A rede de marcação e recaptura: o caso de borboletas do gênero heliconius

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Cunha, Maria do Socorro Mariano da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
BR
UFRN
Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas
Biodiversidade; Biologia Estrutural e Funcional.
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/13057
Resumo: (The Mark and Recapture Network: a Heliconius case study). The current pace of habitat destruction, especially in tropical landscapes, has increased the need for understanding minimum patch requirements and patch distance as tools for conserving species in forest remnants. Mark recapture and tagging studies have been instrumental in providing parameters for functional models. Because of their popularity, ease of manipulation and well known biology, butterflies have become model in studies of spatial structure. Yet, most studies on butterflies movement have focused on temperate species that live in open habitats, in which forest patches are barrier to movement. This study aimed to view and review data from mark-recapture as a network in two species of butterfly (Heliconius erato and Heliconius melpomene). A work of marking and recapture of the species was carried out in an Atlantic forest reserve located about 20km from the city of Natal (RN). Mark recapture studies were conducted in 3 weekly visits during January-February and July-August in 2007 and 2008. Captures were more common in two sections of the dirt road, with minimal collection in the forest trail. The spatial spread of captures was similar in the two species. Yet, distances between recaptures seem to be greater for Heliconius erato than for Heliconius melpomene. In addition, the erato network is more disconnected, suggesting that this specie has shorter traveling patches. Moving on to the network, both species have similar number of links (N) and unweighed vertices (L). However, melpomene has a weighed network 50% more connections than erato. These network metrics suggest that erato has more compartmentalized network and restricted movement than melpomene. Thus, erato has a larger number of disconnected components, nC, in the network, and a smaller network diameter. The frequency distribution of network connectivity for both species was better explained by a Power-law than by a random, Poissom distribution, showing that the Power-law provides a better fit than the Poisson for both species. Moreover, the Powerlaw erato is much better adjusted than in melpomene, which should be linked to the small movements that erato makes in the network
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This study aimed to view and review data from mark-recapture as a network in two species of butterfly (Heliconius erato and Heliconius melpomene). A work of marking and recapture of the species was carried out in an Atlantic forest reserve located about 20km from the city of Natal (RN). Mark recapture studies were conducted in 3 weekly visits during January-February and July-August in 2007 and 2008. Captures were more common in two sections of the dirt road, with minimal collection in the forest trail. The spatial spread of captures was similar in the two species. Yet, distances between recaptures seem to be greater for Heliconius erato than for Heliconius melpomene. In addition, the erato network is more disconnected, suggesting that this specie has shorter traveling patches. Moving on to the network, both species have similar number of links (N) and unweighed vertices (L). However, melpomene has a weighed network 50% more connections than erato. These network metrics suggest that erato has more compartmentalized network and restricted movement than melpomene. Thus, erato has a larger number of disconnected components, nC, in the network, and a smaller network diameter. The frequency distribution of network connectivity for both species was better explained by a Power-law than by a random, Poissom distribution, showing that the Power-law provides a better fit than the Poisson for both species. Moreover, the Powerlaw erato is much better adjusted than in melpomene, which should be linked to the small movements that erato makes in the networkCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior(A rede de marcação e recaptura: O caso de borboletas do gênero Heliconius). O ritmo atual de destruição dos habitats, especialmente em paisagens tropicais, tem aumentado a necessidade de se ter algum conhecimento sobre fragmentos e distância entre fragmentos como requisito mínimo para a conservação das espécies em remanescentes de florestas. Os estudos de marcação e recaptura têm sido fundamentais no fornecimento de parâmetros para modelos funcionais. Devido à sua popularidade, facilidade de manipulação e bem conhecida biologia, as borboletas tornaram-se modelos nos estudos da estrutura espacial. No entanto, a maioria dos estudos sobre o movimento de borboletas se concentraram em espécies de clima temperado que vivem em ambientes abertos, onde fragmentos florestais formam obstáculos para os movimentos. O presente trabalho teve como objetivo visualizar e reavaliar os dados de marcação e recaptura como uma rede em duas espécies de borboleta (Heliconius erato e Heliconius melpomene). Um trabalho de marcação e recaptura das espécies foi realizado em uma reserva de mata Atlântica localizada a cerca de 20 km da cidade de Natal (RN), durante um período de três anos, nos meses mais secos e chuvosos do ano, com três visitas semanais. As capturas foram comuns nas duas partes da estrada de terra, com coleta mínima na trilha de floresta e a dispersão espacial das capturas também foi semelhante nas duas espécies. Porém, as distâncias entre as recapturas parecem ser maiores para H. melpomene que para H. erato. Além disso, a rede erato é mais desligada, sugerindo que esta espécie precisa viajar caminhos mais curtos. Em relação às medidas de rede, ambas as espécies têm número similar de conexões (N) e vértices não considerando os pesos (L). No entanto, melpomene tem uma rede com ligações que pesou 50% mais que erato. Essas medidas sugerem que erato tem uma rede mais compartimentada e de dispersão mais restrita do que melpomene. Assim, erato tem um número maior de componentes desconectados, nC, na rede, e um menor diâmetro de rede. A distribuição de freqüência de conectividade de rede para ambas as espécies foi mais bem explicada pela lei de potência do que pela distribuição de Poisson, mostrando que a lei de potência prevê um ajuste melhor que o de Poisson para ambas as espécies. Além disto, a lei de potência de erato é bem melhor ajustada do que a de melpomene, que deve estar ligado aos pequenos movimentos que erato faz na redeUniversidade Federal do Rio Grande do NorteBRUFRNPrograma de Pós-Graduação em Ciências BiológicasBiodiversidade; Biologia Estrutural e Funcional.Corso, Gilbertohttp://lattes.cnpq.br/2856487050190410http://lattes.cnpq.br/0274040885278760Cardoso, Márcio Zikánhttp://lattes.cnpq.br/6310990045769627Fulco, Umberto Lainohttp://lattes.cnpq.br/9579151361576173Kraenkel, Roberto Andréhttp://lattes.cnpq.br/8497878967418484Cunha, Maria do Socorro Mariano da2014-12-17T14:10:20Z2010-11-052014-12-17T14:10:20Z2010-01-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfapplication/pdfCUNHA, Maria do Socorro Mariano da. A rede de marcação e recaptura: o caso de borboletas do gênero heliconius. 2010. 54 f. Dissertação (Mestrado em Biodiversidade; Biologia Estrutural e Funcional.) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2010.https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/13057porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRNinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)instacron:UFRN2019-02-08T04:26:41Zoai:repositorio.ufrn.br:123456789/13057Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufrn.br/oai/repositorio@bczm.ufrn.bropendoar:2019-02-08T04:26:41Repositório Institucional da UFRN - Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)false
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