Letramento acadêmico e (de)colonialidade do saber: um estudo sobre a leitura e a escrita do aluno indígena no ensino superior

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Pereira, Dayveson Noberto da Costa
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Brasil
UFRN
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DA LINGUAGEM
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/58738
Resumo: Com a consolidação de políticas de ações afirmativas em Universidades e Institutos Federais, a exemplo do sistema de cotas, viabilizado pela Lei nº 12.711/2012, um novo perfil de aluno - indígenas, negros, Pessoas com Deficiência (PcD) - tem ingressado nas Instituições de Ensino Superior brasileiras nos últimos dez anos. Em função disso, mostra-se necessário investigar como esses discentes têm lidado com as exigências do universo acadêmico, a começar pelas práticas de letramento específicas a esse contexto comunicativo, até então desconhecidas por eles. O presente estudo, que se insere no campo da Linguística Aplicada, examina as contribuições de um curso, estruturado em oficinas, com vistas ao desenvolvimento do letramento acadêmico de graduandos autodeclarados indígenas, vinculados a diferentes comunidades disciplinares. A pesquisa se justifica na medida em que fornece insumos para repensar, de forma crítica, as políticas públicas de letramento e de permanência, na seara acadêmica, de estudantes autodeclarados indígenas. Ademais, o nosso trabalho também é justificado pela necessidade de discutir, dentro de um eixo decolonial, a importância dos saberes que habitam o exterior dos muros universitários. Para melhor percepção desse universo pelos alunos, o curso teve como foco a leitura crítico-analítica do gênero monografia, requisitado, amplamente, como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na graduação e na pós-graduação lato sensu. Como objetivos específicos, buscamos (1) caracterizar as oficinas de letramento, identificando como se deu, nelas, a construção da consciência de gêneros textuais; (2) investigar, etnograficamente, o gênero monografia na perspectiva de ensino e à luz de seus propósitos, de seus leitores e de seus escritores; (3) compreender a ocorrência da desobediência epistêmica no curso formativo e seus reflexos no itinerário acadêmico dos participantes da pesquisa. Para a geração dos dados, seguimos os procedimentos da pesquisa-ação (Thiollent, 2011) e da etnografia crítica (Madison, 2005), com a realização de oficinas de letramento, registradas por meio de fotografias e gravações em áudio. Nosso corpus compreende ainda dados gerados a partir de questionários, aplicados com a finalidade de se investigar esse itinerário formativo dos participantes, e portfólios, utilizados como dispositivo didático para registrar as leituras das monografias e promover a (auto)avaliação continuada do desempenho dos alunos durante o curso. Nossa discussão está subsidiada, teoricamente, pelos estudos de letramento acadêmico (Strett, 1999; Carlino, 2005; Zavala, 2011; Lillis, 2019), pela perspectiva etnográfica dos gêneros textuais (Devitt; Reiff; Bawarshi, 2004; Oliveira, 2020) e pelos estudos decoloniais (Lander, 2000; Castro-Gómez; Grosfoguel, 2007). Os resultados obtidos nos permitem afirmar que o trabalho com oficinas de letramento contribui para o desenvolvimento das competências leitora e escritora de grupos étnicos minorizados na graduação. Com isso, evidenciamos a necessidade de projetos e políticas de letramento emancipatórias que não só garantam o acesso desses estudantes ao ensino superior, mas que também proporcionem a sua permanência, suscitando, em uma perspectiva intercultural e em oposição às violências epistêmicas (Mignolo, 2008), o encontro respeitoso dos saberes acadêmicos com os saberes ancestrais.
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O presente estudo, que se insere no campo da Linguística Aplicada, examina as contribuições de um curso, estruturado em oficinas, com vistas ao desenvolvimento do letramento acadêmico de graduandos autodeclarados indígenas, vinculados a diferentes comunidades disciplinares. A pesquisa se justifica na medida em que fornece insumos para repensar, de forma crítica, as políticas públicas de letramento e de permanência, na seara acadêmica, de estudantes autodeclarados indígenas. Ademais, o nosso trabalho também é justificado pela necessidade de discutir, dentro de um eixo decolonial, a importância dos saberes que habitam o exterior dos muros universitários. Para melhor percepção desse universo pelos alunos, o curso teve como foco a leitura crítico-analítica do gênero monografia, requisitado, amplamente, como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na graduação e na pós-graduação lato sensu. Como objetivos específicos, buscamos (1) caracterizar as oficinas de letramento, identificando como se deu, nelas, a construção da consciência de gêneros textuais; (2) investigar, etnograficamente, o gênero monografia na perspectiva de ensino e à luz de seus propósitos, de seus leitores e de seus escritores; (3) compreender a ocorrência da desobediência epistêmica no curso formativo e seus reflexos no itinerário acadêmico dos participantes da pesquisa. Para a geração dos dados, seguimos os procedimentos da pesquisa-ação (Thiollent, 2011) e da etnografia crítica (Madison, 2005), com a realização de oficinas de letramento, registradas por meio de fotografias e gravações em áudio. Nosso corpus compreende ainda dados gerados a partir de questionários, aplicados com a finalidade de se investigar esse itinerário formativo dos participantes, e portfólios, utilizados como dispositivo didático para registrar as leituras das monografias e promover a (auto)avaliação continuada do desempenho dos alunos durante o curso. Nossa discussão está subsidiada, teoricamente, pelos estudos de letramento acadêmico (Strett, 1999; Carlino, 2005; Zavala, 2011; Lillis, 2019), pela perspectiva etnográfica dos gêneros textuais (Devitt; Reiff; Bawarshi, 2004; Oliveira, 2020) e pelos estudos decoloniais (Lander, 2000; Castro-Gómez; Grosfoguel, 2007). Os resultados obtidos nos permitem afirmar que o trabalho com oficinas de letramento contribui para o desenvolvimento das competências leitora e escritora de grupos étnicos minorizados na graduação. Com isso, evidenciamos a necessidade de projetos e políticas de letramento emancipatórias que não só garantam o acesso desses estudantes ao ensino superior, mas que também proporcionem a sua permanência, suscitando, em uma perspectiva intercultural e em oposição às violências epistêmicas (Mignolo, 2008), o encontro respeitoso dos saberes acadêmicos com os saberes ancestrais.Com a consolidação de políticas de ações afirmativas em Universidades e Institutos Federais, a exemplo do sistema de cotas, viabilizado pela Lei nº 12.711/2012, um novo perfil de aluno - indígenas, negros, Pessoas com Deficiência (PcD) - tem ingressado nas Instituições de Ensino Superior brasileiras nos últimos dez anos. Em função disso, mostra-se necessário investigar como esses discentes têm lidado com as exigências do universo acadêmico, a começar pelas práticas de letramento específicas a esse contexto comunicativo, até então desconhecidas por eles. O presente estudo, que se insere no campo da Linguística Aplicada, examina as contribuições de um curso, estruturado em oficinas, com vistas ao desenvolvimento do letramento acadêmico de graduandos autodeclarados indígenas, vinculados a diferentes comunidades disciplinares. A pesquisa se justifica na medida em que fornece insumos para repensar, de forma crítica, as políticas públicas de letramento e de permanência, na seara acadêmica, de estudantes autodeclarados indígenas. Ademais, o nosso trabalho também é justificado pela necessidade de discutir, dentro de um eixo decolonial, a importância dos saberes que habitam o exterior dos muros universitários. Para melhor percepção desse universo pelos alunos, o curso teve como foco a leitura crítico-analítica do gênero monografia, requisitado, amplamente, como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na graduação e na pós-graduação lato sensu. 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Com isso, evidenciamos a necessidade de projetos e políticas de letramento emancipatórias que não só garantam o acesso desses estudantes ao ensino superior, mas que também proporcionem a sua permanência, suscitando, em uma perspectiva intercultural e em oposição às violências epistêmicas (Mignolo, 2008), o encontro respeitoso dos saberes acadêmicos com os saberes ancestrais.Universidade Federal do Rio Grande do NorteBrasilUFRNPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DA LINGUAGEMOliveira, Maria do Socorrohttps://orcid.org/0000-0002-1934-7368http://lattes.cnpq.br/8552111237092509http://lattes.cnpq.br/2466431637840602Carneiro, Moaci AlvesSantos, Alana Driziê Gonzatti dosVóvio, Claudia LemosMarques, Ivoneide Bezerra de Araújo SantosSito, Luanda Rejane SoaresMartins, Maria Silvia CintraPereira, Dayveson Noberto da Costa2024-07-10T21:13:54Z2024-07-10T21:13:54Z2024-02-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfPEREIRA, Dayveson Noberto da Costa. 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