferentes ambientes apresentam as mesmas propriedades das populações estelares, indicando que o ambiente não afeta o caminho evolutivo dessas galáxias. Os resultados que encontramos para a metalicidade estelar podem ter origem na variação da função de massa inicial, em variações na concentração de matéria escura na região central ou no gradiente de metalicidade estelar. Além disso, os resultados para a idade e [α/Fe] sugerem que as diferenças descritas no regime de baixo σe são compatíveis com o cenário de progenitor bias para as CSGs. Também comparamos nossa amostra com outros grupos de galáxias compactas e encontramos diferenças importantes na idade e na metalicidade estelar, sugerindo uma diversidade nos caminhos evolutivos desse tipo de galáxia. Para investigar as propriedades estruturais das MCGs, selecionamos 246 MCGs na banda r presentes no levantamento Hyper Suprime-Cam Subaru Strategic Program (HSCSSP) em z ≈ 0. Comparamos os resultados com uma amostra controle de galáxias quiescentes de tamanho médio (CSGs), selecionadas para terem massa estelar, taxa de formação estelar, redshift e cor g–i semelhantes às das MCGs. Apesar dessas semelhanças globais, as amostras apresentam diferenças estruturais marcantes. Nossos resultados indicam que as MCGs são compostas por duas ou três componentes Sérsic: um bojo tipicamente não resolvido com Re ≲ 1 kpc; um disco compacto, com Re ≈ 2 − 3 kpc; e um envelope com Re ≈ 5.3 kpc. Em contraste, as CSGs são bem descritas por duas componentes Sérsic, correspondentes a um bojo com Re ≈ 1 − 2 kpc e a um disco com Re ≈ 5 kpc. Não identificamos a presença de envelopes em CSGs; além disso, uma fração dessas galáxias apresenta barras e anéis, estruturas que não encontramos nas MCGs. Na relação massa estelar-tamanho, as MCGs e parte das CSGs retornam bojos compactos compatíıveis com resultados em alto redshift. Para os discos, as CSGs possuem discos típicos do Universo local, enquanto as MCGs retornam discos compactos que também se assemelham aos resultados em alto redshift. Por fim, sugerimos que a componente envelope nas MCGs, também identificada em galáxias relíquias, pode ser um halo estelar compacto ou ainda um disco espesso. Portanto, observa-se que as MCGs, embora pequenas, podem apresentar múltiplas componentes estruturais que, potencialmente, foram formados em redshifts mais altos.At z ≈ 0, we observe different types of galaxies, which suggest diversity of path formation and evolution for them. We highlight a class of massive compact galaxies (MCGs). In this work, we define MCGs as quiescent, massive, small, and with higher velocity dispersions in comparison with typical quiescent galaxies at z ≈ 0. MCGs are rare at z ≈ 0, and there are several unanswered questions about their formation and evolution. To begin understanding the history of MCGs, in this thesis we investigate the properties of their stellar populations (age, stellar metallicity, and [α/Fe]) as well as their structural properties (bulge, disk, envelope). We explore the stellar population properties based on the analysis of spectral indices and full spectral fitting for 1 858 MCGs at z ≈ 0, available in the Sloan Digital Sky Survey (SDSS). We compare the stellar population properties of MCGs at fixed velocity dispersion (σe) with those of typical galaxies at z ≈ 0 (CSGs - Control Sample Galaxies). In the low σe regime (σe ≲ 225 km/s), we find that MCGs are older, more metal-poor, and more α-enhanced than CSGs at fixed σe. In the high σe regime (σe ≳ 225 km/s), age and [α/Fe] do not show statistically significant differences, but MCGs remain more metal-poor than the control sample. We also find that MCGs in different environments exhibit similar stellar population properties, suggesting that environment does not affect the evolutionary path of these galaxies. The stellar metallicity results we find may originate from variations in the initial mass function, differences in the concentration of dark matter in the central region, or from stellar metallicity gradients. Additionally, the results for age and [α/Fe] suggest that the differences observed in the low-σe regime are consistent with a progenitor bias scenario for the CSGs. We also compared our sample with other groups of compact galaxies and found significant differences in both age and stellar metallicity, suggesting a diversity in the evolutionary pathways of this type of galaxy. To investigate the structural properties of MCGs, we selected 246 MCGs in the r-band from the Hyper Suprime-Cam Subaru Strategic Program (HSC-SSP) at z ≈ 0. We compared the results with a control sample of quiescent galaxies with average sizes (CSGs), selected to have stellar mass, star formation rate, redshift, and g-i color similar to those of MCGs. Despite these global similarities, the samples show marked structural differences. Our results indicate that MCGs are composed of two or three S´ersic components: a typically unresolved bulge with Re ≲ 1 kpc; a compact disk with Re ≈ 2 − 3 kpc; and a envelope with Re ≈ 5.3 kpc. In contrast, CSGs are well described by two S´ersic components, corresponding to a bulge with Re ≈ 1 − 2 kpc and a disk with Re ≈ 5 kpc. We do not identify the presence of envelopes in CSGs; furthermore, a fraction of these galaxies show bars and rings, structures that we do not find in MCGs. In the stellar mass–size relation, both MCGs and a subset of CSGs show compact bulges consistent with results at high redshift. Regarding disks, CSGs host typical local Universe disks, while MCGs show compact disks that also resemble those seen at high redshift. Finally, we suggest that the envelope component in MCGs, also identified in relic galaxies, may correspond to a compact stellar halo or a thick disk. Therefore, although MCGs are small, they can exhibit multiple structural components that were potentially formed at higher redshifts.application/pdfengGaláxiasEvolucao galaticaPopulacoes estelaresGaláxias compactasEstudo das propriedades de galáxias compactas quiescentes massivas em z ~ 0info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulInstituto de FísicaPrograma de Pós-Graduação em FísicaPorto Alegre, BR-RS2025doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001294414.pdf.txt001294414.pdf.txtExtracted Texttext/plain309472http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/297784/2/001294414.pdf.txt4d17d38659ddc97d5a7167658d1da5b3MD52ORIGINAL001294414.pdfTexto completoapplication/pdf13296782http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/297784/1/001294414.pdf0c74f0cd5947974698537203e5f32e3dMD5110183/2977842025-10-04 08:01:34.022302oai:www.lume.ufrgs.br:10183/297784Repositório InstitucionalPUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.bropendoar:2025-10-04T11:01:34Repositório Institucional da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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