A democracia feminista como uma política para o Brasil: representação, reconhecimento, decolonialidade, interseccionalidade e agonismo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Costa, Fernanda Alves da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Brasil
UFRN
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/62718
Resumo: The current political landscape has witnessed a significant increase in the participation of women and historically marginalized groups. Nevertheless, issues related to claims of representation and recognition still persist in democracy. In some cases, such as in Brazil, democracy, when viewed through the lens of feminist policies, must consider the country's history. This entails the examination of ongoing oppressions within society, which must be investigated and dismantled through an intersectional and decolonial mindset. This intersectional and decolonial approach must address antagonistic disputes that continue to impede or hinder the promotion of equity policies for women and other social groups or movements that benefit from the expansion of rights achieved by women. The examination of philosophical thought regarding rights in the current brazilian political landscape should be regarded as a responsibility of reason towards women. Thus, we present the thesis that it is possible to conceive and construct a Feminist Democracy for Brazil that addresses the numerous inequalities still faced by the population. These inequalities stem from historical processes that can be overcome through the promotion of recognition, equity policies and reparations. Furthermore, the creation of spaces where disputes occur not in an antagonistic manner, but through a plural and agonistic path.
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