Comer intuitivo e associações com aspectos sociodemográficos e indicadores de saúde em mulheres universitárias do Sul do Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Gazzoni, Carolina da Silva Borges
Orientador(a): Capp, Edison
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/290457
Resumo: Introdução: A grande demanda de ocupações no cotidiano de mulheres facilita a aceitação de práticas alimentares consideradas não saudáveis. Esses padrões que geram riscos à saúde foram associados aos hábitos alimentares não saudáveis que influenciam no estilo de vida e bem-estar emocional e físico. O comer intuitivo vem como estratégia de facilitar o comer apenas pelos sinais de fome e saciedade. Objetivo: Identificar a prática do comer intuitivo e verificar possíveis associações com fatores sociodemográficos e marcadores de saúde em estudantes do sexo feminino de uma Instituição de Ensino Superior (IES) de Caxias do Sul, RS. Método: Estudo epidemiológico observacional com delineamento transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), conforme parecer 5.225.273. A amostra foi composta por mulheres adultas universitárias, com idade entre 18 e 35 anos, matriculadas em cursos de graduação, na modalidade presencial, em uma IES privada, da cidade de Caxias do Sul, RS. A coleta de dados foi realizada nas salas de aula, por meio de um questionário autoaplicável, disponível em formulário eletrônico, no qual foram investigadas variáveis independentes e os desfechos. Potenciais determinantes foram identificados por meio de características demográficas, socioeconômicas, referentes à graduação, comportamentais e de estilo de vida, psicossociais e nutricionais. Quanto ao desfecho, a prática do comer intuitivo foi investigada por meio da Intuitive Eating Scale-2, em português. Para análise dos dados, as variáveis qualitativas foram descritas por frequência absoluta e relativa, enquanto as variáveis quantitativas foram descritas por média e desvio-padrão ou mediana e intervalo interquartílico, conforme apropriado. Objetivando identificar possíveis associações entre as variáveis independentes e o alto comer intuitivo, foi aplicado o teste Qui-Quadrado. Após, foi realizada análise de regressão de Poisson, com variação robusta, utilizando a técnica de backwards, em que foram incluídas na análise multivariada as variáveis que atingiram até 20% de significância nas análises bivariadas. Os resultados foram expressos por razão de prevalência e intervalo de confiança em 95%. As análises foram conduzidas pelo Statistical Package for the Social Sciences® (SPSS). Resultados: O desfecho, comer intuitivo, esteve presente em 25,4% das participantes. Quanto à escala de comer intuitivo, a média geral da pontuação foi de 3,19 (±0,60) pontos. Referente ao comer intuitivo, foi observada associação com o estado nutricional (p=0,003), a qualidade do sono (p<0,001), as tentativas em relação ao peso (p=0,004) e a frequência que costuma entrar em páginas de internet, redes sociais, sites ou canais que falam de dieta/perda de peso (p<0,001). Desta forma, as participantes com peso adequado (RP: 2,16; IC 95% 1,23-3,78) e baixo peso (RP: 2,62; IC 95% 1,41-4,89), assim como, aquelas com qualidade do sono boa (RP: 2,03; IC 95% 1,08-3,80) e muito boa (RP: 2,90; IC 95% 1,51-5,57), apresentavam maior probabilidade de ter o desfecho. Ainda, aquelas que acessavam páginas de internet, redes sociais, sites ou canais que falam de dieta/perda de peso, nunca (RP: 4,22; IC 95% 1,83-9,76) e quase nunca (RP: 3,21; IC 95% 1,39-7,42), tinham elevada possibilidade de apresentar alto comer intuitivo. Em contrapartida, aquelas que referiram estar tentando perder peso (RP: 0,62; IC 95% 0,46-0,83) apresentavam menor probabilidade de ter alto comer intuitivo. Conclusão: O desfecho, alto comer intuitivo, apresentou baixa prevalência entre as universitárias. Associações com variáveis nutricionais, comportamentais e psicossociais foram identificadas, em que se destaca maior frequência do desfecho naquelas com menor estado nutricional e que realizavam comportamentos considerados saudáveis.
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A amostra foi composta por mulheres adultas universitárias, com idade entre 18 e 35 anos, matriculadas em cursos de graduação, na modalidade presencial, em uma IES privada, da cidade de Caxias do Sul, RS. A coleta de dados foi realizada nas salas de aula, por meio de um questionário autoaplicável, disponível em formulário eletrônico, no qual foram investigadas variáveis independentes e os desfechos. Potenciais determinantes foram identificados por meio de características demográficas, socioeconômicas, referentes à graduação, comportamentais e de estilo de vida, psicossociais e nutricionais. Quanto ao desfecho, a prática do comer intuitivo foi investigada por meio da Intuitive Eating Scale-2, em português. Para análise dos dados, as variáveis qualitativas foram descritas por frequência absoluta e relativa, enquanto as variáveis quantitativas foram descritas por média e desvio-padrão ou mediana e intervalo interquartílico, conforme apropriado. 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Objective: To identify the practice of intuitive eating and verify possible associations with sociodemographic factors and health markers in female students at a Higher Education Institution (HEI) in Caxias do Sul, RS. Method: Observational epidemiological study with a cross-sectional design, approved by the Research Ethics Committee, according to opinion 5.225.273. The sample consisted of adult female university students, aged between 18 and 35 years, enrolled in undergraduate courses, in the in-person modality, at a private HEI, in the city of Caxias do Sul, RS. Data collection was performed in classrooms using a self-administered questionnaire available in electronic form, in which independent variables and outcomes were investigated. Potential determinants were identified through demographic, socioeconomic, undergraduate, behavioral and lifestyle, psychosocial and nutritional characteristics. Regarding the outcome, the practice of intuitive eating was investigated using the Intuitive Eating Scale-2, in Portuguese. For data analysis, qualitative variables were described by absolute and relative frequency, while quantitative variables were described by mean and standard deviation or median and interquartile range, as appropriate. The chi-square test was applied to identify possible associations between independent variables and high intuitive eating. Afterwards, Poisson regression analysis was performed, with robust variation, using the backward technique, in which variables that reached up to 20% significance in the bivariate analyses were included in the multivariate analysis. The results were expressed as prevalence ratio and 95% confidence interval. The analyses were conducted using the Statistical Package for the Social Sciences® (SPSS). Results: The outcome, intuitive eating, was present in 25.4% of the participants. Regarding the intuitive eating scale, the overall average score was 3.19 (±0.60) points. Regarding intuitive eating, an association was observed with nutritional status (p=0.003), sleep quality (p<0.001), attempts to lose weight (p=0.004) and the frequency of accessing internet pages, social networks, websites or channels that talk about diet/weight loss (p<0.001). Thus, participants with adequate weight (PR: 2.16; 95% CI 1.23-3.78) and underweight (PR: 2.62; 95% CI 1.41-4.89), as well as those with good (PR: 2.03; 95% CI 1.08-3.80) and very good (PR: 2.90; 95% CI 1.51-5.57) sleep quality, were more likely to have the outcome. Furthermore, those who accessed internet pages, social networks, websites or channels that talk about diet/weight loss, never (PR: 4.22; 95% CI 1.83-9.76) and almost never (PR: 3.21; 95% CI 1.39-7.42), had a high possibility of presenting high intuitive eating. In contrast, those who reported trying to lose weight (PR: 0.62; 95% CI 0.46-0.83) were less likely to have high intuitive eating. Conclusion: The outcome, high intuitive eating, showed low prevalence among university students. Associations with nutritional, behavioral and psychosocial variables were identified, in which the higher frequency of the outcome stands out in those with lower nutritional status and who performed behaviors considered healthy.application/pdfporMulheresSaúde da mulherComer intuitivoComportamentos de risco à saúdeComportamento alimentarFatores sociodemográficosBrasil, Região SulWomenWomen's healthIntuitive eatingHealth risk behaviorsEating practiceComer intuitivo e associações com aspectos sociodemográficos e indicadores de saúde em mulheres universitárias do Sul do Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: Ginecologia e ObstetríciaPorto Alegre, BR-RS2024mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSTEXT001248439.pdf.txt001248439.pdf.txtExtracted Texttext/plain53631http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/290457/2/001248439.pdf.txt254b0bee7b21445d1566f202d5ce0f89MD52ORIGINAL001248439.pdfTexto parcialapplication/pdf991898http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/290457/1/001248439.pdf2c5119478dedf93b55bb028c57bcdcdaMD5110183/2904572025-04-19 06:57:20.108473oai:www.lume.ufrgs.br:10183/290457Repositório InstitucionalPUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.bropendoar:2025-04-19T09:57:20Repositório Institucional da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false
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